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Okamotto diz que foi a festas no sítio de Atibaia a convite de Marisa

Publicado por TV Minas em 07/05/2018

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Paulo Okamotto e outras quatro pessoas prestaram depoimento na manhã desta segunda-feira (7)..

 

O ex-presidente do Instituto Lula, Paulo Tarciso Okamotto, e outras quatro pessoas foram ouvidas como testemunhas no processo sobre o sítio de Atibaia, atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã desta segunda-feira (7). Nessa ação penal, Lula é réu.

 

O ex-presidente é acusado de receber propina da Odebrecht e da OAS por meio da aquisição e de reformas no Sítio Santa Bárbara. A propriedade está no nome de Fernando Bittar, sócio de um dos filhos de Lula. Entretando, a força-tarefa da Lava Jato afirma que Lula é o real dono do imóvel. O ex-presidente nega.

 

Para o juiz federal Sérgio Moro, Okamoto disse ter frequentado festas no sítio a convite do empresário Fernando Bittar e também de dona Marisa.

 

"Também fui a várias festas, convidado por ele [Bittar], convidado por dona Marisa, festa junina.

 

Também fui outras vezes quando o presidente Lula estava chegando, eu precisava falar com o presidente, ele estava dizendo que estava indo pro sítio, eu acabava me encontrando lá", lembra.

 

Okamotto disse que também tem um sítio na região e que, quando Bittar comprou o sítio, ele queria mostrá-lo para Okamotto e saber onde comprava mudas, adubo. Segundo Okamotto, Bittar pediu uma assessoria e queria mostrar a casa e os lagos do sitío para ele.

 

Ainda durante o depoimento, Okamotto disse que houve um almoço em 2015 no Instituto Lula no qual foi discutida a possibilidade do ex-presidente Lula comprar o sítio de Atibaia.

 

“O presidente Lula, já há algum tempo, achava que precisava comprar o sítio como presente para dona Marisa. Ele tinha um pouco de dúvida, mas ele tinha essa intenção”. Segundo Okamotto, ele não participou do almoço.

 

A ex-primeira-dama morreu no dia 3 de fevereiro de 2017.

 

Lula responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele foi denunciado em maio de 2017 e se tornou réu em agosto no mesmo ano. Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), as melhorias no imóvel totalizaram R$ 1,02 milhão.


Ele nega as acusações e diz não ser o dono do imóvel, que está no nome de sócios de um dos filhos dele. O ex-presidente afirma que todos os bens que pertencem a ele estão declarados à Receita Federal.

 

 

Depoimento de Paulo Fernandes

 

Paulo Fernandes, que é amigo pessoal de Bittar e de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, também foi ouvido nesta manhã. Ele disse que foi mais de duas dezenas de vezes ao sítio e que Lula sempre esteve lá.

 

Ele não soube dizer qual era a relação de Lula com o sítio. Disse, em outro momento, que se dizia que o sítio era de Fernando Bittar. Afirmou, também, que Bittar começou a ir menos ao sítio porque o filho ficou adolescente e não gostava de ir.

 

 

Veja abaixo o diálogo dele com Moro:

 

Moro: E o senhor encontrou o ex-presidente Luiz Inácio em alguma dessas oportunidades?

 

Paulo Fernandes: Sim.

 

Moro: Sempre ele estava lá, ou o senhor encontrava ocasionalmente?

 

Paulo Fernandes: Não, sempre.

 

Moro: E o senhor sabe dizer qual era a relação dele com o sítio?

 

Paulo Fernandes: Não sei dizer.

 

De acordo com a Justiça, mais de 130 pessoas foram arroladas pelas defesas dos réus no processo. Entre elas estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) e a ex-presidente Dilma Rousseff que prestarão depoimentos como testemunhas de defesa de Lula.

 

FHC deve prestar depoimento no dia 28 de maio, por videoconferência de São Paulo, e Dilma Rousseff deve falar no dia 25 de junho, por videoconferência de Porto Alegre.

 

 

Depoimento de Jorge Samek
 

 

O engenheiro Jorge Samek, ex-diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional, também prestou depoimento na condição de testemunha de defesa, nesta segunda-feira.

 

Ele afirmou que o sítio de Atibaia é de Fernando Bittar e que o ex-presidente e Marisa Letícia, ex-primeira-dama, iam frequentemente ao sítio como convidados. No local, gostavam de pescar, assistir a filmes e jogar baralho com o restante do grupo.

 

Samek disse não saber quem pagou a reforma do sítio.

 

Paulo Okamotto e outras quatro pessoas prestaram depoimento na manhã desta segunda-feira (7)..


 


O ex-presidente do Instituto Lula, Paulo Tarciso Okamotto, e outras quatro pessoas foram ouvidas como testemunhas no processo sobre o sítio de Atibaia, atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã desta segunda-feira (7). Nessa ação penal, Lula é réu.


 


O ex-presidente é acusado de receber propina da Odebrecht e da OAS por meio da aquisição e de reformas no Sítio Santa Bárbara. A propriedade está no nome de Fernando Bittar, sócio de um dos filhos de Lula. Entretando, a força-tarefa da Lava Jato afirma que Lula é o real dono do imóvel. O ex-presidente nega.


 


Para o juiz federal Sérgio Moro, Okamoto disse ter frequentado festas no sítio a convite do empresário Fernando Bittar e também de dona Marisa.


 


"Também fui a várias festas, convidado por ele [Bittar], convidado por dona Marisa, festa junina.


 


Também fui outras vezes quando o presidente Lula estava chegando, eu precisava falar com o presidente, ele estava dizendo que estava indo pro sítio, eu acabava me encontrando lá", lembra.


 


Okamotto disse que também tem um sítio na região e que, quando Bittar comprou o sítio, ele queria mostrá-lo para Okamotto e saber onde comprava mudas, adubo. Segundo Okamotto, Bittar pediu uma assessoria e queria mostrar a casa e os lagos do sitío para ele.


 


Ainda durante o depoimento, Okamotto disse que houve um almoço em 2015 no Instituto Lula no qual foi discutida a possibilidade do ex-presidente Lula comprar o sítio de Atibaia.


 


“O presidente Lula, já há algum tempo, achava que precisava comprar o sítio como presente para dona Marisa. Ele tinha um pouco de dúvida, mas ele tinha essa intenção”. Segundo Okamotto, ele não participou do almoço.


 


A ex-primeira-dama morreu no dia 3 de fevereiro de 2017.


 


Lula responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele foi denunciado em maio de 2017 e se tornou réu em agosto no mesmo ano. Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), as melhorias no imóvel totalizaram R$ 1,02 milhão.



Ele nega as acusações e diz não ser o dono do imóvel, que está no nome de sócios de um dos filhos dele. O ex-presidente afirma que todos os bens que pertencem a ele estão declarados à Receita Federal.


 


 


Depoimento de Paulo Fernandes


 


Paulo Fernandes, que é amigo pessoal de Bittar e de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, também foi ouvido nesta manhã. Ele disse que foi mais de duas dezenas de vezes ao sítio e que Lula sempre esteve lá.


 


Ele não soube dizer qual era a relação de Lula com o sítio. Disse, em outro momento, que se dizia que o sítio era de Fernando Bittar. Afirmou, também, que Bittar começou a ir menos ao sítio porque o filho ficou adolescente e não gostava de ir.


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Veja abaixo o diálogo dele com Moro:


 


Moro: E o senhor encontrou o ex-presidente Luiz Inácio em alguma dessas oportunidades?


 


Paulo Fernandes: Sim.


 


Moro: Sempre ele estava lá, ou o senhor encontrava ocasionalmente?


 


Paulo Fernandes: Não, sempre.


 


Moro: E o senhor sabe dizer qual era a relação dele com o sítio?


 


Paulo Fernandes: Não sei dizer.


 


De acordo com a Justiça, mais de 130 pessoas foram arroladas pelas defesas dos réus no processo. Entre elas estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) e a ex-presidente Dilma Rousseff que prestarão depoimentos como testemunhas de defesa de Lula.


 


FHC deve prestar depoimento no dia 28 de maio, por videoconferência de São Paulo, e Dilma Rousseff deve falar no dia 25 de junho, por videoconferência de Porto Alegre.


 


 


Depoimento de Jorge Samek
 


 


O engenheiro Jorge Samek, ex-diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional, também prestou depoimento na condição de testemunha de defesa, nesta segunda-feira.


 


Ele afirmou que o sítio de Atibaia é de Fernando Bittar e que o ex-presidente e Marisa Letícia, ex-primeira-dama, iam frequentemente ao sítio como convidados. No local, gostavam de pescar, assistir a filmes e jogar baralho com o restante do grupo.


 


Samek disse não saber quem pagou a reforma do sítio.


 


Paulo Okamotto e outras quatro pessoas prestaram depoimento na manhã desta segunda-feira (7)..



O ex-presidente do Instituto Lula, Paulo Tarciso Okamotto, e outras quatro pessoas foram ouvidas como testemunhas no processo sobre o sítio de Atibaia, atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã desta segunda-feira (7). Nessa ação penal, Lula é réu.



O ex-presidente é acusado de receber propina da Odebrecht e da OAS por meio da aquisição e de reformas no Sítio Santa Bárbara. A propriedade está no nome de Fernando Bittar, sócio de um dos filhos de Lula. Entretando, a força-tarefa da Lava Jato afirma que Lula é o real dono do imóvel. O ex-presidente nega.



Para o juiz federal Sérgio Moro, Okamoto disse ter frequentado festas no sítio a convite do empresário Fernando Bittar e também de dona Marisa.



"Também fui a várias festas, convidado por ele [Bittar], convidado por dona Marisa, festa junina.



Também fui outras vezes quando o presidente Lula estava chegando, eu precisava falar com o presidente, ele estava dizendo que estava indo pro sítio, eu acabava me encontrando lá", lembra.



Okamotto disse que também tem um sítio na região e que, quando Bittar comprou o sítio, ele queria mostrá-lo para Okamotto e saber onde comprava mudas, adubo. Segundo Okamotto, Bittar pediu uma assessoria e queria mostrar a casa e os lagos do sitío para ele.



Ainda durante o depoimento, Okamotto disse que houve um almoço em 2015 no Instituto Lula no qual foi discutida a possibilidade do ex-presidente Lula comprar o sítio de Atibaia.



“O presidente Lula, já há algum tempo, achava que precisava comprar o sítio como presente para dona Marisa. Ele tinha um pouco de dúvida, mas ele tinha essa intenção”. Segundo Okamotto, ele não participou do almoço.



A ex-primeira-dama morreu no dia 3 de fevereiro de 2017.



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Lula responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele foi denunciado em maio de 2017 e se tornou réu em agosto no mesmo ano. Conforme denúncia do Ministério Público Federal (MPF), as melhorias no imóvel totalizaram R$ 1,02 milhão.




Ele nega as acusações e diz não ser o dono do imóvel, que está no nome de sócios de um dos filhos dele. O ex-presidente afirma que todos os bens que pertencem a ele estão declarados à Receita Federal.



Depoimento de Paulo Fernandes



Paulo Fernandes, que é amigo pessoal de Bittar e de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, também foi ouvido nesta manhã. Ele disse que foi mais de duas dezenas de vezes ao sítio e que Lula sempre esteve lá.



Ele não soube dizer qual era a relação de Lula com o sítio. Disse, em outro momento, que se dizia que o sítio era de Fernando Bittar. Afirmou, também, que Bittar começou a ir menos ao sítio porque o filho ficou adolescente e não gostava de ir.



Veja abaixo o diálogo dele com Moro:



Moro: E o senhor encontrou o ex-presidente Luiz Inácio em alguma dessas oportunidades?



Paulo Fernandes: Sim.



Moro: Sempre ele estava lá, ou o senhor encontrava ocasionalmente?



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Paulo Fernandes: Não, sempre.



Moro: E o senhor sabe dizer qual era a relação dele com o sítio?



Paulo Fernandes: Não sei dizer.



De acordo com a Justiça, mais de 130 pessoas foram arroladas pelas defesas dos réus no processo. Entre elas estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) e a ex-presidente Dilma Rousseff que prestarão depoimentos como testemunhas de defesa de Lula.



FHC deve prestar depoimento no dia 28 de maio, por videoconferência de São Paulo, e Dilma Rousseff deve falar no dia 25 de junho, por videoconferência de Porto Alegre.



Depoimento de Jorge Samek
 



O engenheiro Jorge Samek, ex-diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional, também prestou depoimento na condição de testemunha de defesa, nesta segunda-feira.



Ele afirmou que o sítio de Atibaia é de Fernando Bittar e que o ex-presidente e Marisa Letícia, ex-primeira-dama, iam frequentemente ao sítio como convidados. No local, gostavam de pescar, assistir a filmes e jogar baralho com o restante do grupo.



Samek disse não saber quem pagou a reforma do sítio.



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