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Testemunha acusa vereador e miliciano por morte de Marielle

Publicado por TV Minas em 09/05/2018

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Uma testemunha do caso Marielle Franco disse em depoimento que Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, acusado de chefiar milícia, teriam planejado a execução.

 

Uma testemunha do caso Marielle Franco disse em depoimento, segundo informações do jornal O Globo, que o vereador do Rio, Marcello Siciliano (PHS), e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo - acusado de chefiar milícia - queriam que a vereadora fosse morta. À Divisão de Homicídios, o homem, que trabalhou para um dos mais violentos grupos paramilitares do Rio procurou a polícia para contar, em troca de proteção, datas, horários e locais de reuniões entre Sicilliano e Araújo. Ainda de acordo com a testemunha, as conversas tiveram início em junho. 

 

Segundo o Globo, Siciliano declarou não conhecer Orlando de Curicica. Ele considerou a notícia publicada pelo jornal  "totalmente mentirosa". 

 

A testemunha garantiu que, em junho passado, Marcello Siciliano e Orlando de Curicica se encontraram em um restaurante no bairro do Recreio, Zona Oeste do Rio, e conversaram sobre Marielle. Ela teria presenciado ao menos quatro conversas entre o vereador e o miliciano. Também revelou nomes de quatro pessoas que teriam sido selecionadas para executar Marielle Franco. 

 

"O vereador falou alto: 'Tem que ver a situação da Marielle. A mulher está me atrapalhando'. Depois, bateu forte com a mão na mesa e gritou: 'Marielle, piranha do Freixo'", disse, fazendo referência ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), de quem a vereadora era amiga. Marielle Franco foi assessora do parlamentar à época da CPI das Milícias.


Segundo o depoente, Orlando de Curicica era "uma espécie de capataz" de Marcello Siciliano. "Pelo que sei, era apoio político, mas ouvi comentários de que a milícia agia em grilagem de terras na Zona Oeste, especialmente no Recreio dos Bandeirantes", disse. Ainda de acordo com a testemunha, há apoio de financeiro por parte de Siciliano a inúmeras ações do grupo paramilitar.

 

O homem foi à polícia em três oportunidades. Ele está sob proteção. De acordo com o depoente, ele foi obrigado a trabalhar como segurança de Orlando de Curicica. O delator, diz O Globo, instalava equipamentos de TV a cabo em área controlada pelo grupo paramilitar. 

 

À época do assassinato de Marielle Franco, Marcello Siciliano disse, em nota, ter recebido "com grande pesar a notícia de falecimento". O político também destacou que a vereadora "estava sempre disponível para ajudar no que fosse necessário" e que sua família poderia contar com ele "para ajudar no que for preciso"

Uma testemunha do caso Marielle Franco disse em depoimento que Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, acusado de chefiar milícia, teriam planejado a execução.


 


Uma testemunha do caso Marielle Franco disse em depoimento, segundo informações do jornal O Globo, que o vereador do Rio, Marcello Siciliano (PHS), e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo - acusado de chefiar milícia - queriam que a vereadora fosse morta. À Divisão de Homicídios, o homem, que trabalhou para um dos mais violentos grupos paramilitares do Rio procurou a polícia para contar, em troca de proteção, datas, horários e locais de reuniões entre Sicilliano e Araújo. Ainda de acordo com a testemunha, as conversas tiveram início em junho. 


 


Segundo o Globo, Siciliano declarou não conhecer Orlando de Curicica. Ele considerou a notícia publicada pelo jornal  "totalmente mentirosa". 


 


A testemunha garantiu que, em junho passado, Marcello Siciliano e Orlando de Curicica se encontraram em um restaurante no bairro do Recreio, Zona Oeste do Rio, e conversaram sobre Marielle. Ela teria presenciado ao menos quatro conversas entre o vereador e o miliciano. Também revelou nomes de quatro pessoas que teriam sido selecionadas para executar Marielle Franco. 


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"O vereador falou alto: 'Tem que ver a situação da Marielle. A mulher está me atrapalhando'. Depois, bateu forte com a mão na mesa e gritou: 'Marielle, piranha do Freixo'", disse, fazendo referência ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), de quem a vereadora era amiga. Marielle Franco foi assessora do parlamentar à época da CPI das Milícias.



Segundo o depoente, Orlando de Curicica era "uma espécie de capataz" de Marcello Siciliano. "Pelo que sei, era apoio político, mas ouvi comentários de que a milícia agia em grilagem de terras na Zona Oeste, especialmente no Recreio dos Bandeirantes", disse. Ainda de acordo com a testemunha, há apoio de financeiro por parte de Siciliano a inúmeras ações do grupo paramilitar.


 


O homem foi à polícia em três oportunidades. Ele está sob proteção. De acordo com o depoente, ele foi obrigado a trabalhar como segurança de Orlando de Curicica. O delator, diz O Globo, instalava equipamentos de TV a cabo em área controlada pelo grupo paramilitar. 


 


À época do assassinato de Marielle Franco, Marcello Siciliano disse, em nota, ter recebido "com grande pesar a notícia de falecimento". O político também destacou que a vereadora "estava sempre disponível para ajudar no que fosse necessário" e que sua família poderia contar com ele "para ajudar no que for preciso"


Uma testemunha do caso Marielle Franco disse em depoimento que Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, acusado de chefiar milícia, teriam planejado a execução.



Uma testemunha do caso Marielle Franco disse em depoimento, segundo informações do jornal O Globo, que o vereador do Rio, Marcello Siciliano (PHS), e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo - acusado de chefiar milícia - queriam que a vereadora fosse morta. À Divisão de Homicídios, o homem, que trabalhou para um dos mais violentos grupos paramilitares do Rio procurou a polícia para contar, em troca de proteção, datas, horários e locais de reuniões entre Sicilliano e Araújo. Ainda de acordo com a testemunha, as conversas tiveram início em junho. 



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Segundo o Globo, Siciliano declarou não conhecer Orlando de Curicica. Ele considerou a notícia publicada pelo jornal  "totalmente mentirosa". 



A testemunha garantiu que, em junho passado, Marcello Siciliano e Orlando de Curicica se encontraram em um restaurante no bairro do Recreio, Zona Oeste do Rio, e conversaram sobre Marielle. Ela teria presenciado ao menos quatro conversas entre o vereador e o miliciano. Também revelou nomes de quatro pessoas que teriam sido selecionadas para executar Marielle Franco. 



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"O vereador falou alto: 'Tem que ver a situação da Marielle. A mulher está me atrapalhando'. Depois, bateu forte com a mão na mesa e gritou: 'Marielle, piranha do Freixo'", disse, fazendo referência ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), de quem a vereadora era amiga. Marielle Franco foi assessora do parlamentar à época da CPI das Milícias.




Segundo o depoente, Orlando de Curicica era "uma espécie de capataz" de Marcello Siciliano. "Pelo que sei, era apoio político, mas ouvi comentários de que a milícia agia em grilagem de terras na Zona Oeste, especialmente no Recreio dos Bandeirantes", disse. Ainda de acordo com a testemunha, há apoio de financeiro por parte de Siciliano a inúmeras ações do grupo paramilitar.



O homem foi à polícia em três oportunidades. Ele está sob proteção. De acordo com o depoente, ele foi obrigado a trabalhar como segurança de Orlando de Curicica. O delator, diz O Globo, instalava equipamentos de TV a cabo em área controlada pelo grupo paramilitar. 



À época do assassinato de Marielle Franco, Marcello Siciliano disse, em nota, ter recebido "com grande pesar a notícia de falecimento". O político também destacou que a vereadora "estava sempre disponível para ajudar no que fosse necessário" e que sua família poderia contar com ele "para ajudar no que for preciso"



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