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Engenheiros desvendam mistério de 500 anos na Torre de Pisa

Publicado por TV Minas em 09/05/2018

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Grupo de pesquisadores descobriram o motivo da torre inclinada ter resistido a grandes terremotos ao longo de sua história.

 

Os cinco graus de inclinação na Torre de Pisa a tornaram umas das principais atrações turísticas do mundo. Todo ano, milhares de pessoas visitam o campanário da cidade que empresta nome à torre.

 

Sua construção, iniciada em 1173, deu errado desde o início. Quando ainda contava com apenas três andares, o frágil solo arenoso da região começou a ceder de um lado.

 

Sua construção foi retomada somente em 1272. Para contornar a inclinação, os engenheiros da época tiveram a “brilhante” ideia de construir cada um dos outros cinco andares da torre um pouco mais alto no lado em que estava afundando. A ideia era que, apesar de torta, parecesse normal quando completa

 

Deu ruim. O peso aumentou daquele lado, fazendo com que afundasse no solo ainda mais. Um erro que séculos depois é comemorado por quem trabalha com o turismo nessa região da Toscana. Sua visitação chegou a ser interrompida em 1990, sob o risco de desmoronar, para reabrir em 2011, após uma obra que reduziu a inclinação em 40 centímetros e acabou com o risco de desabamento.

 

Mas o que sempre intrigou os cientistas é como ela se manteve em pé durante séculos, já que além do solo frágil, pelo menos quatro grandes terremotos abalaram a região desde 1280.

 

Agora, um grupo de pesquisa composto por 16 engenheiros, incluindo especialistas em engenharia sísmica e de interação solo-estrutura, decidiu elucidar o mistério de uma vez por todas.

 

"Ironicamente, o mesmo solo que causou a instabilidade inclinada e trouxe a Torre à beira do colapso pode ser creditado por ajudá-lo a sobreviver a esses eventos sísmicos ", concluiu George Mylonakis, do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Bristol.

 

Segundo o estudo, a vulnerabilidade da estrutura faria com que até a atividade sísmica mais moderada causasse sérios danos ou até derrubasse a torre. Isso não acontece graças a um fenômeno chamado “interação dinâmica solo-estrutura”.

 

Seus 58 metros de altura e a rigidez da Torre de Pisa combinada com a maciez do solo da fundação faz com que as características vibracionais da estrutura sejam substancialmente modificadas, de tal maneira que a construção não ressoa com o movimento de um terremoto. Segundo os pesquisadores, a torre seria recordista mundial nesse fenômeno.

Grupo de pesquisadores descobriram o motivo da torre inclinada ter resistido a grandes terremotos ao longo de sua história.


 


Os cinco graus de inclinação na Torre de Pisa a tornaram umas das principais atrações turísticas do mundo. Todo ano, milhares de pessoas visitam o campanário da cidade que empresta nome à torre.


 


Sua construção, iniciada em 1173, deu errado desde o início. Quando ainda contava com apenas três andares, o frágil solo arenoso da região começou a ceder de um lado.


 


Sua construção foi retomada somente em 1272. Para contornar a inclinação, os engenheiros da época tiveram a “brilhante” ideia de construir cada um dos outros cinco andares da torre um pouco mais alto no lado em que estava afundando. A ideia era que, apesar de torta, parecesse normal quando completa


 


Deu ruim. O peso aumentou daquele lado, fazendo com que afundasse no solo ainda mais. Um erro que séculos depois é comemorado por quem trabalha com o turismo nessa região da Toscana. Sua visitação chegou a ser interrompida em 1990, sob o risco de desmoronar, para reabrir em 2011, após uma obra que reduziu a inclinação em 40 centímetros e acabou com o risco de desabamento.


PATROCINADORES

 


Mas o que sempre intrigou os cientistas é como ela se manteve em pé durante séculos, já que além do solo frágil, pelo menos quatro grandes terremotos abalaram a região desde 1280.


 


Agora, um grupo de pesquisa composto por 16 engenheiros, incluindo especialistas em engenharia sísmica e de interação solo-estrutura, decidiu elucidar o mistério de uma vez por todas.


 


"Ironicamente, o mesmo solo que causou a instabilidade inclinada e trouxe a Torre à beira do colapso pode ser creditado por ajudá-lo a sobreviver a esses eventos sísmicos ", concluiu George Mylonakis, do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Bristol.


 


Segundo o estudo, a vulnerabilidade da estrutura faria com que até a atividade sísmica mais moderada causasse sérios danos ou até derrubasse a torre. Isso não acontece graças a um fenômeno chamado “interação dinâmica solo-estrutura”.


 


Seus 58 metros de altura e a rigidez da Torre de Pisa combinada com a maciez do solo da fundação faz com que as características vibracionais da estrutura sejam substancialmente modificadas, de tal maneira que a construção não ressoa com o movimento de um terremoto. Segundo os pesquisadores, a torre seria recordista mundial nesse fenômeno.


Grupo de pesquisadores descobriram o motivo da torre inclinada ter resistido a grandes terremotos ao longo de sua história.



Os cinco graus de inclinação na Torre de Pisa a tornaram umas das principais atrações turísticas do mundo. Todo ano, milhares de pessoas visitam o campanário da cidade que empresta nome à torre.



Sua construção, iniciada em 1173, deu errado desde o início. Quando ainda contava com apenas três andares, o frágil solo arenoso da região começou a ceder de um lado.



PATROCINADORES

Sua construção foi retomada somente em 1272. Para contornar a inclinação, os engenheiros da época tiveram a “brilhante” ideia de construir cada um dos outros cinco andares da torre um pouco mais alto no lado em que estava afundando. A ideia era que, apesar de torta, parecesse normal quando completa



Deu ruim. O peso aumentou daquele lado, fazendo com que afundasse no solo ainda mais. Um erro que séculos depois é comemorado por quem trabalha com o turismo nessa região da Toscana. Sua visitação chegou a ser interrompida em 1990, sob o risco de desmoronar, para reabrir em 2011, após uma obra que reduziu a inclinação em 40 centímetros e acabou com o risco de desabamento.



Mas o que sempre intrigou os cientistas é como ela se manteve em pé durante séculos, já que além do solo frágil, pelo menos quatro grandes terremotos abalaram a região desde 1280.



PATROCINADORES

Agora, um grupo de pesquisa composto por 16 engenheiros, incluindo especialistas em engenharia sísmica e de interação solo-estrutura, decidiu elucidar o mistério de uma vez por todas.



"Ironicamente, o mesmo solo que causou a instabilidade inclinada e trouxe a Torre à beira do colapso pode ser creditado por ajudá-lo a sobreviver a esses eventos sísmicos ", concluiu George Mylonakis, do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Bristol.



Segundo o estudo, a vulnerabilidade da estrutura faria com que até a atividade sísmica mais moderada causasse sérios danos ou até derrubasse a torre. Isso não acontece graças a um fenômeno chamado “interação dinâmica solo-estrutura”.



Seus 58 metros de altura e a rigidez da Torre de Pisa combinada com a maciez do solo da fundação faz com que as características vibracionais da estrutura sejam substancialmente modificadas, de tal maneira que a construção não ressoa com o movimento de um terremoto. Segundo os pesquisadores, a torre seria recordista mundial nesse fenômeno.



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