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Prédio desaba após incêndio no centro de São Paulo

Publicado por TV Minas em 01/05/2018

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Cerca de 50 famílias de um movimento de moradia ocupavam o edifício no Largo Paissandu.

 

Um prédio de mais de 20 andares desabou após pegar fogo nas proximidades do Largo Paissandu, centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira, dia 1º de maio. Pelo menos uma pessoa morreu e ainda há desaparecidos. O edifício, que já foi sede da Polícia Federal, estava ocupado por cerca de cinquenta famílias de um movimento de moradia.

 

"Pode haver mais vítimas", disse Max Mena, coronel do Corpo de Bombeiros. A única morte confirmada até o momento é de um homem que estava sendo resgatado por bombeiros quando o prédio desabou. "Nós estávamos tentando salvá-lo, mas infelizmente ele caiu no momento do desabamento. Foi uma tentativa rápida, por uma questão de segundos que não conseguimos", acrescentou Mena.

 

 

Os escombros do edifício de São Paulo depois de vir-se abaixo.

 

 

As chamas começaram por volta das 22h30 de segunda-feira e o fogo se espalhou rapidamente pelos andares e chegou a afetar um prédio vizinho. Cerca de 160 agentes do Corpo de Bombeiro permanecem na região para combater as chamas do segundo prédio, que foi esvaziado.

 

"Quando o prédio desmoronou, parecia um tsumami", disse ao jornal Folha de S.Paulo uma mulher de 58 anos que morava no prédio. Deise Silva, 31 anos, estava dormindo quando o fogo começou. "Quando me disseram que havia um incêndio, acordei as crianças e fugi", afirmou.

Cerca de 50 famílias de um movimento de moradia ocupavam o edifício no Largo Paissandu.


 


Um prédio de mais de 20 andares desabou após pegar fogo nas proximidades do Largo Paissandu, centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira, dia 1º de maio. Pelo menos uma pessoa morreu e ainda há desaparecidos. O edifício, que já foi sede da Polícia Federal, estava ocupado por cerca de cinquenta famílias de um movimento de moradia.


 


"Pode haver mais vítimas", disse Max Mena, coronel do Corpo de Bombeiros. A única morte confirmada até o momento é de um homem que estava sendo resgatado por bombeiros quando o prédio desabou. "Nós estávamos tentando salvá-lo, mas infelizmente ele caiu no momento do desabamento. Foi uma tentativa rápida, por uma questão de segundos que não conseguimos", acrescentou Mena.


 


 


PATROCINADORES


Os escombros do edifício de São Paulo depois de vir-se abaixo.


 


 


As chamas começaram por volta das 22h30 de segunda-feira e o fogo se espalhou rapidamente pelos andares e chegou a afetar um prédio vizinho. Cerca de 160 agentes do Corpo de Bombeiro permanecem na região para combater as chamas do segundo prédio, que foi esvaziado.


 


"Quando o prédio desmoronou, parecia um tsumami", disse ao jornal Folha de S.Paulo uma mulher de 58 anos que morava no prédio. Deise Silva, 31 anos, estava dormindo quando o fogo começou. "Quando me disseram que havia um incêndio, acordei as crianças e fugi", afirmou.


Cerca de 50 famílias de um movimento de moradia ocupavam o edifício no Largo Paissandu.



Um prédio de mais de 20 andares desabou após pegar fogo nas proximidades do Largo Paissandu, centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira, dia 1º de maio. Pelo menos uma pessoa morreu e ainda há desaparecidos. O edifício, que já foi sede da Polícia Federal, estava ocupado por cerca de cinquenta famílias de um movimento de moradia.



"Pode haver mais vítimas", disse Max Mena, coronel do Corpo de Bombeiros. A única morte confirmada até o momento é de um homem que estava sendo resgatado por bombeiros quando o prédio desabou. "Nós estávamos tentando salvá-lo, mas infelizmente ele caiu no momento do desabamento. Foi uma tentativa rápida, por uma questão de segundos que não conseguimos", acrescentou Mena.



PATROCINADORES



Os escombros do edifício de São Paulo depois de vir-se abaixo.



As chamas começaram por volta das 22h30 de segunda-feira e o fogo se espalhou rapidamente pelos andares e chegou a afetar um prédio vizinho. Cerca de 160 agentes do Corpo de Bombeiro permanecem na região para combater as chamas do segundo prédio, que foi esvaziado.



"Quando o prédio desmoronou, parecia um tsumami", disse ao jornal Folha de S.Paulo uma mulher de 58 anos que morava no prédio. Deise Silva, 31 anos, estava dormindo quando o fogo começou. "Quando me disseram que havia um incêndio, acordei as crianças e fugi", afirmou.



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