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Sul de Minas

Ex-agente denuncia ajuda em fugas do presídio em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 15/05/2018

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Matéria extraída do G1

 

Unidade teve dois casos de fuga em pouco mais de uma semana. Para ex-funcionário, ações são facilitadas.

 

O presídio de Pouso Alegre teve dois casos de fuga registrados no período de pouco mais de uma semana. A situação preocupa a administração prisional. Quem já trabalhou na unidade, afirma que o local tem segurança e as fugas só acontecem por ajuda de agentes e funcionários.

 

No dia 6 de maio, dois detentos cortaram a tela do pátio durante uma tarde de visitas. No último domingo (13), quatro presos quebraram a parede de uma cela e saíram da unidade usando uma corda de lençóis. Um carro esperava os criminosos do lado de fora e ajudou na fuga.

 

Um homem que trabalhou no presídio de Pouso Alegre, e não quis se identificar, disse em entrevista à equipe da EPTV, afiliada da Rede Globo, que há facilitação de fugas por funcionários. “É inadmissível. Não é fácil [fugir]. Fácil é quando você facilita. Quando lá de dentro há uma facilitação”.

 

A principal denúncia é relacionada à facilidade de comunicação dos presos com o lado externo, com o uso de celulares. “Se tiver revista de cela lá agora, vai retirar muito celular lá de dentro, droga, até arma”.

 

Os moradores vizinhos ao presídio reclamam da falta de segurança. “A preocupação existe. A gente fica sabendo que estão fugindo, de repente sai, vem pra cá e faz alguém de refém”, contou um morador que também não quis ser identificado.

 

A Secretaria de Estado Administração Prisional (Seap) não divulgou o número atual de presos na unidade. Mas a pastoral carcerária, que realiza trabalhos no local, defende que o presídio de Pouso Alegre sofre com a superlotação. A estimativa é que o número ultrapasse os 900 detentos em um espaço que tem capacidade para 300.

 

“Os presídios no geral no Sul de Minas estão extremamente lotados. E essa é uma das razões principais pelas quais existem tantos acontecimentos, inclusive estes de fuga”, explicou uma integrante da pastoral.

 

Para o antigo funcionário, é preciso uma mudança de gestão. “Começa da direção. Pra ser um diretor, tem que ser uma pessoa que já está na segurança ativa, que conhece os procedimentos de segurança. E também aumentar o efetivo”.

Matéria extraída do G1


 


Unidade teve dois casos de fuga em pouco mais de uma semana. Para ex-funcionário, ações são facilitadas.


 


O presídio de Pouso Alegre teve dois casos de fuga registrados no período de pouco mais de uma semana. A situação preocupa a administração prisional. Quem já trabalhou na unidade, afirma que o local tem segurança e as fugas só acontecem por ajuda de agentes e funcionários.


 


No dia 6 de maio, dois detentos cortaram a tela do pátio durante uma tarde de visitas. No último domingo (13), quatro presos quebraram a parede de uma cela e saíram da unidade usando uma corda de lençóis. Um carro esperava os criminosos do lado de fora e ajudou na fuga.


 


Um homem que trabalhou no presídio de Pouso Alegre, e não quis se identificar, disse em entrevista à equipe da EPTV, afiliada da Rede Globo, que há facilitação de fugas por funcionários. “É inadmissível. Não é fácil [fugir]. Fácil é quando você facilita. Quando lá de dentro há uma facilitação”.


PATROCINADORES

 


A principal denúncia é relacionada à facilidade de comunicação dos presos com o lado externo, com o uso de celulares. “Se tiver revista de cela lá agora, vai retirar muito celular lá de dentro, droga, até arma”.


 


Os moradores vizinhos ao presídio reclamam da falta de segurança. “A preocupação existe. A gente fica sabendo que estão fugindo, de repente sai, vem pra cá e faz alguém de refém”, contou um morador que também não quis ser identificado.


 


A Secretaria de Estado Administração Prisional (Seap) não divulgou o número atual de presos na unidade. Mas a pastoral carcerária, que realiza trabalhos no local, defende que o presídio de Pouso Alegre sofre com a superlotação. A estimativa é que o número ultrapasse os 900 detentos em um espaço que tem capacidade para 300.


 


“Os presídios no geral no Sul de Minas estão extremamente lotados. E essa é uma das razões principais pelas quais existem tantos acontecimentos, inclusive estes de fuga”, explicou uma integrante da pastoral.


 


Para o antigo funcionário, é preciso uma mudança de gestão. “Começa da direção. Pra ser um diretor, tem que ser uma pessoa que já está na segurança ativa, que conhece os procedimentos de segurança. E também aumentar o efetivo”.


Matéria extraída do G1



Unidade teve dois casos de fuga em pouco mais de uma semana. Para ex-funcionário, ações são facilitadas.



O presídio de Pouso Alegre teve dois casos de fuga registrados no período de pouco mais de uma semana. A situação preocupa a administração prisional. Quem já trabalhou na unidade, afirma que o local tem segurança e as fugas só acontecem por ajuda de agentes e funcionários.



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No dia 6 de maio, dois detentos cortaram a tela do pátio durante uma tarde de visitas. No último domingo (13), quatro presos quebraram a parede de uma cela e saíram da unidade usando uma corda de lençóis. Um carro esperava os criminosos do lado de fora e ajudou na fuga.



Um homem que trabalhou no presídio de Pouso Alegre, e não quis se identificar, disse em entrevista à equipe da EPTV, afiliada da Rede Globo, que há facilitação de fugas por funcionários. “É inadmissível. Não é fácil [fugir]. Fácil é quando você facilita. Quando lá de dentro há uma facilitação”.



A principal denúncia é relacionada à facilidade de comunicação dos presos com o lado externo, com o uso de celulares. “Se tiver revista de cela lá agora, vai retirar muito celular lá de dentro, droga, até arma”.



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Os moradores vizinhos ao presídio reclamam da falta de segurança. “A preocupação existe. A gente fica sabendo que estão fugindo, de repente sai, vem pra cá e faz alguém de refém”, contou um morador que também não quis ser identificado.



A Secretaria de Estado Administração Prisional (Seap) não divulgou o número atual de presos na unidade. Mas a pastoral carcerária, que realiza trabalhos no local, defende que o presídio de Pouso Alegre sofre com a superlotação. A estimativa é que o número ultrapasse os 900 detentos em um espaço que tem capacidade para 300.



“Os presídios no geral no Sul de Minas estão extremamente lotados. E essa é uma das razões principais pelas quais existem tantos acontecimentos, inclusive estes de fuga”, explicou uma integrante da pastoral.



Para o antigo funcionário, é preciso uma mudança de gestão. “Começa da direção. Pra ser um diretor, tem que ser uma pessoa que já está na segurança ativa, que conhece os procedimentos de segurança. E também aumentar o efetivo”.



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