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Depois de dois anos, chinesa descobre que seu pet não era um cachorro

Publicado por TV Minas em 15/05/2018

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Na verdade, o que ela tinha em casa era um Urso-negro-asiático.

 

A raça canina Mastim tibetano é muito antiga, praticamente extinta e caracterizada por cães de porte gigante, peludos e pesados. Para se ter uma ideia, por exemplo, os machos podem medir até 71 centímetros e pesar algo próximo a 82 quilos.

 

É difícil encontrar esses cachorros no ocidente, mas eles são bastante populares e valorizados na China.

 

Por conta disso, a chinesa Su Yun, da província de Yunnan, no sudoeste do país, não tinha dúvidas que seu cachorro era de fato... um cachorro – mesmo que seu pet estivesse pesando 110 quilogramas, andasse somente usando as patas traseiras e medisse quase um metro de comprimento.

 

Yun adotou o animalzinho durante suas férias de 2016, quando o bicho ainda era quase um filhote. Uma vez que o levou para casa, percebeu que o cachorrinho tinha um apetite voraz e comia “caixas de frutas e dois baldes de noodles todos os dias”, contou Yun ao portal The Independent.

 

Enquanto seu apetite crescia e seu tamanho também, o pet foi ganhando traços diferentes de um típico cão Mastim tibetano.

 

 

Família chinesa acreditava que tinha um cachorro em casa, mas, na verdade, seu pet era um urso-negro-asiático.

 

 

“Quão mais ele crescia, mais ele se parecia com um urso. E eu tenho um pouco de medo de ursos”, afirmou a dona do bichano ao Chinese Media.

 

A desconfiança foi ficando maior, até que Yun decidiu contatar o Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan e descobriu que seu pet não era um Mastim tibetano e nenhum outro animal da família canina. Na verdade, o que ela tinha em casa há dois anos era um Urso-negro-asiático.

 

Mesmo que o urso fosse mantido como um animal doméstico no lar de Yun e de sua família, os funcionários do Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan se sentiram intimidados pelo animal e tiveram que sedá-lo para transportar o bicho.

 

O Urso-negro-asiático (Ursus thibetanus) é uma espécie ameaçada de extinção e bastante cobiçada no mercado negro, justamente por ser utilizada na medicina e na gastronomia tradicional asiática.

 

Dentro de sua bile, há a substância química ácido ursodesoxicólico (que é produzida na vesícula biliar), utilizada pela ciência chinesa para tratar diferentes doenças de fígado. Esse é um método legal no país, por mais que a retirada dessa substância seja feita de maneira agressiva e em condições excruciantes para o animal.

 

Felizmente, esse não será o destino do antigo pet de Yun, que chegou saudável ao Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan e irá viver, finalmente, como um urso.

Na verdade, o que ela tinha em casa era um Urso-negro-asiático.


 


A raça canina Mastim tibetano é muito antiga, praticamente extinta e caracterizada por cães de porte gigante, peludos e pesados. Para se ter uma ideia, por exemplo, os machos podem medir até 71 centímetros e pesar algo próximo a 82 quilos.


 


É difícil encontrar esses cachorros no ocidente, mas eles são bastante populares e valorizados na China.


 


Por conta disso, a chinesa Su Yun, da província de Yunnan, no sudoeste do país, não tinha dúvidas que seu cachorro era de fato... um cachorro – mesmo que seu pet estivesse pesando 110 quilogramas, andasse somente usando as patas traseiras e medisse quase um metro de comprimento.


 


Yun adotou o animalzinho durante suas férias de 2016, quando o bicho ainda era quase um filhote. Uma vez que o levou para casa, percebeu que o cachorrinho tinha um apetite voraz e comia “caixas de frutas e dois baldes de noodles todos os dias”, contou Yun ao portal The Independent.


 


Enquanto seu apetite crescia e seu tamanho também, o pet foi ganhando traços diferentes de um típico cão Mastim tibetano.


 


 



PATROCINADORES

Família chinesa acreditava que tinha um cachorro em casa, mas, na verdade, seu pet era um urso-negro-asiático.


 


 


“Quão mais ele crescia, mais ele se parecia com um urso. E eu tenho um pouco de medo de ursos”, afirmou a dona do bichano ao Chinese Media.


 


A desconfiança foi ficando maior, até que Yun decidiu contatar o Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan e descobriu que seu pet não era um Mastim tibetano e nenhum outro animal da família canina. Na verdade, o que ela tinha em casa há dois anos era um Urso-negro-asiático.


 


Mesmo que o urso fosse mantido como um animal doméstico no lar de Yun e de sua família, os funcionários do Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan se sentiram intimidados pelo animal e tiveram que sedá-lo para transportar o bicho.


 


O Urso-negro-asiático (Ursus thibetanus) é uma espécie ameaçada de extinção e bastante cobiçada no mercado negro, justamente por ser utilizada na medicina e na gastronomia tradicional asiática.


 


Dentro de sua bile, há a substância química ácido ursodesoxicólico (que é produzida na vesícula biliar), utilizada pela ciência chinesa para tratar diferentes doenças de fígado. Esse é um método legal no país, por mais que a retirada dessa substância seja feita de maneira agressiva e em condições excruciantes para o animal.


 


Felizmente, esse não será o destino do antigo pet de Yun, que chegou saudável ao Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan e irá viver, finalmente, como um urso.


Na verdade, o que ela tinha em casa era um Urso-negro-asiático.



A raça canina Mastim tibetano é muito antiga, praticamente extinta e caracterizada por cães de porte gigante, peludos e pesados. Para se ter uma ideia, por exemplo, os machos podem medir até 71 centímetros e pesar algo próximo a 82 quilos.



É difícil encontrar esses cachorros no ocidente, mas eles são bastante populares e valorizados na China.



Por conta disso, a chinesa Su Yun, da província de Yunnan, no sudoeste do país, não tinha dúvidas que seu cachorro era de fato... um cachorro – mesmo que seu pet estivesse pesando 110 quilogramas, andasse somente usando as patas traseiras e medisse quase um metro de comprimento.



Yun adotou o animalzinho durante suas férias de 2016, quando o bicho ainda era quase um filhote. Uma vez que o levou para casa, percebeu que o cachorrinho tinha um apetite voraz e comia “caixas de frutas e dois baldes de noodles todos os dias”, contou Yun ao portal The Independent.



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Enquanto seu apetite crescia e seu tamanho também, o pet foi ganhando traços diferentes de um típico cão Mastim tibetano.





Família chinesa acreditava que tinha um cachorro em casa, mas, na verdade, seu pet era um urso-negro-asiático.



“Quão mais ele crescia, mais ele se parecia com um urso. E eu tenho um pouco de medo de ursos”, afirmou a dona do bichano ao Chinese Media.



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A desconfiança foi ficando maior, até que Yun decidiu contatar o Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan e descobriu que seu pet não era um Mastim tibetano e nenhum outro animal da família canina. Na verdade, o que ela tinha em casa há dois anos era um Urso-negro-asiático.



Mesmo que o urso fosse mantido como um animal doméstico no lar de Yun e de sua família, os funcionários do Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan se sentiram intimidados pelo animal e tiveram que sedá-lo para transportar o bicho.



O Urso-negro-asiático (Ursus thibetanus) é uma espécie ameaçada de extinção e bastante cobiçada no mercado negro, justamente por ser utilizada na medicina e na gastronomia tradicional asiática.



Dentro de sua bile, há a substância química ácido ursodesoxicólico (que é produzida na vesícula biliar), utilizada pela ciência chinesa para tratar diferentes doenças de fígado. Esse é um método legal no país, por mais que a retirada dessa substância seja feita de maneira agressiva e em condições excruciantes para o animal.



Felizmente, esse não será o destino do antigo pet de Yun, que chegou saudável ao Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan e irá viver, finalmente, como um urso.



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