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Pimentel envia LDO à Assembleia sem prever fim de calamidade financeira

Publicado por TV Minas em 17/05/2018

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A mensagem enviada ao Legislativo diz que a receita vai crescer mas não informa a previsão de gastos para 2019.

 

Em meio a um pedido de impeachment, e à paralisia dos trabalhos Legislativos, a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias de Minas Gerais para 2019 chegou à Assembleia na noite dessa quarta-feira (16), com previsão de rombo de R$ 5,6 bilhões. Na mensagem, Pimentel indica que o quadro de calamidade financeira ainda não tem previsão de ser superado. 

 

A proposta de LDO estabelece para 2019 uma previsão de receita de R$ 98,8 bilhões. O total das despesas estimado é de R$ 104,4 bilhões.

 

“Os parâmetros estabelecidos sinalizam o compromisso permanente com o reequilíbrio das contas públicas e a reversão do quadro de calamidade financeira decretado no exercício de 2016”, informa o petista na mensagem, repetindo o que havia sido dito na LDO anterior. Ainda de acordo com Pimentel, o esforço será para melhoria das condições de vida e trabalho de toda a comunidade. 

 

Na exposição de motivos enviada, o governador Fernando Pimentel (PT) e o secretário de Planejamento e Gestão Helvécio Magalhães não informam as despesas e o déficit total previsto.

 

De acordo com a mensagem, a receita subirá R$ 93 bilhões para os R$ 98,8 bilhões previstos em 2019, um crescimento de 6,25%. 

 

A maior despesa, segundo o projeto, é a de folha de pagamento, que consumirá em 2019 R$ 49,3 bilhões, somados os gastos com pessoal e encargos. Já os juros e encargos da dívida tirarão R$ 4,6 bilhões do orçamento mineiro no ano que vem. Outros R$ 3,3 bilhões serão de amortização.

 

A proposta de LDO prevê uma redução anual do déficit primário (diferença entre receitas e despesas, descontadas as operações financeiras), chegando a um resultado positivo em 2020. 

 

A previsão é que o governo feche 2018 com um rombo de R$ 676 milhões, valor que será reduzido para R$ 647 em 2019. Para 2020, o resultado previsto é um saldo de R$ 214 milhões. 

 

Na exposição de motivos, Helvécio Magalhães informa que o estado continuará implementando esforços para conter o crescimento das despesas.

A mensagem enviada ao Legislativo diz que a receita vai crescer mas não informa a previsão de gastos para 2019.


 


Em meio a um pedido de impeachment, e à paralisia dos trabalhos Legislativos, a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias de Minas Gerais para 2019 chegou à Assembleia na noite dessa quarta-feira (16), com previsão de rombo de R$ 5,6 bilhões. Na mensagem, Pimentel indica que o quadro de calamidade financeira ainda não tem previsão de ser superado. 


 


A proposta de LDO estabelece para 2019 uma previsão de receita de R$ 98,8 bilhões. O total das despesas estimado é de R$ 104,4 bilhões.


 


“Os parâmetros estabelecidos sinalizam o compromisso permanente com o reequilíbrio das contas públicas e a reversão do quadro de calamidade financeira decretado no exercício de 2016”, informa o petista na mensagem, repetindo o que havia sido dito na LDO anterior. Ainda de acordo com Pimentel, o esforço será para melhoria das condições de vida e trabalho de toda a comunidade. 


 


Na exposição de motivos enviada, o governador Fernando Pimentel (PT) e o secretário de Planejamento e Gestão Helvécio Magalhães não informam as despesas e o déficit total previsto.


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De acordo com a mensagem, a receita subirá R$ 93 bilhões para os R$ 98,8 bilhões previstos em 2019, um crescimento de 6,25%. 


 


A maior despesa, segundo o projeto, é a de folha de pagamento, que consumirá em 2019 R$ 49,3 bilhões, somados os gastos com pessoal e encargos. Já os juros e encargos da dívida tirarão R$ 4,6 bilhões do orçamento mineiro no ano que vem. Outros R$ 3,3 bilhões serão de amortização.


 


A proposta de LDO prevê uma redução anual do déficit primário (diferença entre receitas e despesas, descontadas as operações financeiras), chegando a um resultado positivo em 2020. 


 


A previsão é que o governo feche 2018 com um rombo de R$ 676 milhões, valor que será reduzido para R$ 647 em 2019. Para 2020, o resultado previsto é um saldo de R$ 214 milhões. 


 


Na exposição de motivos, Helvécio Magalhães informa que o estado continuará implementando esforços para conter o crescimento das despesas.


A mensagem enviada ao Legislativo diz que a receita vai crescer mas não informa a previsão de gastos para 2019.



Em meio a um pedido de impeachment, e à paralisia dos trabalhos Legislativos, a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias de Minas Gerais para 2019 chegou à Assembleia na noite dessa quarta-feira (16), com previsão de rombo de R$ 5,6 bilhões. Na mensagem, Pimentel indica que o quadro de calamidade financeira ainda não tem previsão de ser superado. 



A proposta de LDO estabelece para 2019 uma previsão de receita de R$ 98,8 bilhões. O total das despesas estimado é de R$ 104,4 bilhões.



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Na exposição de motivos enviada, o governador Fernando Pimentel (PT) e o secretário de Planejamento e Gestão Helvécio Magalhães não informam as despesas e o déficit total previsto.



De acordo com a mensagem, a receita subirá R$ 93 bilhões para os R$ 98,8 bilhões previstos em 2019, um crescimento de 6,25%. 



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A maior despesa, segundo o projeto, é a de folha de pagamento, que consumirá em 2019 R$ 49,3 bilhões, somados os gastos com pessoal e encargos. Já os juros e encargos da dívida tirarão R$ 4,6 bilhões do orçamento mineiro no ano que vem. Outros R$ 3,3 bilhões serão de amortização.



A proposta de LDO prevê uma redução anual do déficit primário (diferença entre receitas e despesas, descontadas as operações financeiras), chegando a um resultado positivo em 2020. 



A previsão é que o governo feche 2018 com um rombo de R$ 676 milhões, valor que será reduzido para R$ 647 em 2019. Para 2020, o resultado previsto é um saldo de R$ 214 milhões. 



Na exposição de motivos, Helvécio Magalhães informa que o estado continuará implementando esforços para conter o crescimento das despesas.



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