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Conheça os famosos chaveiros de animais vivos

Publicado por TV Minas em 18/05/2018

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Vivemos em uma época onde cada vez mais as pessoas estão apegadas aos animais. O movimento de pessoas que deixam de comer carne é um exemplo disso, bem como a crescimento da petshops, casas de adoção e pessoas que buscam de alguma forma ajudar os animais. E não estamos falando somente de cães e gatos. Não podemos nos esquecer de outros bichinhos, que apesar de menos “populares” também ocupam o coração de muitos, como as aves, répteis, peixes, etc.

 

Mas nem todos pensam no bem dos animais, infelizmente.

 

Uma nova onda começou a chamar atenção negativamente na cidade chinesa de Pequim, onde uma mulher foi flagrada vendendo chaveiros nada convencionais no centro da cidade. No meio da rua, a mulher apoiou uma caixa no chão, e em cima dela organizou em fileiras várias bolsinhas. Dentro de cada uma delas havia um animal: uma tartaruga, um peixe, uma salamandra, entre outros. A bolsa era ligada a um anel, que serve para que você prenda suas chaves. É como um “chaveiro vivo”.

 

De acordo com o China Daily, este tipo de comércio se concentra nas escadarias do metrô da cidade chinesa, e os vendedores asseguram que antes de fechar as bolsas hermeticamente eles colocam na água um tipo de alimento de longa duração. Se o que eles dizem é verdade, os animais podem viver até seis meses nessas condições. Cada “chaveiro” custa um dólar e meio.

 

Não se sabe exatamente quando esta mania começou na China, mas algumas pessoas dizem encontrar estes artigos bizarros desde 2010. A maioria das pessoas que passam por este tipo de comércio não fecha negócio, mas pelo menos se intriga com a situação. Alguns, preocupados com a integridade dos animais, compram as bolsinhas aos montes, com o intuito de liberar os animais em casa.

 

Para muitos, esta é apenas mais uma demonstração de que os orientais não possuem o mesmo apego aos animais que o ocidente, já que não é raro ver animais traficados e sofrendo outros tipos de abuso na China. Em algumas situações, diversos tipos de animais acabam sofrendo por tradições milenárias, por fins culinários ou até mesmo medicinais.

 

Mas também é importante lembrar que mesmo no ocidente os frangos, porcos e bois não possuem muita qualidade de vida antes de serem abatidos. A indústria agropecuária é reconhecida internacionalmente como uma atividade muitas vezes agressiva em excesso. No entanto, como sociedade os seres humanos estão em vias de se mobilizar para buscar um avanço nestes aspectos.

 

 

Bolsa é ligada a um anel, que serve para que você prenda suas chaves.

Vivemos em uma época onde cada vez mais as pessoas estão apegadas aos animais. O movimento de pessoas que deixam de comer carne é um exemplo disso, bem como a crescimento da petshops, casas de adoção e pessoas que buscam de alguma forma ajudar os animais. E não estamos falando somente de cães e gatos. Não podemos nos esquecer de outros bichinhos, que apesar de menos “populares” também ocupam o coração de muitos, como as aves, répteis, peixes, etc.


 


Mas nem todos pensam no bem dos animais, infelizmente.


 


Uma nova onda começou a chamar atenção negativamente na cidade chinesa de Pequim, onde uma mulher foi flagrada vendendo chaveiros nada convencionais no centro da cidade. No meio da rua, a mulher apoiou uma caixa no chão, e em cima dela organizou em fileiras várias bolsinhas. Dentro de cada uma delas havia um animal: uma tartaruga, um peixe, uma salamandra, entre outros. A bolsa era ligada a um anel, que serve para que você prenda suas chaves. É como um “chaveiro vivo”.


 


De acordo com o China Daily, este tipo de comércio se concentra nas escadarias do metrô da cidade chinesa, e os vendedores asseguram que antes de fechar as bolsas hermeticamente eles colocam na água um tipo de alimento de longa duração. Se o que eles dizem é verdade, os animais podem viver até seis meses nessas condições. Cada “chaveiro” custa um dólar e meio.


 


PATROCINADORES

Não se sabe exatamente quando esta mania começou na China, mas algumas pessoas dizem encontrar estes artigos bizarros desde 2010. A maioria das pessoas que passam por este tipo de comércio não fecha negócio, mas pelo menos se intriga com a situação. Alguns, preocupados com a integridade dos animais, compram as bolsinhas aos montes, com o intuito de liberar os animais em casa.


 


Para muitos, esta é apenas mais uma demonstração de que os orientais não possuem o mesmo apego aos animais que o ocidente, já que não é raro ver animais traficados e sofrendo outros tipos de abuso na China. Em algumas situações, diversos tipos de animais acabam sofrendo por tradições milenárias, por fins culinários ou até mesmo medicinais.


 


Mas também é importante lembrar que mesmo no ocidente os frangos, porcos e bois não possuem muita qualidade de vida antes de serem abatidos. A indústria agropecuária é reconhecida internacionalmente como uma atividade muitas vezes agressiva em excesso. No entanto, como sociedade os seres humanos estão em vias de se mobilizar para buscar um avanço nestes aspectos.


 


 



Bolsa é ligada a um anel, que serve para que você prenda suas chaves.


Vivemos em uma época onde cada vez mais as pessoas estão apegadas aos animais. O movimento de pessoas que deixam de comer carne é um exemplo disso, bem como a crescimento da petshops, casas de adoção e pessoas que buscam de alguma forma ajudar os animais. E não estamos falando somente de cães e gatos. Não podemos nos esquecer de outros bichinhos, que apesar de menos “populares” também ocupam o coração de muitos, como as aves, répteis, peixes, etc.



Mas nem todos pensam no bem dos animais, infelizmente.



Uma nova onda começou a chamar atenção negativamente na cidade chinesa de Pequim, onde uma mulher foi flagrada vendendo chaveiros nada convencionais no centro da cidade. No meio da rua, a mulher apoiou uma caixa no chão, e em cima dela organizou em fileiras várias bolsinhas. Dentro de cada uma delas havia um animal: uma tartaruga, um peixe, uma salamandra, entre outros. A bolsa era ligada a um anel, que serve para que você prenda suas chaves. É como um “chaveiro vivo”.



PATROCINADORES

De acordo com o China Daily, este tipo de comércio se concentra nas escadarias do metrô da cidade chinesa, e os vendedores asseguram que antes de fechar as bolsas hermeticamente eles colocam na água um tipo de alimento de longa duração. Se o que eles dizem é verdade, os animais podem viver até seis meses nessas condições. Cada “chaveiro” custa um dólar e meio.



Não se sabe exatamente quando esta mania começou na China, mas algumas pessoas dizem encontrar estes artigos bizarros desde 2010. A maioria das pessoas que passam por este tipo de comércio não fecha negócio, mas pelo menos se intriga com a situação. Alguns, preocupados com a integridade dos animais, compram as bolsinhas aos montes, com o intuito de liberar os animais em casa.



PATROCINADORES

Para muitos, esta é apenas mais uma demonstração de que os orientais não possuem o mesmo apego aos animais que o ocidente, já que não é raro ver animais traficados e sofrendo outros tipos de abuso na China. Em algumas situações, diversos tipos de animais acabam sofrendo por tradições milenárias, por fins culinários ou até mesmo medicinais.



Mas também é importante lembrar que mesmo no ocidente os frangos, porcos e bois não possuem muita qualidade de vida antes de serem abatidos. A indústria agropecuária é reconhecida internacionalmente como uma atividade muitas vezes agressiva em excesso. No entanto, como sociedade os seres humanos estão em vias de se mobilizar para buscar um avanço nestes aspectos.





Bolsa é ligada a um anel, que serve para que você prenda suas chaves.



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