news:

Notícias

Reconstituição do assassinato de Marielle dura mais de 5 horas

Publicado por TV Minas em 11/05/2018

foto_principal.jpeg

Simulação do momento do crime usou armas e munições reais, para que testemunhas e peritos identifiquem modelo da arma usada e outros detalhes.

 

Terminou às 4h20 desta sexta-feira (11) a reconstituição do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista dela, Anderson Gomes, iniciada às 22h53 desta quinta-feira (10) na esquina das ruas João Paulo I e Joaquim Palhares, no Estácio, região central do Rio, onde o crime foi cometido no dia 14 de março.

 

O modelo da arma usada na emboscada a Marielle, a distância e o ângulo em que os tiros foram disparados e até mesmo o grau de perícia do assassino são algumas das informações que a Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, que investiga o caso, espera obter com a reprodução simulada, que durou cinco horas e meia.

 

A imprensa não pôde acompanhar a reconstituição, da qual participaram peritos da polícia e delegados da Delegacia de Homicídios. O local do crime foi cercado com lona preta. Ao final, nenhum participante da simulação concedeu entrevista à imprensa.

 

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que não presenciou o crime, mas chegou ao local minutos depois, participou da reconstituição, assim como a assessora de Marielle que estava com ela no carro e sobreviveu ao atentado, além de outras testemunhas do crime.

 

Às 2h51 foram ouvidos os primeiros tiros – uma rajada deles. Houve disparos em outros quatro momentos – tanto rajadas como tiros pontuais. Foi usada munição verdadeira para que os peritos avaliassem a repercussão sonora e outras circunstâncias.

 

A reprodução usou armas e munições reais também para que as testemunhas pudessem identificar, por exemplo, o modelo da arma usada no crime por meio do som dos disparos. “Que tipo de disparo foi realizado? Era uma rajada? Era intermitente?”, exemplificou o delegado, que conversou com os jornalistas um pouco antes do início da simulação. “Essas são perguntas importantes para a continuidade das investigações.”, completou.

 

“Essa atividade (a simulação) é muito importante principalmente em investigações complexas como esta”, explicou o delegado Giniton Lages, da Divisão de Homicídios, responsável pela investigação do crime. “Como não temos a imagem do momento do crime, a reprodução simulada é uma ferramenta imprescindível”, disse.

 

Várias câmeras de vigilância registraram o trajeto de Marielle Franco e de seu motorista na noite do crime, dia 14 de março. Imagens colhidas pelos investigadores mostram a parlamentar saindo da Câmara dos Vereadores e pegando o carro para seguir até a Casa das Pretas, na Lapa, no Centro do Rio, onde teve uma reunião com lideranças do movimento negro.

 

Outras imagens mostram quando Marielle, Anderson e uma assessora deixam a Casa das Pretas e têm seu carro seguido por um Cobalt. Entretanto, no local exato em que o veículo é alvejado, as câmeras de segurança da rua não estavam funcionando. E é exatamente este momento que os policiais querem analisar durante a simulação.

 

“Contamos com quatro testemunhas presenciais e elas voltam ao cenário do crime para que através de suas percepções auditivas e visuais possamos reconstruir a dinâmica do crime”, explicou o delegado. As testemunhas seriam pessoas que estavam no local no momento dos assasssinatos.

 

O trânsito nas imediações da esquina das ruas João Paulo I e Joaquim Palhares, no Estácio, no Centro, foi interditado às 20h04, mas os preparativos começaram muito antes, por volta das 10h. Lonas pretas, grades de proteção e sacos de areia foram dispostos na área ao longo do dia.

 

O espaço aéreo sobre a área foi fechado e até o uso de drones foi proibido. A circulação de pedestres também foi interditada e mesmo o trânsito de moradores foi restrito durante toda a simulação. Cerca de 200 homens da PM e do Exército foram mobilizados.

 

Sacos de areia foram dispostos para conter os disparos. Um Gol branco foi levado ao local pela Polícia Civil para se passar pelo veículo em que Marielle estava no momento da execução.

Simulação do momento do crime usou armas e munições reais, para que testemunhas e peritos identifiquem modelo da arma usada e outros detalhes.


 


Terminou às 4h20 desta sexta-feira (11) a reconstituição do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista dela, Anderson Gomes, iniciada às 22h53 desta quinta-feira (10) na esquina das ruas João Paulo I e Joaquim Palhares, no Estácio, região central do Rio, onde o crime foi cometido no dia 14 de março.


 


O modelo da arma usada na emboscada a Marielle, a distância e o ângulo em que os tiros foram disparados e até mesmo o grau de perícia do assassino são algumas das informações que a Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, que investiga o caso, espera obter com a reprodução simulada, que durou cinco horas e meia.


 


A imprensa não pôde acompanhar a reconstituição, da qual participaram peritos da polícia e delegados da Delegacia de Homicídios. O local do crime foi cercado com lona preta. Ao final, nenhum participante da simulação concedeu entrevista à imprensa.


 


O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que não presenciou o crime, mas chegou ao local minutos depois, participou da reconstituição, assim como a assessora de Marielle que estava com ela no carro e sobreviveu ao atentado, além de outras testemunhas do crime.


 


Às 2h51 foram ouvidos os primeiros tiros – uma rajada deles. Houve disparos em outros quatro momentos – tanto rajadas como tiros pontuais. Foi usada munição verdadeira para que os peritos avaliassem a repercussão sonora e outras circunstâncias.


 


A reprodução usou armas e munições reais também para que as testemunhas pudessem identificar, por exemplo, o modelo da arma usada no crime por meio do som dos disparos. “Que tipo de disparo foi realizado? Era uma rajada? Era intermitente?”, exemplificou o delegado, que conversou com os jornalistas um pouco antes do início da simulação. “Essas são perguntas importantes para a continuidade das investigações.”, completou.


PATROCINADORES

 


“Essa atividade (a simulação) é muito importante principalmente em investigações complexas como esta”, explicou o delegado Giniton Lages, da Divisão de Homicídios, responsável pela investigação do crime. “Como não temos a imagem do momento do crime, a reprodução simulada é uma ferramenta imprescindível”, disse.


 


Várias câmeras de vigilância registraram o trajeto de Marielle Franco e de seu motorista na noite do crime, dia 14 de março. Imagens colhidas pelos investigadores mostram a parlamentar saindo da Câmara dos Vereadores e pegando o carro para seguir até a Casa das Pretas, na Lapa, no Centro do Rio, onde teve uma reunião com lideranças do movimento negro.


 


Outras imagens mostram quando Marielle, Anderson e uma assessora deixam a Casa das Pretas e têm seu carro seguido por um Cobalt. Entretanto, no local exato em que o veículo é alvejado, as câmeras de segurança da rua não estavam funcionando. E é exatamente este momento que os policiais querem analisar durante a simulação.


 


“Contamos com quatro testemunhas presenciais e elas voltam ao cenário do crime para que através de suas percepções auditivas e visuais possamos reconstruir a dinâmica do crime”, explicou o delegado. As testemunhas seriam pessoas que estavam no local no momento dos assasssinatos.


 


O trânsito nas imediações da esquina das ruas João Paulo I e Joaquim Palhares, no Estácio, no Centro, foi interditado às 20h04, mas os preparativos começaram muito antes, por volta das 10h. Lonas pretas, grades de proteção e sacos de areia foram dispostos na área ao longo do dia.


 


O espaço aéreo sobre a área foi fechado e até o uso de drones foi proibido. A circulação de pedestres também foi interditada e mesmo o trânsito de moradores foi restrito durante toda a simulação. Cerca de 200 homens da PM e do Exército foram mobilizados.


 


Sacos de areia foram dispostos para conter os disparos. Um Gol branco foi levado ao local pela Polícia Civil para se passar pelo veículo em que Marielle estava no momento da execução.


Simulação do momento do crime usou armas e munições reais, para que testemunhas e peritos identifiquem modelo da arma usada e outros detalhes.



Terminou às 4h20 desta sexta-feira (11) a reconstituição do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista dela, Anderson Gomes, iniciada às 22h53 desta quinta-feira (10) na esquina das ruas João Paulo I e Joaquim Palhares, no Estácio, região central do Rio, onde o crime foi cometido no dia 14 de março.



O modelo da arma usada na emboscada a Marielle, a distância e o ângulo em que os tiros foram disparados e até mesmo o grau de perícia do assassino são algumas das informações que a Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, que investiga o caso, espera obter com a reprodução simulada, que durou cinco horas e meia.



A imprensa não pôde acompanhar a reconstituição, da qual participaram peritos da polícia e delegados da Delegacia de Homicídios. O local do crime foi cercado com lona preta. Ao final, nenhum participante da simulação concedeu entrevista à imprensa.



O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que não presenciou o crime, mas chegou ao local minutos depois, participou da reconstituição, assim como a assessora de Marielle que estava com ela no carro e sobreviveu ao atentado, além de outras testemunhas do crime.



PATROCINADORES

Às 2h51 foram ouvidos os primeiros tiros – uma rajada deles. Houve disparos em outros quatro momentos – tanto rajadas como tiros pontuais. Foi usada munição verdadeira para que os peritos avaliassem a repercussão sonora e outras circunstâncias.



A reprodução usou armas e munições reais também para que as testemunhas pudessem identificar, por exemplo, o modelo da arma usada no crime por meio do som dos disparos. “Que tipo de disparo foi realizado? Era uma rajada? Era intermitente?”, exemplificou o delegado, que conversou com os jornalistas um pouco antes do início da simulação. “Essas são perguntas importantes para a continuidade das investigações.”, completou.



“Essa atividade (a simulação) é muito importante principalmente em investigações complexas como esta”, explicou o delegado Giniton Lages, da Divisão de Homicídios, responsável pela investigação do crime. “Como não temos a imagem do momento do crime, a reprodução simulada é uma ferramenta imprescindível”, disse.



Várias câmeras de vigilância registraram o trajeto de Marielle Franco e de seu motorista na noite do crime, dia 14 de março. Imagens colhidas pelos investigadores mostram a parlamentar saindo da Câmara dos Vereadores e pegando o carro para seguir até a Casa das Pretas, na Lapa, no Centro do Rio, onde teve uma reunião com lideranças do movimento negro.



PATROCINADORES

Outras imagens mostram quando Marielle, Anderson e uma assessora deixam a Casa das Pretas e têm seu carro seguido por um Cobalt. Entretanto, no local exato em que o veículo é alvejado, as câmeras de segurança da rua não estavam funcionando. E é exatamente este momento que os policiais querem analisar durante a simulação.



“Contamos com quatro testemunhas presenciais e elas voltam ao cenário do crime para que através de suas percepções auditivas e visuais possamos reconstruir a dinâmica do crime”, explicou o delegado. As testemunhas seriam pessoas que estavam no local no momento dos assasssinatos.



O trânsito nas imediações da esquina das ruas João Paulo I e Joaquim Palhares, no Estácio, no Centro, foi interditado às 20h04, mas os preparativos começaram muito antes, por volta das 10h. Lonas pretas, grades de proteção e sacos de areia foram dispostos na área ao longo do dia.



O espaço aéreo sobre a área foi fechado e até o uso de drones foi proibido. A circulação de pedestres também foi interditada e mesmo o trânsito de moradores foi restrito durante toda a simulação. Cerca de 200 homens da PM e do Exército foram mobilizados.



Sacos de areia foram dispostos para conter os disparos. Um Gol branco foi levado ao local pela Polícia Civil para se passar pelo veículo em que Marielle estava no momento da execução.



Veja Também