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Sul de Minas

Escrivão acusado de matar estudante vai a júri popular no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 19/04/2018

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Matéria extraída do G1

 

Crime aconteceu em maio de 2016; na época, testemunha disse que ação aconteceu sem nenhum motivo aparente.

 

O escrivão da Polícia Civil acusado de matar um estudante de 24 anos em Poços de Caldas começou a ser julgado na manhã desta quinta-feira (19). O júri popular está sendo realizado no Fórum Municipal. Thiago Galvão Bernardes, que trabalhava na Delegacia de Cabo Verde, foi preso em flagrante após o crime, em 22 de maio de 2016.

 

A vítima, Yuri Antônio Gonçalves Vilas Boas, era de Botelhos e morava em Poços de Caldas. De acordo com a polícia, o escrivão, o estudante e uma terceira pessoa estavam bebendo em um bar da cidade e depois seguiram para o apartamento desta pessoa. Uma testemunha contou que quando chegaram ao local, o escrivão sacou a arma e disparou, aparentemente sem motivos.

 

Após o tiro, o dono do apartamento fugiu do local e acionou o socorro. Quando a polícia chegou, o estudante já estava morto, e o escrivão foi encontrado ao lado do corpo, confuso e com sinais de embriaguez.

 

Bernardes foi levado para a Casa de Custódia da Polícia Civil, em Belo Horizonte (MG). Segundo a polícia, ele chegou a ficar afastado por 8 meses devido a problemas de depressão, antes de cometer o crime. Ele está preso em uma cela especial.

Matéria extraída do G1


 


Crime aconteceu em maio de 2016; na época, testemunha disse que ação aconteceu sem nenhum motivo aparente.


 


O escrivão da Polícia Civil acusado de matar um estudante de 24 anos em Poços de Caldas começou a ser julgado na manhã desta quinta-feira (19). O júri popular está sendo realizado no Fórum Municipal. Thiago Galvão Bernardes, que trabalhava na Delegacia de Cabo Verde, foi preso em flagrante após o crime, em 22 de maio de 2016.


PATROCINADORES

 


A vítima, Yuri Antônio Gonçalves Vilas Boas, era de Botelhos e morava em Poços de Caldas. De acordo com a polícia, o escrivão, o estudante e uma terceira pessoa estavam bebendo em um bar da cidade e depois seguiram para o apartamento desta pessoa. Uma testemunha contou que quando chegaram ao local, o escrivão sacou a arma e disparou, aparentemente sem motivos.


 


Após o tiro, o dono do apartamento fugiu do local e acionou o socorro. Quando a polícia chegou, o estudante já estava morto, e o escrivão foi encontrado ao lado do corpo, confuso e com sinais de embriaguez.


 


Bernardes foi levado para a Casa de Custódia da Polícia Civil, em Belo Horizonte (MG). Segundo a polícia, ele chegou a ficar afastado por 8 meses devido a problemas de depressão, antes de cometer o crime. Ele está preso em uma cela especial.


Matéria extraída do G1



Crime aconteceu em maio de 2016; na época, testemunha disse que ação aconteceu sem nenhum motivo aparente.



O escrivão da Polícia Civil acusado de matar um estudante de 24 anos em Poços de Caldas começou a ser julgado na manhã desta quinta-feira (19). O júri popular está sendo realizado no Fórum Municipal. Thiago Galvão Bernardes, que trabalhava na Delegacia de Cabo Verde, foi preso em flagrante após o crime, em 22 de maio de 2016.



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A vítima, Yuri Antônio Gonçalves Vilas Boas, era de Botelhos e morava em Poços de Caldas. De acordo com a polícia, o escrivão, o estudante e uma terceira pessoa estavam bebendo em um bar da cidade e depois seguiram para o apartamento desta pessoa. Uma testemunha contou que quando chegaram ao local, o escrivão sacou a arma e disparou, aparentemente sem motivos.



Após o tiro, o dono do apartamento fugiu do local e acionou o socorro. Quando a polícia chegou, o estudante já estava morto, e o escrivão foi encontrado ao lado do corpo, confuso e com sinais de embriaguez.



Bernardes foi levado para a Casa de Custódia da Polícia Civil, em Belo Horizonte (MG). Segundo a polícia, ele chegou a ficar afastado por 8 meses devido a problemas de depressão, antes de cometer o crime. Ele está preso em uma cela especial.



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