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Sul de Minas

Grupo de proteção ambiental quer regularizar grandes eventos em MG

Publicado por TV Minas em 01/05/2018

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Matéria extraída do G1

 

Medida foi tomada após evento realizado no feriado da Semana Santa levar cerca de 30 mil turistas para o município.

 

Um grupo de proteção ambiental de São Tomé das Letras criou uma petição online para regulamentar a realização de grandes eventos no município. A medida foi tomada após um evento realizado no feriado da Semana Santa.

 

De acordo com a iniciativa, o evento levou cerca de 30 mil turistas para a cidade, que tem pouco mais de 6 mil habitantes. Segundo os moradores, a superlotação causou estragos.

 

Agora membros do grupo “Todos pela água" querem arrecadar 10 mil assinaturas para exigir a regulamentação de eventos com superlotação.

 

“A cidade foi tomada por pessoas e pessoas e pessoas. Não tinha estacionamento direito, filas para restaurante, as pessoas dormiram na rua, dormiram nas praças, dormiram aqui no fundo de casa, em uma captação de chuva que eu faço, porque a cidade não comporta tanta gente de uma vez”, afirma a comerciante Ana Maria Marcondes Sigaud.

 

Para o biólogo Paulo Sampaio, o número excessivo de pessoas no Parque Municipal, que recebe eventos, é uma ameaça à biodiversidade. O biólogo diz ainda que as fogueiras também são outro risco. Uma delas provocou um incêndio no parque Antônio Rosa e destruiu quase três hectares.

 

“A gente tem uma das vegetações mais raras e importantes aqui do nosso país, que é a vegetação do campo rupestre. E ali são plantas raras, estão presentes em listas de plantas ameaçadas de extinção a nível nacional. E essa quantidade de pessoas muito grande, sem caminhos pré-definidos, fez com que elas se espalhassem por todo o parque e pisoteassem essa vegetação que é tão rara”, afirma.

 

“A gente não é contra arte, a gente é contra a quantidade excessiva de gente em um período só. São Tomé não aguenta. É uma cidadezinha construída no topo de uma montanha em área de preservação permanente e onde não tem capacidade para tanta gente”, completa Ana Maria.

 

A petição será enviada a Câmera de Vereadores e à Prefeitura Municipal. O prefeito da cidade, Tomé Reis Alvarenga (MDB), disse que só vai se manifestar quando tiver acesso à petição.

Matéria extraída do G1


 


Medida foi tomada após evento realizado no feriado da Semana Santa levar cerca de 30 mil turistas para o município.


 


Um grupo de proteção ambiental de São Tomé das Letras criou uma petição online para regulamentar a realização de grandes eventos no município. A medida foi tomada após um evento realizado no feriado da Semana Santa.


 


De acordo com a iniciativa, o evento levou cerca de 30 mil turistas para a cidade, que tem pouco mais de 6 mil habitantes. Segundo os moradores, a superlotação causou estragos.


 


Agora membros do grupo “Todos pela água" querem arrecadar 10 mil assinaturas para exigir a regulamentação de eventos com superlotação.


PATROCINADORES

 


“A cidade foi tomada por pessoas e pessoas e pessoas. Não tinha estacionamento direito, filas para restaurante, as pessoas dormiram na rua, dormiram nas praças, dormiram aqui no fundo de casa, em uma captação de chuva que eu faço, porque a cidade não comporta tanta gente de uma vez”, afirma a comerciante Ana Maria Marcondes Sigaud.


 


Para o biólogo Paulo Sampaio, o número excessivo de pessoas no Parque Municipal, que recebe eventos, é uma ameaça à biodiversidade. O biólogo diz ainda que as fogueiras também são outro risco. Uma delas provocou um incêndio no parque Antônio Rosa e destruiu quase três hectares.


 


“A gente tem uma das vegetações mais raras e importantes aqui do nosso país, que é a vegetação do campo rupestre. E ali são plantas raras, estão presentes em listas de plantas ameaçadas de extinção a nível nacional. E essa quantidade de pessoas muito grande, sem caminhos pré-definidos, fez com que elas se espalhassem por todo o parque e pisoteassem essa vegetação que é tão rara”, afirma.


 


“A gente não é contra arte, a gente é contra a quantidade excessiva de gente em um período só. São Tomé não aguenta. É uma cidadezinha construída no topo de uma montanha em área de preservação permanente e onde não tem capacidade para tanta gente”, completa Ana Maria.


 


A petição será enviada a Câmera de Vereadores e à Prefeitura Municipal. O prefeito da cidade, Tomé Reis Alvarenga (MDB), disse que só vai se manifestar quando tiver acesso à petição.


Matéria extraída do G1



Medida foi tomada após evento realizado no feriado da Semana Santa levar cerca de 30 mil turistas para o município.



Um grupo de proteção ambiental de São Tomé das Letras criou uma petição online para regulamentar a realização de grandes eventos no município. A medida foi tomada após um evento realizado no feriado da Semana Santa.



PATROCINADORES

De acordo com a iniciativa, o evento levou cerca de 30 mil turistas para a cidade, que tem pouco mais de 6 mil habitantes. Segundo os moradores, a superlotação causou estragos.



Agora membros do grupo “Todos pela água" querem arrecadar 10 mil assinaturas para exigir a regulamentação de eventos com superlotação.



“A cidade foi tomada por pessoas e pessoas e pessoas. Não tinha estacionamento direito, filas para restaurante, as pessoas dormiram na rua, dormiram nas praças, dormiram aqui no fundo de casa, em uma captação de chuva que eu faço, porque a cidade não comporta tanta gente de uma vez”, afirma a comerciante Ana Maria Marcondes Sigaud.



PATROCINADORES

Para o biólogo Paulo Sampaio, o número excessivo de pessoas no Parque Municipal, que recebe eventos, é uma ameaça à biodiversidade. O biólogo diz ainda que as fogueiras também são outro risco. Uma delas provocou um incêndio no parque Antônio Rosa e destruiu quase três hectares.



“A gente tem uma das vegetações mais raras e importantes aqui do nosso país, que é a vegetação do campo rupestre. E ali são plantas raras, estão presentes em listas de plantas ameaçadas de extinção a nível nacional. E essa quantidade de pessoas muito grande, sem caminhos pré-definidos, fez com que elas se espalhassem por todo o parque e pisoteassem essa vegetação que é tão rara”, afirma.



“A gente não é contra arte, a gente é contra a quantidade excessiva de gente em um período só. São Tomé não aguenta. É uma cidadezinha construída no topo de uma montanha em área de preservação permanente e onde não tem capacidade para tanta gente”, completa Ana Maria.



A petição será enviada a Câmera de Vereadores e à Prefeitura Municipal. O prefeito da cidade, Tomé Reis Alvarenga (MDB), disse que só vai se manifestar quando tiver acesso à petição.



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