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Esporte

Cristiano Felício analisa temporada dos Bulls e futuro na seleção

Publicado por TV Minas em 04/05/2018

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Conversamos com o pivô brasileiro do Chicago Bulls, que não deixou pergunta sem resposta. Confira!

 

Enquanto curte as férias no Brasil, Cristiano Felício não para de pensar em basquete. O pivo do Chicago Bulls participou de uma entrevista coletiva na última semana, na sede da Nestlé, parte de uma ação promocional da Nescau, e ao lado do troféu Larry O’Brien, comentou diversos assuntos importantes sobre sua carreira.

 

Vindo de mais uma temporada de crescimento na NBA, Felício conseguiu médias de 17,8 minutos em quadra, 5,6 pontos por jogo e 4,2 rebotes. E atingiu alguns recordes pessoais, como os 17 pontos contra o New York Knicks na partida de 19 de março desde ano, e os 16 rebotes diante do Orlando Magic, dia 30 do mesmo mês.

 

 No bate-papo, ele falou de seu momento nos Bulls, o agressivo rebuild da franquia e também a expectativa de ser convocado em breve pelo técnico Aleksandar Petrovic para a seleção brasileira. Não sem antes revelar que o queijo de Minas Gerais é muito melhor que o americano!

 

Confira o bate-papo de Cristiano Felício com a equipe do The Playoffs e os jornalistas presentes ao evento:

 

 

Trabalho de Fred Hoiberg (Técnico dos Bulls)

 

“A evolução dele foi muito grande. No começo todo mundo fica com um pé atrás, como ficou comigo, mas ele é um técnico muito esforçado, que entende muito de basquete. Ele está rodeado de jogadores de potencial, esteve com outros experientes no passado e aproveitou o conhecimento desses jogadores, juntou ao conhecimento que ele já tem. Eu também vou no mesmo caminho, cheguei com jogadores muito experientes, que falavam comigo nos treinos e jogos. Eu tentei colocar essa experiência que me passaram em quadra. Isso com certeza ajuda”.

 

 

Evolução pessoal na NBA

 

“O primeiro ano, eu não era muito conhecido nos Estados Unidos, um jogador muito cru ainda, eu fiquei treinando à parte nos primeiros 4 ou 5 meses, fiquei dentro de quadra, na academia, até para agilizar esse processo de criar um corpo, ficar mais rápido dentro de quadra. E no final da temporada eu fui muito bem, com os minutos que o técnico me deu. Estava rodeado de jogadores experientes, então isso me ajudou bastante também nesse crescimento. Na temporada que acabou agora, não tivemos mais tantos jogadores experiente. Então a gente tinha que ‘criar” essa experiência, criar jogadas, ter mais responsabilidade. Acredito que eu ganhei bastante com isso. Ganhei mais experiência, mais coragem, passei a depender menos de jogadores experientes”.

 

 

Diferença do jogo do Brasil para a NBA

 

“Eu não precisei melhorar muito [na parte física]. Aqui no Brasil eu já estava bem forte e tinha essa velocidade também. Mas o jogo lá é um pouco mais rápido, muito corrida, muito físico. Os jogadores são muito fortes, se deslocam rápido. Eu tive que me adaptar a isso e eu com certeza consegui isso pelos 4, 5 meses que eu fiquei lá (em preparação)”.

 

 

Rebuild dos Bulls

 

Foi uma temporada mais difícil que as outras duas, porque teve essa questão de reestruturar o time. Mas a gente sabia que as vitórias não seriam agora, seriam daqui 1, 2 anos. A gente tentava entrar em quadra e jogar o melhor basquete possível, tentar se entrosar para que nos futuro a gente tenha esse entrosamento e possa crescer na liga. Não foi uma temporada perdida, foi uma temporada de muita experiência pra todos e acredito que no futuro vamos colher os frutos disso.

 

 

Expectativas para a próxima temporada

 

“É sempre a melhor possível. Acabamos a temporada numa crescente, temos jogadores que acabaram não jogando no final da temporada e que podem ajudar ainda mais no crescimento da equipe nos próximos anos. Essa uma visão não só minha, mas de todos os jogadores, técnico, comissão técnica, diretores, todos têm uma pensamento muito grande para as próximas temporadas”.

 

 

O que representa jogar no Bulls

 

“Representa muita coisa. Vestir a camisa dos Bulls, franquia campeã da NBA seis vezes, equipe em que o maior jogador de todos os tempos jogou, teve Scottie Pippen, Steve Kerr, Michael Jordan. Colocar essa camisa é uma honra muito grande e eu procuro entrar dentro de quadra e corresponder da melhor maneira possível. Jogar numa cidade que vive o esporte, ver o quão valioso é cada esporte para a cidade”.

 

 

Seleção e o técnico Petrovic

 

“Tive alguns contatos com ele, sobre as próximas janelas, sobre a equipe. Eu vejo que a seleção brasileira tem jogadores novos muito bons e talentosos, e os jogadores que já estavam, que trazem experiência para os mais novos. E o trabalho que ele (Petrovic) vem fazendo é muito bom, e se eu for chamado nas próximas convocações, farei de tudo para estar nesse grupo e ajudar a seleção a crescer mais. Ele é bem tranquilo, um cara que tá procurando colocar o trabalho dele na seleção. Vejo com bons olhos, assim como todos os jogadores”

 

“Acredito que se o Chicago Bulls me liberar, e não vejo por que não liberar, vamos ver o que vai acontecer, mas tenho grandes chances de estar sim nessa próxima janela (na convocação da seleção brasileira)”

 

 

Passagem pela G-League

 

“A principal diferença que a gente vê é a intensidade do jogo. Não são jogadores tão experientes na G-League. Isso algumas vezes veio de mim, eu pedi para descer, porque não vinha jogando, e queria ganhar esse ritmo de jogo, para depois subir e não ficar tão atrás de quem vinha jogando. E isso me ajudou bastante. Quando eu tive a oportunidade de voltar para o time principal, começando jogo, jogando mais minutos, eu estava com o físico muito bom para poder responder à minutagem que o técnico me dava e corresponder da melhor maneira possível”.

 

 

Ser campeão na NBA pela mãe

 

“Minha mãe, assim como toda minha família, sempre me apoiou. Ela chegou a ter dois empregos para garantir que eu e meus irmãos tivéssemos todas as condições de estudar e nos desenvolver. E quando surgiu a chance no esporte, ela sempre esteve ao meu lado. Trabalho muito para conquistar o título da NBA. E, quando conseguir, o anel de campeão será dela, com toda a certeza”.

Conversamos com o pivô brasileiro do Chicago Bulls, que não deixou pergunta sem resposta. Confira!


 


Enquanto curte as férias no Brasil, Cristiano Felício não para de pensar em basquete. O pivo do Chicago Bulls participou de uma entrevista coletiva na última semana, na sede da Nestlé, parte de uma ação promocional da Nescau, e ao lado do troféu Larry O’Brien, comentou diversos assuntos importantes sobre sua carreira.


 


Vindo de mais uma temporada de crescimento na NBA, Felício conseguiu médias de 17,8 minutos em quadra, 5,6 pontos por jogo e 4,2 rebotes. E atingiu alguns recordes pessoais, como os 17 pontos contra o New York Knicks na partida de 19 de março desde ano, e os 16 rebotes diante do Orlando Magic, dia 30 do mesmo mês.


 


 No bate-papo, ele falou de seu momento nos Bulls, o agressivo rebuild da franquia e também a expectativa de ser convocado em breve pelo técnico Aleksandar Petrovic para a seleção brasileira. Não sem antes revelar que o queijo de Minas Gerais é muito melhor que o americano!


 


Confira o bate-papo de Cristiano Felício com a equipe do The Playoffs e os jornalistas presentes ao evento:


 


 


Trabalho de Fred Hoiberg (Técnico dos Bulls)


 


“A evolução dele foi muito grande. No começo todo mundo fica com um pé atrás, como ficou comigo, mas ele é um técnico muito esforçado, que entende muito de basquete. Ele está rodeado de jogadores de potencial, esteve com outros experientes no passado e aproveitou o conhecimento desses jogadores, juntou ao conhecimento que ele já tem. Eu também vou no mesmo caminho, cheguei com jogadores muito experientes, que falavam comigo nos treinos e jogos. Eu tentei colocar essa experiência que me passaram em quadra. Isso com certeza ajuda”.


 


 


Evolução pessoal na NBA


 


“O primeiro ano, eu não era muito conhecido nos Estados Unidos, um jogador muito cru ainda, eu fiquei treinando à parte nos primeiros 4 ou 5 meses, fiquei dentro de quadra, na academia, até para agilizar esse processo de criar um corpo, ficar mais rápido dentro de quadra. E no final da temporada eu fui muito bem, com os minutos que o técnico me deu. Estava rodeado de jogadores experientes, então isso me ajudou bastante também nesse crescimento. Na temporada que acabou agora, não tivemos mais tantos jogadores experiente. Então a gente tinha que ‘criar” essa experiência, criar jogadas, ter mais responsabilidade. Acredito que eu ganhei bastante com isso. Ganhei mais experiência, mais coragem, passei a depender menos de jogadores experientes”.


 


 


Diferença do jogo do Brasil para a NBA


 


“Eu não precisei melhorar muito [na parte física]. Aqui no Brasil eu já estava bem forte e tinha essa velocidade também. Mas o jogo lá é um pouco mais rápido, muito corrida, muito físico. Os jogadores são muito fortes, se deslocam rápido. Eu tive que me adaptar a isso e eu com certeza consegui isso pelos 4, 5 meses que eu fiquei lá (em preparação)”.


 


 


Rebuild dos Bulls


 


PATROCINADORES

Foi uma temporada mais difícil que as outras duas, porque teve essa questão de reestruturar o time. Mas a gente sabia que as vitórias não seriam agora, seriam daqui 1, 2 anos. A gente tentava entrar em quadra e jogar o melhor basquete possível, tentar se entrosar para que nos futuro a gente tenha esse entrosamento e possa crescer na liga. Não foi uma temporada perdida, foi uma temporada de muita experiência pra todos e acredito que no futuro vamos colher os frutos disso.


 


 


Expectativas para a próxima temporada


 


“É sempre a melhor possível. Acabamos a temporada numa crescente, temos jogadores que acabaram não jogando no final da temporada e que podem ajudar ainda mais no crescimento da equipe nos próximos anos. Essa uma visão não só minha, mas de todos os jogadores, técnico, comissão técnica, diretores, todos têm uma pensamento muito grande para as próximas temporadas”.


 


 


O que representa jogar no Bulls


 


“Representa muita coisa. Vestir a camisa dos Bulls, franquia campeã da NBA seis vezes, equipe em que o maior jogador de todos os tempos jogou, teve Scottie Pippen, Steve Kerr, Michael Jordan. Colocar essa camisa é uma honra muito grande e eu procuro entrar dentro de quadra e corresponder da melhor maneira possível. Jogar numa cidade que vive o esporte, ver o quão valioso é cada esporte para a cidade”.


 


 


Seleção e o técnico Petrovic


 


“Tive alguns contatos com ele, sobre as próximas janelas, sobre a equipe. Eu vejo que a seleção brasileira tem jogadores novos muito bons e talentosos, e os jogadores que já estavam, que trazem experiência para os mais novos. E o trabalho que ele (Petrovic) vem fazendo é muito bom, e se eu for chamado nas próximas convocações, farei de tudo para estar nesse grupo e ajudar a seleção a crescer mais. Ele é bem tranquilo, um cara que tá procurando colocar o trabalho dele na seleção. Vejo com bons olhos, assim como todos os jogadores”


 


“Acredito que se o Chicago Bulls me liberar, e não vejo por que não liberar, vamos ver o que vai acontecer, mas tenho grandes chances de estar sim nessa próxima janela (na convocação da seleção brasileira)”


 


 


Passagem pela G-League


 


“A principal diferença que a gente vê é a intensidade do jogo. Não são jogadores tão experientes na G-League. Isso algumas vezes veio de mim, eu pedi para descer, porque não vinha jogando, e queria ganhar esse ritmo de jogo, para depois subir e não ficar tão atrás de quem vinha jogando. E isso me ajudou bastante. Quando eu tive a oportunidade de voltar para o time principal, começando jogo, jogando mais minutos, eu estava com o físico muito bom para poder responder à minutagem que o técnico me dava e corresponder da melhor maneira possível”.


 


 


Ser campeão na NBA pela mãe


 


“Minha mãe, assim como toda minha família, sempre me apoiou. Ela chegou a ter dois empregos para garantir que eu e meus irmãos tivéssemos todas as condições de estudar e nos desenvolver. E quando surgiu a chance no esporte, ela sempre esteve ao meu lado. Trabalho muito para conquistar o título da NBA. E, quando conseguir, o anel de campeão será dela, com toda a certeza”.


Conversamos com o pivô brasileiro do Chicago Bulls, que não deixou pergunta sem resposta. Confira!



Enquanto curte as férias no Brasil, Cristiano Felício não para de pensar em basquete. O pivo do Chicago Bulls participou de uma entrevista coletiva na última semana, na sede da Nestlé, parte de uma ação promocional da Nescau, e ao lado do troféu Larry O’Brien, comentou diversos assuntos importantes sobre sua carreira.



Vindo de mais uma temporada de crescimento na NBA, Felício conseguiu médias de 17,8 minutos em quadra, 5,6 pontos por jogo e 4,2 rebotes. E atingiu alguns recordes pessoais, como os 17 pontos contra o New York Knicks na partida de 19 de março desde ano, e os 16 rebotes diante do Orlando Magic, dia 30 do mesmo mês.



 No bate-papo, ele falou de seu momento nos Bulls, o agressivo rebuild da franquia e também a expectativa de ser convocado em breve pelo técnico Aleksandar Petrovic para a seleção brasileira. Não sem antes revelar que o queijo de Minas Gerais é muito melhor que o americano!



Confira o bate-papo de Cristiano Felício com a equipe do The Playoffs e os jornalistas presentes ao evento:



Trabalho de Fred Hoiberg (Técnico dos Bulls)



“A evolução dele foi muito grande. No começo todo mundo fica com um pé atrás, como ficou comigo, mas ele é um técnico muito esforçado, que entende muito de basquete. Ele está rodeado de jogadores de potencial, esteve com outros experientes no passado e aproveitou o conhecimento desses jogadores, juntou ao conhecimento que ele já tem. Eu também vou no mesmo caminho, cheguei com jogadores muito experientes, que falavam comigo nos treinos e jogos. Eu tentei colocar essa experiência que me passaram em quadra. Isso com certeza ajuda”.



Evolução pessoal na NBA



PATROCINADORES

“O primeiro ano, eu não era muito conhecido nos Estados Unidos, um jogador muito cru ainda, eu fiquei treinando à parte nos primeiros 4 ou 5 meses, fiquei dentro de quadra, na academia, até para agilizar esse processo de criar um corpo, ficar mais rápido dentro de quadra. E no final da temporada eu fui muito bem, com os minutos que o técnico me deu. Estava rodeado de jogadores experientes, então isso me ajudou bastante também nesse crescimento. Na temporada que acabou agora, não tivemos mais tantos jogadores experiente. Então a gente tinha que ‘criar” essa experiência, criar jogadas, ter mais responsabilidade. Acredito que eu ganhei bastante com isso. Ganhei mais experiência, mais coragem, passei a depender menos de jogadores experientes”.



Diferença do jogo do Brasil para a NBA



“Eu não precisei melhorar muito [na parte física]. Aqui no Brasil eu já estava bem forte e tinha essa velocidade também. Mas o jogo lá é um pouco mais rápido, muito corrida, muito físico. Os jogadores são muito fortes, se deslocam rápido. Eu tive que me adaptar a isso e eu com certeza consegui isso pelos 4, 5 meses que eu fiquei lá (em preparação)”.



Rebuild dos Bulls



Foi uma temporada mais difícil que as outras duas, porque teve essa questão de reestruturar o time. Mas a gente sabia que as vitórias não seriam agora, seriam daqui 1, 2 anos. A gente tentava entrar em quadra e jogar o melhor basquete possível, tentar se entrosar para que nos futuro a gente tenha esse entrosamento e possa crescer na liga. Não foi uma temporada perdida, foi uma temporada de muita experiência pra todos e acredito que no futuro vamos colher os frutos disso.



Expectativas para a próxima temporada



“É sempre a melhor possível. Acabamos a temporada numa crescente, temos jogadores que acabaram não jogando no final da temporada e que podem ajudar ainda mais no crescimento da equipe nos próximos anos. Essa uma visão não só minha, mas de todos os jogadores, técnico, comissão técnica, diretores, todos têm uma pensamento muito grande para as próximas temporadas”.



PATROCINADORES

O que representa jogar no Bulls



“Representa muita coisa. Vestir a camisa dos Bulls, franquia campeã da NBA seis vezes, equipe em que o maior jogador de todos os tempos jogou, teve Scottie Pippen, Steve Kerr, Michael Jordan. Colocar essa camisa é uma honra muito grande e eu procuro entrar dentro de quadra e corresponder da melhor maneira possível. Jogar numa cidade que vive o esporte, ver o quão valioso é cada esporte para a cidade”.



Seleção e o técnico Petrovic



“Tive alguns contatos com ele, sobre as próximas janelas, sobre a equipe. Eu vejo que a seleção brasileira tem jogadores novos muito bons e talentosos, e os jogadores que já estavam, que trazem experiência para os mais novos. E o trabalho que ele (Petrovic) vem fazendo é muito bom, e se eu for chamado nas próximas convocações, farei de tudo para estar nesse grupo e ajudar a seleção a crescer mais. Ele é bem tranquilo, um cara que tá procurando colocar o trabalho dele na seleção. Vejo com bons olhos, assim como todos os jogadores”



“Acredito que se o Chicago Bulls me liberar, e não vejo por que não liberar, vamos ver o que vai acontecer, mas tenho grandes chances de estar sim nessa próxima janela (na convocação da seleção brasileira)”



Passagem pela G-League



“A principal diferença que a gente vê é a intensidade do jogo. Não são jogadores tão experientes na G-League. Isso algumas vezes veio de mim, eu pedi para descer, porque não vinha jogando, e queria ganhar esse ritmo de jogo, para depois subir e não ficar tão atrás de quem vinha jogando. E isso me ajudou bastante. Quando eu tive a oportunidade de voltar para o time principal, começando jogo, jogando mais minutos, eu estava com o físico muito bom para poder responder à minutagem que o técnico me dava e corresponder da melhor maneira possível”.



Ser campeão na NBA pela mãe



“Minha mãe, assim como toda minha família, sempre me apoiou. Ela chegou a ter dois empregos para garantir que eu e meus irmãos tivéssemos todas as condições de estudar e nos desenvolver. E quando surgiu a chance no esporte, ela sempre esteve ao meu lado. Trabalho muito para conquistar o título da NBA. E, quando conseguir, o anel de campeão será dela, com toda a certeza”.



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