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Bem Estar

Trocar o açúcar por adoçantes faz mal para a saúde

Publicado por TV Minas em 25/04/2018

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Estudo mostra que tanto o açúcar comum quanto os adoçantes fazem mal para a saúde e que o melhor é substituí-los por produtos naturais, como o mel.

 

Trocar o refrigerante normal pelo dietético (diet ou zero) pode parecer uma escolha saudável, mas, de acordo com um novo estudo, divulgado durante a conferência Biologia Experimental 2018, realizada em abril deste ano em San Diego, na Califórnia, Estados Unidos, os adoçantes artificiais, como aspartame, ciclamato de sódio, sacarina e acesulfame-K, podem ser tão ruins quanto o açúcar.

 

Os cientistas descobriram que os adoçantes artificiais, encontrados na maioria das bebidas diet, podem ter um efeito surpreendentemente ruim no metabolismo e no revestimento dos vasos sanguíneos. A análise foi feita em cobaias e mostrou que esses efeitos no organismo são preocupantes e geram risco de diabetes e distúrbios metabólicos.

 

Os ratos foram divididos em grupos e alimentados com vários tipos de produtos. Alguns receberam grandes quantidades de açúcar (glicose, frutose etc.), enquanto outros receberam quantidades comparáveis %u200B%u200Bde adoçantes artificiais (aspartame e acesulfame-K). Após três semanas, os pesquisadores observaram diferenças nas concentrações de compostos bioquímicos, gorduras e aminoácidos nas amostras de sangue das cobaias.

 

"Observamos que, com moderação, seu corpo tem capacidade de lidar com o açúcar. Mas, quando o sistema fica sobrecarregado durante um longo período de tempo, essa capacidade some. Também observamos que a substituição desses açúcares por adoçantes artificiais não calóricos leva a mudanças negativas no metabolismo da gordura e da energia", comenta Brian R. Hoffmann, pesquisador-chefe da Faculdade de Medicina de Wisconsin, nos EUA, em comunicado enviado à imprensa.

 

Embora o estudo forneça informações importantes sobre a necessidade de substituição do açúcar em nossa dieta, os resultados não determinam qual a melhor opção para a saúde. "Não é simples como dizer que parar de usar adoçantes artificiais é a chave para resolver os problemas de saúde. Se você consome insistentemente substâncias 'estranhas', incluindo o açúcar refinado, o risco de resultados negativos na saúde aumenta", alerta Hoffmann.

 

Então, se você gosta de consumir doces e bebidas gaseificadas, qual é a opção mais segura? "Embora mais estudos sejam necessários, esta não é a primeira vez que os efeitos negativos dos adoçantes artificiais são vistos em pesquisas. Eu recomendo adoçantes naturais, como mel e xarope de bordo [maple]", comenta Jackie Arnett Elnahar, co-autora da pesquisa. Ela lembra ainda que o mel cru é rico em antioxidantes, que trazem inúmeros benefícios para o sistema imunológico, além de conter minerais e fitonutrientes.

Estudo mostra que tanto o açúcar comum quanto os adoçantes fazem mal para a saúde e que o melhor é substituí-los por produtos naturais, como o mel.


 


Trocar o refrigerante normal pelo dietético (diet ou zero) pode parecer uma escolha saudável, mas, de acordo com um novo estudo, divulgado durante a conferência Biologia Experimental 2018, realizada em abril deste ano em San Diego, na Califórnia, Estados Unidos, os adoçantes artificiais, como aspartame, ciclamato de sódio, sacarina e acesulfame-K, podem ser tão ruins quanto o açúcar.


 


Os cientistas descobriram que os adoçantes artificiais, encontrados na maioria das bebidas diet, podem ter um efeito surpreendentemente ruim no metabolismo e no revestimento dos vasos sanguíneos. A análise foi feita em cobaias e mostrou que esses efeitos no organismo são preocupantes e geram risco de diabetes e distúrbios metabólicos.


 


PATROCINADORES

Os ratos foram divididos em grupos e alimentados com vários tipos de produtos. Alguns receberam grandes quantidades de açúcar (glicose, frutose etc.), enquanto outros receberam quantidades comparáveis %u200B%u200Bde adoçantes artificiais (aspartame e acesulfame-K). Após três semanas, os pesquisadores observaram diferenças nas concentrações de compostos bioquímicos, gorduras e aminoácidos nas amostras de sangue das cobaias.


 


"Observamos que, com moderação, seu corpo tem capacidade de lidar com o açúcar. Mas, quando o sistema fica sobrecarregado durante um longo período de tempo, essa capacidade some. Também observamos que a substituição desses açúcares por adoçantes artificiais não calóricos leva a mudanças negativas no metabolismo da gordura e da energia", comenta Brian R. Hoffmann, pesquisador-chefe da Faculdade de Medicina de Wisconsin, nos EUA, em comunicado enviado à imprensa.


 


Embora o estudo forneça informações importantes sobre a necessidade de substituição do açúcar em nossa dieta, os resultados não determinam qual a melhor opção para a saúde. "Não é simples como dizer que parar de usar adoçantes artificiais é a chave para resolver os problemas de saúde. Se você consome insistentemente substâncias 'estranhas', incluindo o açúcar refinado, o risco de resultados negativos na saúde aumenta", alerta Hoffmann.


 


Então, se você gosta de consumir doces e bebidas gaseificadas, qual é a opção mais segura? "Embora mais estudos sejam necessários, esta não é a primeira vez que os efeitos negativos dos adoçantes artificiais são vistos em pesquisas. Eu recomendo adoçantes naturais, como mel e xarope de bordo [maple]", comenta Jackie Arnett Elnahar, co-autora da pesquisa. Ela lembra ainda que o mel cru é rico em antioxidantes, que trazem inúmeros benefícios para o sistema imunológico, além de conter minerais e fitonutrientes.


Estudo mostra que tanto o açúcar comum quanto os adoçantes fazem mal para a saúde e que o melhor é substituí-los por produtos naturais, como o mel.



Trocar o refrigerante normal pelo dietético (diet ou zero) pode parecer uma escolha saudável, mas, de acordo com um novo estudo, divulgado durante a conferência Biologia Experimental 2018, realizada em abril deste ano em San Diego, na Califórnia, Estados Unidos, os adoçantes artificiais, como aspartame, ciclamato de sódio, sacarina e acesulfame-K, podem ser tão ruins quanto o açúcar.



Os cientistas descobriram que os adoçantes artificiais, encontrados na maioria das bebidas diet, podem ter um efeito surpreendentemente ruim no metabolismo e no revestimento dos vasos sanguíneos. A análise foi feita em cobaias e mostrou que esses efeitos no organismo são preocupantes e geram risco de diabetes e distúrbios metabólicos.



PATROCINADORES

Os ratos foram divididos em grupos e alimentados com vários tipos de produtos. Alguns receberam grandes quantidades de açúcar (glicose, frutose etc.), enquanto outros receberam quantidades comparáveis %u200B%u200Bde adoçantes artificiais (aspartame e acesulfame-K). Após três semanas, os pesquisadores observaram diferenças nas concentrações de compostos bioquímicos, gorduras e aminoácidos nas amostras de sangue das cobaias.



"Observamos que, com moderação, seu corpo tem capacidade de lidar com o açúcar. Mas, quando o sistema fica sobrecarregado durante um longo período de tempo, essa capacidade some. Também observamos que a substituição desses açúcares por adoçantes artificiais não calóricos leva a mudanças negativas no metabolismo da gordura e da energia", comenta Brian R. Hoffmann, pesquisador-chefe da Faculdade de Medicina de Wisconsin, nos EUA, em comunicado enviado à imprensa.



Embora o estudo forneça informações importantes sobre a necessidade de substituição do açúcar em nossa dieta, os resultados não determinam qual a melhor opção para a saúde. "Não é simples como dizer que parar de usar adoçantes artificiais é a chave para resolver os problemas de saúde. Se você consome insistentemente substâncias 'estranhas', incluindo o açúcar refinado, o risco de resultados negativos na saúde aumenta", alerta Hoffmann.



Então, se você gosta de consumir doces e bebidas gaseificadas, qual é a opção mais segura? "Embora mais estudos sejam necessários, esta não é a primeira vez que os efeitos negativos dos adoçantes artificiais são vistos em pesquisas. Eu recomendo adoçantes naturais, como mel e xarope de bordo [maple]", comenta Jackie Arnett Elnahar, co-autora da pesquisa. Ela lembra ainda que o mel cru é rico em antioxidantes, que trazem inúmeros benefícios para o sistema imunológico, além de conter minerais e fitonutrientes.



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