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Temer desiste da reeleição e anuncia apoio a Henrique Meirelles

Publicado por TV Minas em 22/05/2018

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'Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil', afirmou o emedebista. Ex-ministro afirma que presidente será 'cabo eleitoral positivo'.

 

O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (22), em evento do MDB em Brasília, que não disputará a reeleição e apoiará a pré-candidatura de seu ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, à Presidência da República.

 

“Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil”, disse Temer. “Que você seja o único candidato de centro a continuar o que começamos”, completou o emedebista, durante a cerimônia de lançamento do documento “Encontro com o Futuro”, elaborado pelo partido.

 

Em coletiva de imprensa após o anúncio de Michel Temer, Meirelles afirmou que o presidente “não desistiu [da reeleição], ele participou e fez uma escolha, assim como o MDB está fazendo uma escolha. É um gesto afirmativo, de escolha, de decisão e, de fato, de direcionamento”. O ex-ministro falou ao lodo do presidente do partido, senador Romero Jucá (RR).

 

Sobre a participação de Michel Temer, rejeitado por 70% da população, em seu palanque eleitoral, o ex-ministro foi evasivo em um primeiro momento, afirmando que Temer estará atarefado nos sete meses restantes de seu governo, mas depois classificou o presidente como um “cabo eleitoral positivo”, em função da melhora da economia. O pré-candidato do MDB à Presidência ressaltou em diversos momentos que o país superou a recessão e voltou a crescer durante o governo Temer.

 

“O Brasil já se cansou de aventura, já se cansou de político populista porque tudo isso gera recessão, gera crise, gera desemprego”, declarou Henrique Meirelles.

 

Com 1% da preferência do eleitorado na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada em abril, Meirelles disse que não se baseou em pesquisas de intenção de voto na decisão de se lançar candidato, mas em levantamentos qualitativos feitos pelo MDB. “Nós reunimos pessoas de diversas faixas etárias, diversas faixas de rendimento e escolaridade, que nunca tinham ouvido falar no meu nome, e o resultado é que após conhecerem o histórico, houve um aumento impressionante da intenção de voto”, afirmou.

 

A respeito de dissidências internas nos diretórios emedebistas em Alagoas, Paraná e Ceará, liderados, respectivamente, pelos senadores Renan Calheiros, Roberto Requião e Eunício Oliveira, que não apoiam a candidatura própria do MDB, Romero Jucá disse que o partido “respeita, mas não concorda com a posição deles”.

 

Sobre o caso específico de Eunício, que negocia ser candidato à reeleição na chapa do governador do Ceará, Camilo Santana, do PT, Jucá ressaltou que as alianças estaduais estão “liberadas”. “Não vai haver proibição de nenhuma composição estadual. Os palanques estaduais serão liberados e provavelmente o MDB estará em palanques que terão mais de um candidato à Presidência da República”, declarou.

'Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil', afirmou o emedebista. Ex-ministro afirma que presidente será 'cabo eleitoral positivo'.


 


O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (22), em evento do MDB em Brasília, que não disputará a reeleição e apoiará a pré-candidatura de seu ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, à Presidência da República.


 


“Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil”, disse Temer. “Que você seja o único candidato de centro a continuar o que começamos”, completou o emedebista, durante a cerimônia de lançamento do documento “Encontro com o Futuro”, elaborado pelo partido.


 


Em coletiva de imprensa após o anúncio de Michel Temer, Meirelles afirmou que o presidente “não desistiu [da reeleição], ele participou e fez uma escolha, assim como o MDB está fazendo uma escolha. É um gesto afirmativo, de escolha, de decisão e, de fato, de direcionamento”. O ex-ministro falou ao lodo do presidente do partido, senador Romero Jucá (RR).


 


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Sobre a participação de Michel Temer, rejeitado por 70% da população, em seu palanque eleitoral, o ex-ministro foi evasivo em um primeiro momento, afirmando que Temer estará atarefado nos sete meses restantes de seu governo, mas depois classificou o presidente como um “cabo eleitoral positivo”, em função da melhora da economia. O pré-candidato do MDB à Presidência ressaltou em diversos momentos que o país superou a recessão e voltou a crescer durante o governo Temer.


 


“O Brasil já se cansou de aventura, já se cansou de político populista porque tudo isso gera recessão, gera crise, gera desemprego”, declarou Henrique Meirelles.


 


Com 1% da preferência do eleitorado na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada em abril, Meirelles disse que não se baseou em pesquisas de intenção de voto na decisão de se lançar candidato, mas em levantamentos qualitativos feitos pelo MDB. “Nós reunimos pessoas de diversas faixas etárias, diversas faixas de rendimento e escolaridade, que nunca tinham ouvido falar no meu nome, e o resultado é que após conhecerem o histórico, houve um aumento impressionante da intenção de voto”, afirmou.


 


A respeito de dissidências internas nos diretórios emedebistas em Alagoas, Paraná e Ceará, liderados, respectivamente, pelos senadores Renan Calheiros, Roberto Requião e Eunício Oliveira, que não apoiam a candidatura própria do MDB, Romero Jucá disse que o partido “respeita, mas não concorda com a posição deles”.


 


Sobre o caso específico de Eunício, que negocia ser candidato à reeleição na chapa do governador do Ceará, Camilo Santana, do PT, Jucá ressaltou que as alianças estaduais estão “liberadas”. “Não vai haver proibição de nenhuma composição estadual. Os palanques estaduais serão liberados e provavelmente o MDB estará em palanques que terão mais de um candidato à Presidência da República”, declarou.


'Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil', afirmou o emedebista. Ex-ministro afirma que presidente será 'cabo eleitoral positivo'.



O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (22), em evento do MDB em Brasília, que não disputará a reeleição e apoiará a pré-candidatura de seu ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, à Presidência da República.



“Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil”, disse Temer. “Que você seja o único candidato de centro a continuar o que começamos”, completou o emedebista, durante a cerimônia de lançamento do documento “Encontro com o Futuro”, elaborado pelo partido.



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Em coletiva de imprensa após o anúncio de Michel Temer, Meirelles afirmou que o presidente “não desistiu [da reeleição], ele participou e fez uma escolha, assim como o MDB está fazendo uma escolha. É um gesto afirmativo, de escolha, de decisão e, de fato, de direcionamento”. O ex-ministro falou ao lodo do presidente do partido, senador Romero Jucá (RR).



Sobre a participação de Michel Temer, rejeitado por 70% da população, em seu palanque eleitoral, o ex-ministro foi evasivo em um primeiro momento, afirmando que Temer estará atarefado nos sete meses restantes de seu governo, mas depois classificou o presidente como um “cabo eleitoral positivo”, em função da melhora da economia. O pré-candidato do MDB à Presidência ressaltou em diversos momentos que o país superou a recessão e voltou a crescer durante o governo Temer.



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“O Brasil já se cansou de aventura, já se cansou de político populista porque tudo isso gera recessão, gera crise, gera desemprego”, declarou Henrique Meirelles.



Com 1% da preferência do eleitorado na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada em abril, Meirelles disse que não se baseou em pesquisas de intenção de voto na decisão de se lançar candidato, mas em levantamentos qualitativos feitos pelo MDB. “Nós reunimos pessoas de diversas faixas etárias, diversas faixas de rendimento e escolaridade, que nunca tinham ouvido falar no meu nome, e o resultado é que após conhecerem o histórico, houve um aumento impressionante da intenção de voto”, afirmou.



A respeito de dissidências internas nos diretórios emedebistas em Alagoas, Paraná e Ceará, liderados, respectivamente, pelos senadores Renan Calheiros, Roberto Requião e Eunício Oliveira, que não apoiam a candidatura própria do MDB, Romero Jucá disse que o partido “respeita, mas não concorda com a posição deles”.



Sobre o caso específico de Eunício, que negocia ser candidato à reeleição na chapa do governador do Ceará, Camilo Santana, do PT, Jucá ressaltou que as alianças estaduais estão “liberadas”. “Não vai haver proibição de nenhuma composição estadual. Os palanques estaduais serão liberados e provavelmente o MDB estará em palanques que terão mais de um candidato à Presidência da República”, declarou.



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