news:

Sul de Minas

Moradores reclamam de "espuma de sujeira" no rio Jaguari em MG

Publicado por TV Minas em 13/05/2018

foto_principal.jpg

Matéria extraída do G1

 

Para o "Movimento Viva Jaguari", empresa não estaria fazendo o tratamento adequado do esgoto.

 

Moradores de Extrema denunciam a poluição no Rio Jaguari. A prefeitura tem conhecimento do problema e afirma estar em busca de providências. Para o "Movimento Viva Jaguari", a responsabilidade é da Copasa, que não estaria fazendo o tratamento adequado do esgoto.

 

"A cidade cresceu muito nesses últimos anos e a Copasa não acompanhou esse crescimento, então a quantidade de esgoto no rio é muito maior, agravou o problema no rio", diz o organizador do Movimento Viva Jaguari, Igor Crescente.

 

O movimento fez um abaixo-assinado e com o apoio da população, protestaram na Câmara.

 

Segundo o movimento, o Rio Jaguari começou a apresentar sinais de poluição há alguns anos e o problema se agravou nesta época de estiagem. Quando o volume de água reduz muito, as imagens são impressionantes. Pelo alto, percorrendo o rio, dá para ver a camada de espuma branca que encobre quase tudo. Em outro vídeo, quase não se vê a água, apenas mais espuma descendo rio abaixo.

 

"A prefeitura não tem medido esforços para cobrar da Copasa o respeito ao contrato e o respeito à população. Em cima disso a prefeitura tem ação civil pública que encontra-se em trâmite, inclusive temos uma audiência para 14 de maio agora, tivemos até o momento 37 penalidades já aplicadas, que hoje atingiram em torno de R$ 6 milhões, isso referente a uma fiscalização do ano passado que findaram-se agora", disse o procurador do município de Extrema, Mateus Zingari.

 

A situação acontece logo em Extrema, município que já foi referência fora do país pelo Projeto Conservador das Águas. Ele chegou a ser apresentado em um encontro com a ONU, a Organização das Nações Unidas. O projeto destaca a importância do rio não só para Extrema, mas para outros municípios abastecidos por ele.

 

"Cerca de 40% da cidade de São Paulo é abastecida pelo Rio Jaguari, então é de grande importância esse rio, tanto ambiental, pela vida, como econômico", completou o organizador do Viva Jaguari.

 

A Copasa informou que trata 81,47% do esgoto coletado na área urbana de Extrema e, depois do processo de tratamento, os resíduos são lançados no Rio Jaguari, abaixo do ponto onde foi detectada a espuma, segundo os padrões da legislação ambiental. A companhia disse também que vai fazer análises em alguns pontos do Rio Jaguari e nos principais afluentes para que os responsáveis por essa situação tomem as devidas providências.

Matéria extraída do G1


 


Para o "Movimento Viva Jaguari", empresa não estaria fazendo o tratamento adequado do esgoto.


 


Moradores de Extrema denunciam a poluição no Rio Jaguari. A prefeitura tem conhecimento do problema e afirma estar em busca de providências. Para o "Movimento Viva Jaguari", a responsabilidade é da Copasa, que não estaria fazendo o tratamento adequado do esgoto.


 


"A cidade cresceu muito nesses últimos anos e a Copasa não acompanhou esse crescimento, então a quantidade de esgoto no rio é muito maior, agravou o problema no rio", diz o organizador do Movimento Viva Jaguari, Igor Crescente.


 


O movimento fez um abaixo-assinado e com o apoio da população, protestaram na Câmara.


PATROCINADORES

 


Segundo o movimento, o Rio Jaguari começou a apresentar sinais de poluição há alguns anos e o problema se agravou nesta época de estiagem. Quando o volume de água reduz muito, as imagens são impressionantes. Pelo alto, percorrendo o rio, dá para ver a camada de espuma branca que encobre quase tudo. Em outro vídeo, quase não se vê a água, apenas mais espuma descendo rio abaixo.


 


"A prefeitura não tem medido esforços para cobrar da Copasa o respeito ao contrato e o respeito à população. Em cima disso a prefeitura tem ação civil pública que encontra-se em trâmite, inclusive temos uma audiência para 14 de maio agora, tivemos até o momento 37 penalidades já aplicadas, que hoje atingiram em torno de R$ 6 milhões, isso referente a uma fiscalização do ano passado que findaram-se agora", disse o procurador do município de Extrema, Mateus Zingari.


 


A situação acontece logo em Extrema, município que já foi referência fora do país pelo Projeto Conservador das Águas. Ele chegou a ser apresentado em um encontro com a ONU, a Organização das Nações Unidas. O projeto destaca a importância do rio não só para Extrema, mas para outros municípios abastecidos por ele.


 


"Cerca de 40% da cidade de São Paulo é abastecida pelo Rio Jaguari, então é de grande importância esse rio, tanto ambiental, pela vida, como econômico", completou o organizador do Viva Jaguari.


 


A Copasa informou que trata 81,47% do esgoto coletado na área urbana de Extrema e, depois do processo de tratamento, os resíduos são lançados no Rio Jaguari, abaixo do ponto onde foi detectada a espuma, segundo os padrões da legislação ambiental. A companhia disse também que vai fazer análises em alguns pontos do Rio Jaguari e nos principais afluentes para que os responsáveis por essa situação tomem as devidas providências.


Matéria extraída do G1



Para o "Movimento Viva Jaguari", empresa não estaria fazendo o tratamento adequado do esgoto.



Moradores de Extrema denunciam a poluição no Rio Jaguari. A prefeitura tem conhecimento do problema e afirma estar em busca de providências. Para o "Movimento Viva Jaguari", a responsabilidade é da Copasa, que não estaria fazendo o tratamento adequado do esgoto.



PATROCINADORES

"A cidade cresceu muito nesses últimos anos e a Copasa não acompanhou esse crescimento, então a quantidade de esgoto no rio é muito maior, agravou o problema no rio", diz o organizador do Movimento Viva Jaguari, Igor Crescente.



O movimento fez um abaixo-assinado e com o apoio da população, protestaram na Câmara.



Segundo o movimento, o Rio Jaguari começou a apresentar sinais de poluição há alguns anos e o problema se agravou nesta época de estiagem. Quando o volume de água reduz muito, as imagens são impressionantes. Pelo alto, percorrendo o rio, dá para ver a camada de espuma branca que encobre quase tudo. Em outro vídeo, quase não se vê a água, apenas mais espuma descendo rio abaixo.



PATROCINADORES

"A prefeitura não tem medido esforços para cobrar da Copasa o respeito ao contrato e o respeito à população. Em cima disso a prefeitura tem ação civil pública que encontra-se em trâmite, inclusive temos uma audiência para 14 de maio agora, tivemos até o momento 37 penalidades já aplicadas, que hoje atingiram em torno de R$ 6 milhões, isso referente a uma fiscalização do ano passado que findaram-se agora", disse o procurador do município de Extrema, Mateus Zingari.



A situação acontece logo em Extrema, município que já foi referência fora do país pelo Projeto Conservador das Águas. Ele chegou a ser apresentado em um encontro com a ONU, a Organização das Nações Unidas. O projeto destaca a importância do rio não só para Extrema, mas para outros municípios abastecidos por ele.



"Cerca de 40% da cidade de São Paulo é abastecida pelo Rio Jaguari, então é de grande importância esse rio, tanto ambiental, pela vida, como econômico", completou o organizador do Viva Jaguari.



A Copasa informou que trata 81,47% do esgoto coletado na área urbana de Extrema e, depois do processo de tratamento, os resíduos são lançados no Rio Jaguari, abaixo do ponto onde foi detectada a espuma, segundo os padrões da legislação ambiental. A companhia disse também que vai fazer análises em alguns pontos do Rio Jaguari e nos principais afluentes para que os responsáveis por essa situação tomem as devidas providências.



Veja Também