news:

Sul de Minas

Enfermeira é condenada a 14 anos de prisão no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 23/05/2018

foto_principal.jpg

Matéria extraída do G1

 

Crime aconteceu em outubro de 2015; outras duas pessoas já tinham sido condenadas.

 

A enfermeira Rosiane Rosa da Silva, acusada de ser a terceira envolvida na morte da estudante universitária Larissa Gonçalves de Souza, na época com 21 anos em outubro de 2015, foi condenada a 14 anos de prisão por sequestro e homicídio. A sentença saiu na noite desta terça-feira (22).

 

Inicialmente, a informação era de que a enfermeira havia sido condenada à pena base, de 12 anos de prisão. Mas por se tratar de crime duplamente qualificado, a pena aumentou para 14 anos.

 

Durante o julgamento, a enfermeira confirmou que participou do sequestro da estudante por amizade aos outros envolvidos, mas negou ter relação com a morte de Larissa. Em depoimento, também disse que foi chamada apenas para dar um susto na estudante e que não sabia dos planos do comerciante apontado de ser o mandante do crime.

 

Rosiane Rosa da Silva era enfermeira e teve seu processo desmembrado porque alegou problemas de saúde no dia do primeiro júri popular sobre o caso. Sempre de cabeça baixa, ela chegou a chorar. Os depoimentos de Rosiane foram questionados pelo Ministério Público, que apontou contradição com o que ela já havia dito para a Polícia Civil quando foi presa, há três anos.

 

"Trarei aos jurados todo o contexto do crime e a participação da ré Rosiane no homicídio como parte integrante e peça-chave no êxito da empreitada criminosa que vitimou a vida da jovem Larissa", disse a promotora Rogéria Leme durante a tarde.

 

Os pais de Larissa chegaram cedo ao Fórum de Cambuí, onde acontece o júri. Nas camisetas, o rosto da filha.

 

"Cada dia é uma luta. Hoje vai ser mais um dia de sofrimento, ouvir tudo de novo, mas eu estou aqui firme e forte pedindo para Deus que me dê força, porque não está sendo fácil. A justiça será feita por ela, mas a falta, isso nunca, a dor, vai continuar do mesmo jeito, a saudade, cada dia mais, não tem jeito, esse pedaço de mim foi embora junto", disse a mãe de Larissa, Nicéia de Oliveira.

 

 

Veja também: 3ª acusada de participar de morte de universitária em MG vai a juri​

Matéria extraída do G1


 


Crime aconteceu em outubro de 2015; outras duas pessoas já tinham sido condenadas.


 


A enfermeira Rosiane Rosa da Silva, acusada de ser a terceira envolvida na morte da estudante universitária Larissa Gonçalves de Souza, na época com 21 anos em outubro de 2015, foi condenada a 14 anos de prisão por sequestro e homicídio. A sentença saiu na noite desta terça-feira (22).


 


Inicialmente, a informação era de que a enfermeira havia sido condenada à pena base, de 12 anos de prisão. Mas por se tratar de crime duplamente qualificado, a pena aumentou para 14 anos.


 


Durante o julgamento, a enfermeira confirmou que participou do sequestro da estudante por amizade aos outros envolvidos, mas negou ter relação com a morte de Larissa. Em depoimento, também disse que foi chamada apenas para dar um susto na estudante e que não sabia dos planos do comerciante apontado de ser o mandante do crime.


 


PATROCINADORES

Rosiane Rosa da Silva era enfermeira e teve seu processo desmembrado porque alegou problemas de saúde no dia do primeiro júri popular sobre o caso. Sempre de cabeça baixa, ela chegou a chorar. Os depoimentos de Rosiane foram questionados pelo Ministério Público, que apontou contradição com o que ela já havia dito para a Polícia Civil quando foi presa, há três anos.


 


"Trarei aos jurados todo o contexto do crime e a participação da ré Rosiane no homicídio como parte integrante e peça-chave no êxito da empreitada criminosa que vitimou a vida da jovem Larissa", disse a promotora Rogéria Leme durante a tarde.


 


Os pais de Larissa chegaram cedo ao Fórum de Cambuí, onde acontece o júri. Nas camisetas, o rosto da filha.


 


"Cada dia é uma luta. Hoje vai ser mais um dia de sofrimento, ouvir tudo de novo, mas eu estou aqui firme e forte pedindo para Deus que me dê força, porque não está sendo fácil. A justiça será feita por ela, mas a falta, isso nunca, a dor, vai continuar do mesmo jeito, a saudade, cada dia mais, não tem jeito, esse pedaço de mim foi embora junto", disse a mãe de Larissa, Nicéia de Oliveira.


 


 


Veja também: 3ª acusada de participar de morte de universitária em MG vai a juri​


Matéria extraída do G1



Crime aconteceu em outubro de 2015; outras duas pessoas já tinham sido condenadas.



A enfermeira Rosiane Rosa da Silva, acusada de ser a terceira envolvida na morte da estudante universitária Larissa Gonçalves de Souza, na época com 21 anos em outubro de 2015, foi condenada a 14 anos de prisão por sequestro e homicídio. A sentença saiu na noite desta terça-feira (22).



PATROCINADORES

Inicialmente, a informação era de que a enfermeira havia sido condenada à pena base, de 12 anos de prisão. Mas por se tratar de crime duplamente qualificado, a pena aumentou para 14 anos.



Durante o julgamento, a enfermeira confirmou que participou do sequestro da estudante por amizade aos outros envolvidos, mas negou ter relação com a morte de Larissa. Em depoimento, também disse que foi chamada apenas para dar um susto na estudante e que não sabia dos planos do comerciante apontado de ser o mandante do crime.



Rosiane Rosa da Silva era enfermeira e teve seu processo desmembrado porque alegou problemas de saúde no dia do primeiro júri popular sobre o caso. Sempre de cabeça baixa, ela chegou a chorar. Os depoimentos de Rosiane foram questionados pelo Ministério Público, que apontou contradição com o que ela já havia dito para a Polícia Civil quando foi presa, há três anos.



PATROCINADORES

"Trarei aos jurados todo o contexto do crime e a participação da ré Rosiane no homicídio como parte integrante e peça-chave no êxito da empreitada criminosa que vitimou a vida da jovem Larissa", disse a promotora Rogéria Leme durante a tarde.



Os pais de Larissa chegaram cedo ao Fórum de Cambuí, onde acontece o júri. Nas camisetas, o rosto da filha.



"Cada dia é uma luta. Hoje vai ser mais um dia de sofrimento, ouvir tudo de novo, mas eu estou aqui firme e forte pedindo para Deus que me dê força, porque não está sendo fácil. A justiça será feita por ela, mas a falta, isso nunca, a dor, vai continuar do mesmo jeito, a saudade, cada dia mais, não tem jeito, esse pedaço de mim foi embora junto", disse a mãe de Larissa, Nicéia de Oliveira.



Veja também: 3ª acusada de participar de morte de universitária em MG vai a juri​



Veja Também