news:

Ciência & Tecnologia

Pesquisadores associam a luz branca do LED ao surgimento de câncer

Publicado por TV Minas em 05/05/2018

foto_principal.jpg

O estudo foi realizado na Inglaterra e avaliou quatro mil pessoas expostas à luz azul artificial.

 

É cientificamente comprovado que luz artificial em excesso prejudica a visão, ainda mais nos dias de hoje, em que somos "bombardeados" todo o tempo pela iluminação brilhante dos LEDs – microlâmpadas presentes nas telas dos smartphones, dos computadores, das TVs modernas e de telões de publicidade em alta definição (espécie de outdoor digital).

 

Existe um efeito nocivo ainda pouco conhecido que pode ser provocado por este tipo de iluminação, chamada, tecnicamente, de luz azul. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, a luz artificial oriunda dos LEDs pode ser responsável por milhares de casos de câncer. A informação foi divulgada pelo site do tabloide britânico The Mirror.

 

O estudo inglês descobriu que, vivendo em grandes cidades, os homens têm duas vezes mais chances de terem câncer de próstata. Já no caso das mulheres, a probabilidade de desenvolverem câncer de mama é uma vez e meia maior. Isso em comparação com pessoas que não habitam regiões metropolitanas que são "bombardeadas" pela luz azul.

 

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram mais de quatro mil voluntários, com idades entre 20 e 85 anos, que vivem em Madri e em Barcelona, as duas maiores cidades da Espanha.

 

Ainda segundo os cientistas, nas metrópoles a incidência de luz artificial é cada vez maior. Isso porque a iluminação pública, tradicionalmente feita por lâmpadas comuns (vapor de sódio) brancas ou amarelas, estão sendo substituídas rapidamente pelos LEDs, o que aumenta ainda mais a incidência do espectro de luz prejudicial. Logo, cresce também o risco de câncer, como aponta a pesquisa da Universidade de Exeter.

 

 

Melatonina

 

Os pesquisadores lembram que a luz azul artificial reduz no organismo os níveis de melatonina – hormônio responsável pelo sono. Isso leva a um aumento da quantidade de estrogênio (hormônio feminino) no corpo, fator apontado pelos cientistas como responsável pelo surgimento do câncer de mama.

 

A redução de melatonina também causa distúrbios genéticos e enfraquecimento do sistema imunológico, o que pode aumentar o risco de câncer de próstata, de acordo com os pesquisadores da Inglaterra.

O estudo foi realizado na Inglaterra e avaliou quatro mil pessoas expostas à luz azul artificial.


 


É cientificamente comprovado que luz artificial em excesso prejudica a visão, ainda mais nos dias de hoje, em que somos "bombardeados" todo o tempo pela iluminação brilhante dos LEDs – microlâmpadas presentes nas telas dos smartphones, dos computadores, das TVs modernas e de telões de publicidade em alta definição (espécie de outdoor digital).


 


Existe um efeito nocivo ainda pouco conhecido que pode ser provocado por este tipo de iluminação, chamada, tecnicamente, de luz azul. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, a luz artificial oriunda dos LEDs pode ser responsável por milhares de casos de câncer. A informação foi divulgada pelo site do tabloide britânico The Mirror.


 


O estudo inglês descobriu que, vivendo em grandes cidades, os homens têm duas vezes mais chances de terem câncer de próstata. Já no caso das mulheres, a probabilidade de desenvolverem câncer de mama é uma vez e meia maior. Isso em comparação com pessoas que não habitam regiões metropolitanas que são "bombardeadas" pela luz azul.


 


Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram mais de quatro mil voluntários, com idades entre 20 e 85 anos, que vivem em Madri e em Barcelona, as duas maiores cidades da Espanha.


PATROCINADORES

 


Ainda segundo os cientistas, nas metrópoles a incidência de luz artificial é cada vez maior. Isso porque a iluminação pública, tradicionalmente feita por lâmpadas comuns (vapor de sódio) brancas ou amarelas, estão sendo substituídas rapidamente pelos LEDs, o que aumenta ainda mais a incidência do espectro de luz prejudicial. Logo, cresce também o risco de câncer, como aponta a pesquisa da Universidade de Exeter.


 


 


Melatonina


 


Os pesquisadores lembram que a luz azul artificial reduz no organismo os níveis de melatonina – hormônio responsável pelo sono. Isso leva a um aumento da quantidade de estrogênio (hormônio feminino) no corpo, fator apontado pelos cientistas como responsável pelo surgimento do câncer de mama.


 


A redução de melatonina também causa distúrbios genéticos e enfraquecimento do sistema imunológico, o que pode aumentar o risco de câncer de próstata, de acordo com os pesquisadores da Inglaterra.


O estudo foi realizado na Inglaterra e avaliou quatro mil pessoas expostas à luz azul artificial.



É cientificamente comprovado que luz artificial em excesso prejudica a visão, ainda mais nos dias de hoje, em que somos "bombardeados" todo o tempo pela iluminação brilhante dos LEDs – microlâmpadas presentes nas telas dos smartphones, dos computadores, das TVs modernas e de telões de publicidade em alta definição (espécie de outdoor digital).



Existe um efeito nocivo ainda pouco conhecido que pode ser provocado por este tipo de iluminação, chamada, tecnicamente, de luz azul. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, a luz artificial oriunda dos LEDs pode ser responsável por milhares de casos de câncer. A informação foi divulgada pelo site do tabloide britânico The Mirror.



PATROCINADORES

O estudo inglês descobriu que, vivendo em grandes cidades, os homens têm duas vezes mais chances de terem câncer de próstata. Já no caso das mulheres, a probabilidade de desenvolverem câncer de mama é uma vez e meia maior. Isso em comparação com pessoas que não habitam regiões metropolitanas que são "bombardeadas" pela luz azul.



Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram mais de quatro mil voluntários, com idades entre 20 e 85 anos, que vivem em Madri e em Barcelona, as duas maiores cidades da Espanha.



Ainda segundo os cientistas, nas metrópoles a incidência de luz artificial é cada vez maior. Isso porque a iluminação pública, tradicionalmente feita por lâmpadas comuns (vapor de sódio) brancas ou amarelas, estão sendo substituídas rapidamente pelos LEDs, o que aumenta ainda mais a incidência do espectro de luz prejudicial. Logo, cresce também o risco de câncer, como aponta a pesquisa da Universidade de Exeter.



PATROCINADORES

Melatonina



Os pesquisadores lembram que a luz azul artificial reduz no organismo os níveis de melatonina – hormônio responsável pelo sono. Isso leva a um aumento da quantidade de estrogênio (hormônio feminino) no corpo, fator apontado pelos cientistas como responsável pelo surgimento do câncer de mama.



A redução de melatonina também causa distúrbios genéticos e enfraquecimento do sistema imunológico, o que pode aumentar o risco de câncer de próstata, de acordo com os pesquisadores da Inglaterra.



Veja Também