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Sul de Minas

Em apenas 2 anos, 778 prédios são construídos em uma cidade sul-mineira

Publicado por TV Minas em 28/04/2018

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Matéria extraída do G1

 

Município teve mais construções do que Varginha e Poços de Caldas juntos. Prefeitura acredita que quantidade está ligada ao crescimento da população.

 

Em apenas dois anos, 778 prédios foram construídos em Pouso Alegre. Para a prefeitura, esse aumento na quantidade de edifícios está ligado ao crescimento da população.

 

No Sul de Minas, o município se destacou. Em Varginha, por exemplo, nos anos de 2016 e 2017, foram construídos 210 prédios. Já em Poços de Caldas, foram erguidas 356 unidades. Ou seja, Pouso Alegre teve mais construções do que os outros dois municípios juntos.

 

Além disso, de 2015 até o ano passado, a prefeitura emitiu quase 900 alvarás para prédios residenciais.

 

“É uma solução encontrada para que as pessoas possam morar em condições mais dignas e mais próximas das áreas do seu interesse”, afirma o superintendente de projetos da prefeitura, José Carlos Costa.

 

O construtor Toni Mariosa conta que já fez mais de 700 apartamentos, levantados em diferentes pontos da cidade. “Eu procurei tentar buscar uma alternativa de moradia mais barata para atender essa carência imobiliária que existe aqui na nossa cidade”, afirma.

 

E não são só prédios pequenos. Em um deles, são 27 andares e quase 100 apartamentos.

 

“A verticalização veio forte de um tempo para cá por economia dos construtores. Quando os terrenos ficaram muito caros, a maneira que eles acharam para reduzir os custos seria verticalizando. Então, no mesmo terreno que antes fazia uma casa ou duas, agora se fazem seis apartamentos, oito apartamentos, ou mais”, explica José Tadeu Pereira de Carvalho, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Pouso Alegre.


O mestre de obras Ronaldo Ramos Pereira tinha um terreno e investiu. Agora diz que não tem dúvidas, se comprar outro, já sabe o que vai fazer.

 

“Eu comprei um terreno, passei para a construtora, e ela me deu um apartamento já a ponto de venda, inclusive ajudando até na venda. Vendeu rápido”, diz. “Ia fazer de novo, bem mais lucrativo do que a casa. A não ser que fosse fazer para eu morar mesmo. Mas, para investimento, é muito mais viável”, completa Pereira.

Matéria extraída do G1


 


Município teve mais construções do que Varginha e Poços de Caldas juntos. Prefeitura acredita que quantidade está ligada ao crescimento da população.


 


Em apenas dois anos, 778 prédios foram construídos em Pouso Alegre. Para a prefeitura, esse aumento na quantidade de edifícios está ligado ao crescimento da população.


 


No Sul de Minas, o município se destacou. Em Varginha, por exemplo, nos anos de 2016 e 2017, foram construídos 210 prédios. Já em Poços de Caldas, foram erguidas 356 unidades. Ou seja, Pouso Alegre teve mais construções do que os outros dois municípios juntos.


 


Além disso, de 2015 até o ano passado, a prefeitura emitiu quase 900 alvarás para prédios residenciais.


 


PATROCINADORES

“É uma solução encontrada para que as pessoas possam morar em condições mais dignas e mais próximas das áreas do seu interesse”, afirma o superintendente de projetos da prefeitura, José Carlos Costa.


 


O construtor Toni Mariosa conta que já fez mais de 700 apartamentos, levantados em diferentes pontos da cidade. “Eu procurei tentar buscar uma alternativa de moradia mais barata para atender essa carência imobiliária que existe aqui na nossa cidade”, afirma.


 


E não são só prédios pequenos. Em um deles, são 27 andares e quase 100 apartamentos.


 


“A verticalização veio forte de um tempo para cá por economia dos construtores. Quando os terrenos ficaram muito caros, a maneira que eles acharam para reduzir os custos seria verticalizando. Então, no mesmo terreno que antes fazia uma casa ou duas, agora se fazem seis apartamentos, oito apartamentos, ou mais”, explica José Tadeu Pereira de Carvalho, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Pouso Alegre.



O mestre de obras Ronaldo Ramos Pereira tinha um terreno e investiu. Agora diz que não tem dúvidas, se comprar outro, já sabe o que vai fazer.


 


“Eu comprei um terreno, passei para a construtora, e ela me deu um apartamento já a ponto de venda, inclusive ajudando até na venda. Vendeu rápido”, diz. “Ia fazer de novo, bem mais lucrativo do que a casa. A não ser que fosse fazer para eu morar mesmo. Mas, para investimento, é muito mais viável”, completa Pereira.


Matéria extraída do G1



Município teve mais construções do que Varginha e Poços de Caldas juntos. Prefeitura acredita que quantidade está ligada ao crescimento da população.



Em apenas dois anos, 778 prédios foram construídos em Pouso Alegre. Para a prefeitura, esse aumento na quantidade de edifícios está ligado ao crescimento da população.



PATROCINADORES

No Sul de Minas, o município se destacou. Em Varginha, por exemplo, nos anos de 2016 e 2017, foram construídos 210 prédios. Já em Poços de Caldas, foram erguidas 356 unidades. Ou seja, Pouso Alegre teve mais construções do que os outros dois municípios juntos.



Além disso, de 2015 até o ano passado, a prefeitura emitiu quase 900 alvarás para prédios residenciais.



“É uma solução encontrada para que as pessoas possam morar em condições mais dignas e mais próximas das áreas do seu interesse”, afirma o superintendente de projetos da prefeitura, José Carlos Costa.



PATROCINADORES

O construtor Toni Mariosa conta que já fez mais de 700 apartamentos, levantados em diferentes pontos da cidade. “Eu procurei tentar buscar uma alternativa de moradia mais barata para atender essa carência imobiliária que existe aqui na nossa cidade”, afirma.



E não são só prédios pequenos. Em um deles, são 27 andares e quase 100 apartamentos.



“A verticalização veio forte de um tempo para cá por economia dos construtores. Quando os terrenos ficaram muito caros, a maneira que eles acharam para reduzir os custos seria verticalizando. Então, no mesmo terreno que antes fazia uma casa ou duas, agora se fazem seis apartamentos, oito apartamentos, ou mais”, explica José Tadeu Pereira de Carvalho, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Pouso Alegre.




O mestre de obras Ronaldo Ramos Pereira tinha um terreno e investiu. Agora diz que não tem dúvidas, se comprar outro, já sabe o que vai fazer.



“Eu comprei um terreno, passei para a construtora, e ela me deu um apartamento já a ponto de venda, inclusive ajudando até na venda. Vendeu rápido”, diz. “Ia fazer de novo, bem mais lucrativo do que a casa. A não ser que fosse fazer para eu morar mesmo. Mas, para investimento, é muito mais viável”, completa Pereira.



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