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Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Neon

Publicado por TV Minas em 04/05/2018

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BC constatou comprometimento da situação econômico-financeira e a existência de graves violações às normas legais.

 

O Banco Central (BC) decretou nesta sexta-feira, 4, a liquidação extrajudicial do Banco Neon, entidade com sede em Belo Horizonte. A supervisão do BC constatou o comprometimento da situação econômico-financeira, bem como a existência de graves violações às normas legais e regulamentares que disciplinam a atividade da instituição.

 

O Neon, instituição financeira de pequeno porte, detém 0,0038% dos ativos do sistema bancário e está autorizado a operar como banco comercial. Possui apenas uma agência, localizada em Belo Horizonte.

 

Em nota, a autoridade monetária disse que está adotando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, em observância às suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. Os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição estão indisponíveis.

 

“Cabe registrar que as irregularidades encontradas no Banco Neon não estão relacionadas com a abertura e movimentação de conta digital ou com a emissão de cartões pré-pagos, objeto de acordo operacional com a empresa Neon Pagamentos para estruturação de plataforma de banco digital integrada com a gestão de contas de pagamento”, diz a nota do BC.

 

Segundo a instituição, o liquidante adotará as providências necessárias para o levantamento dos saldos dos cartões pré-pagos para a devida restituição, bem como dos valores relativos às coberturas do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com a celeridade possível. Os demais credores serão informados pelo liquidante a respeito das providências para habilitação de seus créditos.

 

O Neon, que foi criado há dois anos e meio, tem cerca de 600 mil clientes e a meta, segundo o fundador Pedro Conrade, era chegar a 1 milhão de clientes até o fim deste ano.

 

Uma das vantagens anunciadas pelo banco era que nem a conta corrente nem o cartão de crédito, lançado no início de abril, tinha cobrança de tarifas ou mensalidade. 

BC constatou comprometimento da situação econômico-financeira e a existência de graves violações às normas legais.


 


O Banco Central (BC) decretou nesta sexta-feira, 4, a liquidação extrajudicial do Banco Neon, entidade com sede em Belo Horizonte. A supervisão do BC constatou o comprometimento da situação econômico-financeira, bem como a existência de graves violações às normas legais e regulamentares que disciplinam a atividade da instituição.


 


O Neon, instituição financeira de pequeno porte, detém 0,0038% dos ativos do sistema bancário e está autorizado a operar como banco comercial. Possui apenas uma agência, localizada em Belo Horizonte.


 


Em nota, a autoridade monetária disse que está adotando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, em observância às suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. Os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição estão indisponíveis.


PATROCINADORES

 


“Cabe registrar que as irregularidades encontradas no Banco Neon não estão relacionadas com a abertura e movimentação de conta digital ou com a emissão de cartões pré-pagos, objeto de acordo operacional com a empresa Neon Pagamentos para estruturação de plataforma de banco digital integrada com a gestão de contas de pagamento”, diz a nota do BC.


 


Segundo a instituição, o liquidante adotará as providências necessárias para o levantamento dos saldos dos cartões pré-pagos para a devida restituição, bem como dos valores relativos às coberturas do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com a celeridade possível. Os demais credores serão informados pelo liquidante a respeito das providências para habilitação de seus créditos.


 


O Neon, que foi criado há dois anos e meio, tem cerca de 600 mil clientes e a meta, segundo o fundador Pedro Conrade, era chegar a 1 milhão de clientes até o fim deste ano.


 


Uma das vantagens anunciadas pelo banco era que nem a conta corrente nem o cartão de crédito, lançado no início de abril, tinha cobrança de tarifas ou mensalidade. 


BC constatou comprometimento da situação econômico-financeira e a existência de graves violações às normas legais.



O Banco Central (BC) decretou nesta sexta-feira, 4, a liquidação extrajudicial do Banco Neon, entidade com sede em Belo Horizonte. A supervisão do BC constatou o comprometimento da situação econômico-financeira, bem como a existência de graves violações às normas legais e regulamentares que disciplinam a atividade da instituição.



O Neon, instituição financeira de pequeno porte, detém 0,0038% dos ativos do sistema bancário e está autorizado a operar como banco comercial. Possui apenas uma agência, localizada em Belo Horizonte.



PATROCINADORES

Em nota, a autoridade monetária disse que está adotando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, em observância às suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. Os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição estão indisponíveis.



“Cabe registrar que as irregularidades encontradas no Banco Neon não estão relacionadas com a abertura e movimentação de conta digital ou com a emissão de cartões pré-pagos, objeto de acordo operacional com a empresa Neon Pagamentos para estruturação de plataforma de banco digital integrada com a gestão de contas de pagamento”, diz a nota do BC.



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Segundo a instituição, o liquidante adotará as providências necessárias para o levantamento dos saldos dos cartões pré-pagos para a devida restituição, bem como dos valores relativos às coberturas do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com a celeridade possível. Os demais credores serão informados pelo liquidante a respeito das providências para habilitação de seus créditos.



O Neon, que foi criado há dois anos e meio, tem cerca de 600 mil clientes e a meta, segundo o fundador Pedro Conrade, era chegar a 1 milhão de clientes até o fim deste ano.



Uma das vantagens anunciadas pelo banco era que nem a conta corrente nem o cartão de crédito, lançado no início de abril, tinha cobrança de tarifas ou mensalidade. 



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