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Esporte

Atlético cria mais, domina reservas do Cruzeiro e vence clássico

Publicado por TV Minas em 20/05/2018

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Equipe alvinegra contou com gol de Róger Guedes para triunfar no Horto.

 

O Atlético fez valer o modelo de jogo proposto por Thiago Larghi na tarde deste sábado. No Independência, o time alvinegro criou mais e se aproveitou da expulsão de Mancuello, no começo do segundo tempo, para vencer o time quase todo reserva do Cruzeiro por 1 a 0. Róger Guedes marcou o único gol do jogo, válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

 

De olho no confronto contra o Racing, pela Copa Libertadores, Mano Menezes escalou, dentre os jogadores considerados titulares, apenas o goleiro Fábio. O Atlético, por sua vez, teve mudanças significativas na equipe. Emerson tomou a vaga de Patric. Leonardo Silva e Otero iniciaram o jogo no banco de reservas.

 

A primeira etapa foi de domínio ofensivo do Atlético. Apesar de ter mais a bola, entretanto, o time alvinegro sofria para vencer a bem postada defesa do Cruzeiro. As melhores oportunidades - tanto para um lado, quanto para outro - surgiram ora a partir de jogadas individuais, ora consequentes de erros adversários. E os zeros se mantiveram no placar.

 

Logo aos 2’ do segundo tempo, Mancuello foi expulso após receber o segundo cartão amarelo por falta dura em Elias. Mesmo com um a menos, o Cruzeiro criou boas oportunidades nos minutos seguintes. Mas foi o Atlético que abriu o placar, com um gol ‘quase sem querer’ de Róger Guedes. A partir daí, o time alvinegro tomou as rédeas da partida e manteve a vitória até o fim.

 

Com o triunfo sobre o maior rival, o time alvinegro chega aos 13 pontos e alcança, ainda que provisoriamente, a liderança do Campeonato Brasileiro. O Corinthians, que visita o Sport no domingo, pode ultrapassar o Atlético nos critérios de desempate ainda nesta rodada.

 

A equipe alvinegra volta a campo no próximo sábado, às 21h, novamente no Independência. O adversário será o Flamengo, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

 

O Cruzeiro, por sua vez, recebe o Racing, a partir das 21h30 desta terça-feira, pela última rodada do grupo 5 da Copa Libertadores. Vitória no Mineirão garante a liderança ao time celeste. O próximo compromisso pelo Brasileirão será contra o Santos, no próximo domingo, às 16h, no Pacaembu.

 

 

Posse de bola de um, domínio territorial do outro

 

O nervosismo dos primeiros cinco minutos de jogo - que tiveram cartão amarelo para o estreante Emerson e erros em sequência das duas equipes - deu lugar às primeiras oportunidades de gol. Aos 9’, Róger Guedes arriscou de fora, sem perigo. Em seguida, Ricardo Oliveira recebeu cruzamento da direita na medida, mas errou o cabeceio e finalizou de ombro, fraquinho.

 

O domínio das ações ofensivas do Atlético, que chegou a ter quase 70% de posse de bola, contrastava com a postura inicial do Cruzeiro, que contava apenas com o goleiro Fábio dos jogadores considerados titulares. Mais recuados, os visitantes, porém, também criaram uma boa chance. A marcação na saída de bola funcionou, e Raniel chutou de longe, para fora.

 

O Atlético apostava na movimentação dos quatro jogadores da segunda linha de meio-campo para tentar desmontar a forte marcação armada por Mano Menezes, que posicionou o Cruzeiro em um 4-4-2 no momento defensivo. Luan, Elias, Cazares e Róger Guedes trocavam de posição constantemente, mas não conseguiam oportunidades claras.

 

O Cruzeiro cumpria à risca a estratégia combinada antes do jogo. Apesar de falhas individuais, os reservas conseguiam manter a solidez defensiva do time titular. Faltava, porém, mais profundidade no momento ofensivo.

 

As jogadas mais agudas de toda a etapa inicial se originaram ora de lances individuais dos atacantes, ora de erros dos adversários. Foi dessa forma, por exemplo, que Adilson aproveitou uma trapalhada de Bruno Silva, aplicou um ‘drible da vaca’ em Manoel e tocou de calcanhar para Ricardo Oliveira. O camisa 9 finalizou cruzado, para fora. No finalzinho, Rafael Sobis finalizou sem perigo uma falta de muito longe.

 

 

Expulsão e vantagem alvinegra

 

O segundo tempo começou com um lance capital. Logo aos 2’, Mancuello - que já tinha recebido amarelo - deu um carrinho por trás em Elias, recebeu o segundo cartão e foi expulso. Com isso, o plano do Cruzeiro para o segundo tempo teve que mudar.

 

Substituto de Sobis, Arrascaeta foi recuado e passou a integrar a linha de meio-campistas e ocupar justamente o espaço deixado pelo argentino do lado esquerdo. E foi por aquele lado que os visitantes criaram uma boa oportunidade logo aos 8’. Após cruzamento do uruguaio, a bola sobrou para Bruno Silva finalizar da entrada da área. Victor fez a defesa.

 

Mesmo com um a menos, o Cruzeiro conseguia levar perigo ao gol adversário. Murilo aproveitou cobrança de escanteio e tentou finalizar duas vezes de dentro da pequena área, mas foi parado. Thiago Larghi respondeu à pressão rival com a entrada de Otero no lugar de Luan.

 

Mas a jogada que abriu o placar foi do outro lado do campo, aos 16’. Após uma boa trama ofensiva que envolveu meio-campistas e Ricardo Oliveira, Manoel tentou tirar da área do Cruzeiro. A bola bateu em Róger Guedes e voltou contra a meta defendida por Fábio, que não conseguiu evitar o gol alvinegro: 1 a 0.

 

O gol inflamou a torcida do Atlético. Os donos da casa tomaram as rédeas do jogo e conseguiam chegar à área rival com mais facilidade. Para tentar mudar o cenário, Mano Menezes colocou Vitinho e Sassá nos lugares de Robinho e Raniel, respectivamente.

 

As alterações, entretanto, não surtiram tanto efeito. A desvantagem numérica e a segurança do Atlético depois do gol dificultaram a vida do Cruzeiro. Os donos da casa quase ampliaram o placar, em jogadas de Ricardo Olivera e Otero, mas pararam nos defensores do Cruzeiro e em Fábio. No fim, gritos de ‘olé’, aplausos ao contestado Elias e vitória alvinegra por 1 a 0.

Equipe alvinegra contou com gol de Róger Guedes para triunfar no Horto.


 


O Atlético fez valer o modelo de jogo proposto por Thiago Larghi na tarde deste sábado. No Independência, o time alvinegro criou mais e se aproveitou da expulsão de Mancuello, no começo do segundo tempo, para vencer o time quase todo reserva do Cruzeiro por 1 a 0. Róger Guedes marcou o único gol do jogo, válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.


 


De olho no confronto contra o Racing, pela Copa Libertadores, Mano Menezes escalou, dentre os jogadores considerados titulares, apenas o goleiro Fábio. O Atlético, por sua vez, teve mudanças significativas na equipe. Emerson tomou a vaga de Patric. Leonardo Silva e Otero iniciaram o jogo no banco de reservas.


 


A primeira etapa foi de domínio ofensivo do Atlético. Apesar de ter mais a bola, entretanto, o time alvinegro sofria para vencer a bem postada defesa do Cruzeiro. As melhores oportunidades - tanto para um lado, quanto para outro - surgiram ora a partir de jogadas individuais, ora consequentes de erros adversários. E os zeros se mantiveram no placar.


 


Logo aos 2’ do segundo tempo, Mancuello foi expulso após receber o segundo cartão amarelo por falta dura em Elias. Mesmo com um a menos, o Cruzeiro criou boas oportunidades nos minutos seguintes. Mas foi o Atlético que abriu o placar, com um gol ‘quase sem querer’ de Róger Guedes. A partir daí, o time alvinegro tomou as rédeas da partida e manteve a vitória até o fim.


 


Com o triunfo sobre o maior rival, o time alvinegro chega aos 13 pontos e alcança, ainda que provisoriamente, a liderança do Campeonato Brasileiro. O Corinthians, que visita o Sport no domingo, pode ultrapassar o Atlético nos critérios de desempate ainda nesta rodada.


 


A equipe alvinegra volta a campo no próximo sábado, às 21h, novamente no Independência. O adversário será o Flamengo, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.


 


O Cruzeiro, por sua vez, recebe o Racing, a partir das 21h30 desta terça-feira, pela última rodada do grupo 5 da Copa Libertadores. Vitória no Mineirão garante a liderança ao time celeste. O próximo compromisso pelo Brasileirão será contra o Santos, no próximo domingo, às 16h, no Pacaembu.


 


 


Posse de bola de um, domínio territorial do outro


 


O nervosismo dos primeiros cinco minutos de jogo - que tiveram cartão amarelo para o estreante Emerson e erros em sequência das duas equipes - deu lugar às primeiras oportunidades de gol. Aos 9’, Róger Guedes arriscou de fora, sem perigo. Em seguida, Ricardo Oliveira recebeu cruzamento da direita na medida, mas errou o cabeceio e finalizou de ombro, fraquinho.


 


PATROCINADORES

O domínio das ações ofensivas do Atlético, que chegou a ter quase 70% de posse de bola, contrastava com a postura inicial do Cruzeiro, que contava apenas com o goleiro Fábio dos jogadores considerados titulares. Mais recuados, os visitantes, porém, também criaram uma boa chance. A marcação na saída de bola funcionou, e Raniel chutou de longe, para fora.


 


O Atlético apostava na movimentação dos quatro jogadores da segunda linha de meio-campo para tentar desmontar a forte marcação armada por Mano Menezes, que posicionou o Cruzeiro em um 4-4-2 no momento defensivo. Luan, Elias, Cazares e Róger Guedes trocavam de posição constantemente, mas não conseguiam oportunidades claras.


 


O Cruzeiro cumpria à risca a estratégia combinada antes do jogo. Apesar de falhas individuais, os reservas conseguiam manter a solidez defensiva do time titular. Faltava, porém, mais profundidade no momento ofensivo.


 


As jogadas mais agudas de toda a etapa inicial se originaram ora de lances individuais dos atacantes, ora de erros dos adversários. Foi dessa forma, por exemplo, que Adilson aproveitou uma trapalhada de Bruno Silva, aplicou um ‘drible da vaca’ em Manoel e tocou de calcanhar para Ricardo Oliveira. O camisa 9 finalizou cruzado, para fora. No finalzinho, Rafael Sobis finalizou sem perigo uma falta de muito longe.


 


 


Expulsão e vantagem alvinegra


 


O segundo tempo começou com um lance capital. Logo aos 2’, Mancuello - que já tinha recebido amarelo - deu um carrinho por trás em Elias, recebeu o segundo cartão e foi expulso. Com isso, o plano do Cruzeiro para o segundo tempo teve que mudar.


 


Substituto de Sobis, Arrascaeta foi recuado e passou a integrar a linha de meio-campistas e ocupar justamente o espaço deixado pelo argentino do lado esquerdo. E foi por aquele lado que os visitantes criaram uma boa oportunidade logo aos 8’. Após cruzamento do uruguaio, a bola sobrou para Bruno Silva finalizar da entrada da área. Victor fez a defesa.


 


Mesmo com um a menos, o Cruzeiro conseguia levar perigo ao gol adversário. Murilo aproveitou cobrança de escanteio e tentou finalizar duas vezes de dentro da pequena área, mas foi parado. Thiago Larghi respondeu à pressão rival com a entrada de Otero no lugar de Luan.


 


Mas a jogada que abriu o placar foi do outro lado do campo, aos 16’. Após uma boa trama ofensiva que envolveu meio-campistas e Ricardo Oliveira, Manoel tentou tirar da área do Cruzeiro. A bola bateu em Róger Guedes e voltou contra a meta defendida por Fábio, que não conseguiu evitar o gol alvinegro: 1 a 0.


 


O gol inflamou a torcida do Atlético. Os donos da casa tomaram as rédeas do jogo e conseguiam chegar à área rival com mais facilidade. Para tentar mudar o cenário, Mano Menezes colocou Vitinho e Sassá nos lugares de Robinho e Raniel, respectivamente.


 


As alterações, entretanto, não surtiram tanto efeito. A desvantagem numérica e a segurança do Atlético depois do gol dificultaram a vida do Cruzeiro. Os donos da casa quase ampliaram o placar, em jogadas de Ricardo Olivera e Otero, mas pararam nos defensores do Cruzeiro e em Fábio. No fim, gritos de ‘olé’, aplausos ao contestado Elias e vitória alvinegra por 1 a 0.


Equipe alvinegra contou com gol de Róger Guedes para triunfar no Horto.



O Atlético fez valer o modelo de jogo proposto por Thiago Larghi na tarde deste sábado. No Independência, o time alvinegro criou mais e se aproveitou da expulsão de Mancuello, no começo do segundo tempo, para vencer o time quase todo reserva do Cruzeiro por 1 a 0. Róger Guedes marcou o único gol do jogo, válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.



De olho no confronto contra o Racing, pela Copa Libertadores, Mano Menezes escalou, dentre os jogadores considerados titulares, apenas o goleiro Fábio. O Atlético, por sua vez, teve mudanças significativas na equipe. Emerson tomou a vaga de Patric. Leonardo Silva e Otero iniciaram o jogo no banco de reservas.



A primeira etapa foi de domínio ofensivo do Atlético. Apesar de ter mais a bola, entretanto, o time alvinegro sofria para vencer a bem postada defesa do Cruzeiro. As melhores oportunidades - tanto para um lado, quanto para outro - surgiram ora a partir de jogadas individuais, ora consequentes de erros adversários. E os zeros se mantiveram no placar.



Logo aos 2’ do segundo tempo, Mancuello foi expulso após receber o segundo cartão amarelo por falta dura em Elias. Mesmo com um a menos, o Cruzeiro criou boas oportunidades nos minutos seguintes. Mas foi o Atlético que abriu o placar, com um gol ‘quase sem querer’ de Róger Guedes. A partir daí, o time alvinegro tomou as rédeas da partida e manteve a vitória até o fim.



Com o triunfo sobre o maior rival, o time alvinegro chega aos 13 pontos e alcança, ainda que provisoriamente, a liderança do Campeonato Brasileiro. O Corinthians, que visita o Sport no domingo, pode ultrapassar o Atlético nos critérios de desempate ainda nesta rodada.



A equipe alvinegra volta a campo no próximo sábado, às 21h, novamente no Independência. O adversário será o Flamengo, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.



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O Cruzeiro, por sua vez, recebe o Racing, a partir das 21h30 desta terça-feira, pela última rodada do grupo 5 da Copa Libertadores. Vitória no Mineirão garante a liderança ao time celeste. O próximo compromisso pelo Brasileirão será contra o Santos, no próximo domingo, às 16h, no Pacaembu.



Posse de bola de um, domínio territorial do outro



O nervosismo dos primeiros cinco minutos de jogo - que tiveram cartão amarelo para o estreante Emerson e erros em sequência das duas equipes - deu lugar às primeiras oportunidades de gol. Aos 9’, Róger Guedes arriscou de fora, sem perigo. Em seguida, Ricardo Oliveira recebeu cruzamento da direita na medida, mas errou o cabeceio e finalizou de ombro, fraquinho.



O domínio das ações ofensivas do Atlético, que chegou a ter quase 70% de posse de bola, contrastava com a postura inicial do Cruzeiro, que contava apenas com o goleiro Fábio dos jogadores considerados titulares. Mais recuados, os visitantes, porém, também criaram uma boa chance. A marcação na saída de bola funcionou, e Raniel chutou de longe, para fora.



O Atlético apostava na movimentação dos quatro jogadores da segunda linha de meio-campo para tentar desmontar a forte marcação armada por Mano Menezes, que posicionou o Cruzeiro em um 4-4-2 no momento defensivo. Luan, Elias, Cazares e Róger Guedes trocavam de posição constantemente, mas não conseguiam oportunidades claras.



O Cruzeiro cumpria à risca a estratégia combinada antes do jogo. Apesar de falhas individuais, os reservas conseguiam manter a solidez defensiva do time titular. Faltava, porém, mais profundidade no momento ofensivo.



As jogadas mais agudas de toda a etapa inicial se originaram ora de lances individuais dos atacantes, ora de erros dos adversários. Foi dessa forma, por exemplo, que Adilson aproveitou uma trapalhada de Bruno Silva, aplicou um ‘drible da vaca’ em Manoel e tocou de calcanhar para Ricardo Oliveira. O camisa 9 finalizou cruzado, para fora. No finalzinho, Rafael Sobis finalizou sem perigo uma falta de muito longe.



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Expulsão e vantagem alvinegra



O segundo tempo começou com um lance capital. Logo aos 2’, Mancuello - que já tinha recebido amarelo - deu um carrinho por trás em Elias, recebeu o segundo cartão e foi expulso. Com isso, o plano do Cruzeiro para o segundo tempo teve que mudar.



Substituto de Sobis, Arrascaeta foi recuado e passou a integrar a linha de meio-campistas e ocupar justamente o espaço deixado pelo argentino do lado esquerdo. E foi por aquele lado que os visitantes criaram uma boa oportunidade logo aos 8’. Após cruzamento do uruguaio, a bola sobrou para Bruno Silva finalizar da entrada da área. Victor fez a defesa.



Mesmo com um a menos, o Cruzeiro conseguia levar perigo ao gol adversário. Murilo aproveitou cobrança de escanteio e tentou finalizar duas vezes de dentro da pequena área, mas foi parado. Thiago Larghi respondeu à pressão rival com a entrada de Otero no lugar de Luan.



Mas a jogada que abriu o placar foi do outro lado do campo, aos 16’. Após uma boa trama ofensiva que envolveu meio-campistas e Ricardo Oliveira, Manoel tentou tirar da área do Cruzeiro. A bola bateu em Róger Guedes e voltou contra a meta defendida por Fábio, que não conseguiu evitar o gol alvinegro: 1 a 0.



O gol inflamou a torcida do Atlético. Os donos da casa tomaram as rédeas do jogo e conseguiam chegar à área rival com mais facilidade. Para tentar mudar o cenário, Mano Menezes colocou Vitinho e Sassá nos lugares de Robinho e Raniel, respectivamente.



As alterações, entretanto, não surtiram tanto efeito. A desvantagem numérica e a segurança do Atlético depois do gol dificultaram a vida do Cruzeiro. Os donos da casa quase ampliaram o placar, em jogadas de Ricardo Olivera e Otero, mas pararam nos defensores do Cruzeiro e em Fábio. No fim, gritos de ‘olé’, aplausos ao contestado Elias e vitória alvinegra por 1 a 0.



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