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Adalclever exonera funcionários indicados pelo PT na Assembleia de Minas

Publicado por TV Minas em 06/05/2018

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Corte de 62 comissionados foi publicado na edição deste sábado do Diário do Legislativo. Maioria dos exonerados era lotada na liderança do governo.

 

A edição deste sábado do Diário do Legislativo trouxe a exoneração de 62 funcionários comissionados lotados no Gabinete da Liderança do Governo e na Presidência da Assembleia Legislativa. As exonerações foram assinadas pelo presidente da Casa, Adalclever Lopes (MDB). 

 

Alguns dos comissionados lotados na Presidência eram cedidos para a liderança do governo. O líder do governo na Casa, Durval Ângelo, está viajando pelo interior e não foi localizado pela reportagem para comentar o assunto. 

 

Nos bastidores, são duas as explicações para as exonerações. A primeira delas seria uma retaliação do MDB ao PT. 

 

O rompimento das legendas no Legislativo começou com o acolhimento do pedido de impeachment contra o governador Fernando Pimentel – cuja tramitação está suspensa até terça-feira – e culminou com a aprovação da tese de candidatura própria do MDB ao Palácio da Liberdade, nas prévias realizadas no último dia 1º. 

 

Logo após o encontro, o presidente do MDB estadual e vice-governador Antônio Andrade defendeu que os filiados do partido deveriam deixar os cargos ocupados no governo estadual – com exceção dele, porque foi “eleito democraticamente”. 

 

Há quem diga ainda que os nomes foram cortados porque Durval Ângelo será indicado ainda esta semana para a vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE) aberta com a morte, no mês passado, da conselheira Adrienne Andrade. A vaga é de indicação do Executivo. 

 

Caso Durval vá mesmo para o Tribunal de Contas, a expectativa é que o posto seja assumido por um deputado do MDB, provavelmente João Magalhães.

Corte de 62 comissionados foi publicado na edição deste sábado do Diário do Legislativo. Maioria dos exonerados era lotada na liderança do governo.


 


A edição deste sábado do Diário do Legislativo trouxe a exoneração de 62 funcionários comissionados lotados no Gabinete da Liderança do Governo e na Presidência da Assembleia Legislativa. As exonerações foram assinadas pelo presidente da Casa, Adalclever Lopes (MDB). 


 


Alguns dos comissionados lotados na Presidência eram cedidos para a liderança do governo. O líder do governo na Casa, Durval Ângelo, está viajando pelo interior e não foi localizado pela reportagem para comentar o assunto. 


 


Nos bastidores, são duas as explicações para as exonerações. A primeira delas seria uma retaliação do MDB ao PT. 


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O rompimento das legendas no Legislativo começou com o acolhimento do pedido de impeachment contra o governador Fernando Pimentel – cuja tramitação está suspensa até terça-feira – e culminou com a aprovação da tese de candidatura própria do MDB ao Palácio da Liberdade, nas prévias realizadas no último dia 1º. 


 


Logo após o encontro, o presidente do MDB estadual e vice-governador Antônio Andrade defendeu que os filiados do partido deveriam deixar os cargos ocupados no governo estadual – com exceção dele, porque foi “eleito democraticamente”. 


 


Há quem diga ainda que os nomes foram cortados porque Durval Ângelo será indicado ainda esta semana para a vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE) aberta com a morte, no mês passado, da conselheira Adrienne Andrade. A vaga é de indicação do Executivo. 


 


Caso Durval vá mesmo para o Tribunal de Contas, a expectativa é que o posto seja assumido por um deputado do MDB, provavelmente João Magalhães.


Corte de 62 comissionados foi publicado na edição deste sábado do Diário do Legislativo. Maioria dos exonerados era lotada na liderança do governo.



A edição deste sábado do Diário do Legislativo trouxe a exoneração de 62 funcionários comissionados lotados no Gabinete da Liderança do Governo e na Presidência da Assembleia Legislativa. As exonerações foram assinadas pelo presidente da Casa, Adalclever Lopes (MDB). 



Alguns dos comissionados lotados na Presidência eram cedidos para a liderança do governo. O líder do governo na Casa, Durval Ângelo, está viajando pelo interior e não foi localizado pela reportagem para comentar o assunto. 



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Nos bastidores, são duas as explicações para as exonerações. A primeira delas seria uma retaliação do MDB ao PT. 



O rompimento das legendas no Legislativo começou com o acolhimento do pedido de impeachment contra o governador Fernando Pimentel – cuja tramitação está suspensa até terça-feira – e culminou com a aprovação da tese de candidatura própria do MDB ao Palácio da Liberdade, nas prévias realizadas no último dia 1º. 



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Logo após o encontro, o presidente do MDB estadual e vice-governador Antônio Andrade defendeu que os filiados do partido deveriam deixar os cargos ocupados no governo estadual – com exceção dele, porque foi “eleito democraticamente”. 



Há quem diga ainda que os nomes foram cortados porque Durval Ângelo será indicado ainda esta semana para a vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE) aberta com a morte, no mês passado, da conselheira Adrienne Andrade. A vaga é de indicação do Executivo. 



Caso Durval vá mesmo para o Tribunal de Contas, a expectativa é que o posto seja assumido por um deputado do MDB, provavelmente João Magalhães.



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