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Deputados apontam 'erros' nas investigações da morte da vereadora Marielle

Publicado por TV Minas em 08/05/2018

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Entre os erros apontados pelos parlamentares estão a demora na identificação de que a arma usada no crime. Jean Wyllys diz que delegado afirmou ter informações para chegar aos assassinos de Marielle e Anderson.

 

Parlamentares da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que acompanha as investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco estão reunidos, na manhã desta terça-feira (8), com o delegado Fábio Cardoso, titular da Divisão de Homicídios da Capital. Segundo os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ) e Jean Wyllys (Psol-RJ), eles querem saber as causas do que dizer ser uma série de erros nas investigações do caso.

 

"Vemos isso com enorme preocupação pois trata-se de um crime de enorme repercussão e isso acontece mesmo em um caso grave como esse. Isso nos faz pensar o que ocorre nas outras apurações", explicou Molon.

 

Entre os erros apontados pelos parlamentares estão a demora na identificação de que a arma usada no crime foi uma submetralhadora, a falta de realização de um exame de raio x nos corpos de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes e o fato do carro usado pelas vítimas ter permanecido por dias do lado de fora da DH antes de ser transferido para o Instituto Carlos Éboli.

 

 

Assassinato de vereadora carioca Marielle Franco provocou debate sobre direitos humanos nas redes sociais.

 

 

"Quanto mais tempo se passa menos vestígios se tem. O papel da Comissão Externa é acompanhar as investigações, e a gente vem seguindo esse papel. Criamos um cronograma público para dar uma explicação sobre o que cada instituição esta fazendo. Queremos ouvir dos responsáveis pela investigação porque só agora foi divulgar que a arma do crime e uma submetralhadora", destacou Jean Wyllis.

 

Ao fim da reunião, o deputado Jean Wyllys considerou a reunião "produtiva". Ele afirmou que os parlamentares se comprometeram a não repassar informações para a imprensa.

 

"Várias linhas de investigação que tinham sido tomadas já haviam sido descartadas, o que quer dizer que o cerco sobre o criminoso está se fechando", destacou o parlamentar.

 

De acordo com Wyllys, o delegado Fábio Cardoso afirmou que a investigação é complexa e rigorosa, mas já possui informações suficientes para cruzar os dados e chegar aos assassinos.

 

 

Arma utilizado no assassinato de Marielle e Anderson era uma submetralhadora.

 

 

Reconstituição

 

Na quinta-feira (10), está prevista a reconstituição do crime no local onde os dois foram mortos, no Estácio, Centro do Rio. Mais de 50 dias após as execuções, ainda não há linhas de investigação divulgadas ou suspeitos apontados como mandantes ou executores dos assassinatos.

 

A TV Globo conseguiu rastrear que o carro utilizado no crime de Marielle passou por dois bairros antes de chegar à Lapa, local de onde a vereadora saiu antes de ser morta. O veículo usado no crime é clonado. O RJTV encontrou a compradora do Cobalt original, que foi ouvida na Divisão de Homicídios, responsável pela investigação.

 

A proprietária conseguiu comprovar que o carro estava estacionado no Leblon, na Zona Sul do Rio, no momento do crime. Ele havia sido comprado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, 20 dias antes da morte de Marielle e Anderson. Recentemente, o carro de Marielle passou também por uma nova perícia.

 

 

O carro da vereadora Marielle Franco é levado pela polícia com marcações feitas na lateral e o vidro traseiro estourado, na Rua Joaquim Palhares, região central do Rio de Janeiro.

Entre os erros apontados pelos parlamentares estão a demora na identificação de que a arma usada no crime. Jean Wyllys diz que delegado afirmou ter informações para chegar aos assassinos de Marielle e Anderson.


 


Parlamentares da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que acompanha as investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco estão reunidos, na manhã desta terça-feira (8), com o delegado Fábio Cardoso, titular da Divisão de Homicídios da Capital. Segundo os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ) e Jean Wyllys (Psol-RJ), eles querem saber as causas do que dizer ser uma série de erros nas investigações do caso.


 


"Vemos isso com enorme preocupação pois trata-se de um crime de enorme repercussão e isso acontece mesmo em um caso grave como esse. Isso nos faz pensar o que ocorre nas outras apurações", explicou Molon.


 


Entre os erros apontados pelos parlamentares estão a demora na identificação de que a arma usada no crime foi uma submetralhadora, a falta de realização de um exame de raio x nos corpos de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes e o fato do carro usado pelas vítimas ter permanecido por dias do lado de fora da DH antes de ser transferido para o Instituto Carlos Éboli.


 


 



Assassinato de vereadora carioca Marielle Franco provocou debate sobre direitos humanos nas redes sociais.


 


 


"Quanto mais tempo se passa menos vestígios se tem. O papel da Comissão Externa é acompanhar as investigações, e a gente vem seguindo esse papel. Criamos um cronograma público para dar uma explicação sobre o que cada instituição esta fazendo. Queremos ouvir dos responsáveis pela investigação porque só agora foi divulgar que a arma do crime e uma submetralhadora", destacou Jean Wyllis.


 


Ao fim da reunião, o deputado Jean Wyllys considerou a reunião "produtiva". Ele afirmou que os parlamentares se comprometeram a não repassar informações para a imprensa.


 


"Várias linhas de investigação que tinham sido tomadas já haviam sido descartadas, o que quer dizer que o cerco sobre o criminoso está se fechando", destacou o parlamentar.


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De acordo com Wyllys, o delegado Fábio Cardoso afirmou que a investigação é complexa e rigorosa, mas já possui informações suficientes para cruzar os dados e chegar aos assassinos.


 


 



Arma utilizado no assassinato de Marielle e Anderson era uma submetralhadora.


 


 


Reconstituição


 


Na quinta-feira (10), está prevista a reconstituição do crime no local onde os dois foram mortos, no Estácio, Centro do Rio. Mais de 50 dias após as execuções, ainda não há linhas de investigação divulgadas ou suspeitos apontados como mandantes ou executores dos assassinatos.


 


A TV Globo conseguiu rastrear que o carro utilizado no crime de Marielle passou por dois bairros antes de chegar à Lapa, local de onde a vereadora saiu antes de ser morta. O veículo usado no crime é clonado. O RJTV encontrou a compradora do Cobalt original, que foi ouvida na Divisão de Homicídios, responsável pela investigação.


 


A proprietária conseguiu comprovar que o carro estava estacionado no Leblon, na Zona Sul do Rio, no momento do crime. Ele havia sido comprado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, 20 dias antes da morte de Marielle e Anderson. Recentemente, o carro de Marielle passou também por uma nova perícia.


 


 



O carro da vereadora Marielle Franco é levado pela polícia com marcações feitas na lateral e o vidro traseiro estourado, na Rua Joaquim Palhares, região central do Rio de Janeiro.


Entre os erros apontados pelos parlamentares estão a demora na identificação de que a arma usada no crime. Jean Wyllys diz que delegado afirmou ter informações para chegar aos assassinos de Marielle e Anderson.



Parlamentares da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que acompanha as investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco estão reunidos, na manhã desta terça-feira (8), com o delegado Fábio Cardoso, titular da Divisão de Homicídios da Capital. Segundo os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ) e Jean Wyllys (Psol-RJ), eles querem saber as causas do que dizer ser uma série de erros nas investigações do caso.



"Vemos isso com enorme preocupação pois trata-se de um crime de enorme repercussão e isso acontece mesmo em um caso grave como esse. Isso nos faz pensar o que ocorre nas outras apurações", explicou Molon.



Entre os erros apontados pelos parlamentares estão a demora na identificação de que a arma usada no crime foi uma submetralhadora, a falta de realização de um exame de raio x nos corpos de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes e o fato do carro usado pelas vítimas ter permanecido por dias do lado de fora da DH antes de ser transferido para o Instituto Carlos Éboli.





Assassinato de vereadora carioca Marielle Franco provocou debate sobre direitos humanos nas redes sociais.



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"Quanto mais tempo se passa menos vestígios se tem. O papel da Comissão Externa é acompanhar as investigações, e a gente vem seguindo esse papel. Criamos um cronograma público para dar uma explicação sobre o que cada instituição esta fazendo. Queremos ouvir dos responsáveis pela investigação porque só agora foi divulgar que a arma do crime e uma submetralhadora", destacou Jean Wyllis.



Ao fim da reunião, o deputado Jean Wyllys considerou a reunião "produtiva". Ele afirmou que os parlamentares se comprometeram a não repassar informações para a imprensa.



"Várias linhas de investigação que tinham sido tomadas já haviam sido descartadas, o que quer dizer que o cerco sobre o criminoso está se fechando", destacou o parlamentar.



De acordo com Wyllys, o delegado Fábio Cardoso afirmou que a investigação é complexa e rigorosa, mas já possui informações suficientes para cruzar os dados e chegar aos assassinos.





Arma utilizado no assassinato de Marielle e Anderson era uma submetralhadora.



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Na quinta-feira (10), está prevista a reconstituição do crime no local onde os dois foram mortos, no Estácio, Centro do Rio. Mais de 50 dias após as execuções, ainda não há linhas de investigação divulgadas ou suspeitos apontados como mandantes ou executores dos assassinatos.



A TV Globo conseguiu rastrear que o carro utilizado no crime de Marielle passou por dois bairros antes de chegar à Lapa, local de onde a vereadora saiu antes de ser morta. O veículo usado no crime é clonado. O RJTV encontrou a compradora do Cobalt original, que foi ouvida na Divisão de Homicídios, responsável pela investigação.



A proprietária conseguiu comprovar que o carro estava estacionado no Leblon, na Zona Sul do Rio, no momento do crime. Ele havia sido comprado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, 20 dias antes da morte de Marielle e Anderson. Recentemente, o carro de Marielle passou também por uma nova perícia.





O carro da vereadora Marielle Franco é levado pela polícia com marcações feitas na lateral e o vidro traseiro estourado, na Rua Joaquim Palhares, região central do Rio de Janeiro.



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