news:

Sul de Minas

Com a greve, prejuízo com descarte de leite já passa dos 3 milhões em MG

Publicado por TV Minas em 30/05/2018

foto_principal.jpg

Matéria extraída do G1

 

Segundo a Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), o problema atinge 460 pequenos produtores de 15 municípios da região.

 

Por causa da greve dos caminhoneiros, o prejuízo com descarte de leite já passa dos R$ 3 milhões em Passos. Segundo a Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), o problema atinge 460 pequenos produtores de 15 municípios da região.

 

A administradora diz ter segurado o leite estocado nos quatro silos do local enquanto foi possível, mas o gás para fazer a pasteurização acabou e, sem ele, não tinha como a cooperativa continuar a operação.

 

“A nossa indústria é movida a gás. Nós estamos aqui no Centro da cidade, não podemos consumir lenha, nem outra coisa. É o gás. E o gás, desde segunda-feira passada, está preso lá em São Sebastião do Paraíso”, diz Leonardo dos Reis Medeiros, presidente da Casmil.

 

O descarte de 145 mil litros de leite estragado foi feito na estação de tratamento de esgoto do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Passos). Mas o prejuízo não foi só esse. Pelo menos outras duas carretas carregadas com 38 mil litros de leite cada também estão paradas nas rodovias.

 

“É um faturamento hoje, se você pegar leite, ração, é um faturamento em torno de uns R$ 350 mil por dia. Com nove dias de paralisação, isso já está nos dando um prejuízo de mais de R$ 3 milhões de faturamento”, explica o presidente da cooperativa.

 

O estoque de matéria-prima também esta no fim. “E todo mundo, assim, super apreensivo, porque nós estamos perdendo poupa, estamos perdendo outros insumos de bebida láctea, que estão vencendo esta semana. Se tivesse normal, a gente já teria usado. Isso aí é um prejuízo pra gente”, diz Tatiana Maria Borges, que trabalha na área de planejamento e controle de produção.

 

Ainda em Passos, de acordo com a associação dos produtores rurais, mais de 500 mil litros de leite já foram descartados. Além disso, os produtores jogaram o produto na pista e no acostamento da MG-050 durante um protesto.

 

 

Cooperativa parada

 

As atividades na Casmil estão paradas desde quinta feira. Ao todo, 45 funcionários foram dispensados até a greve dos caminhoneiros acabar. Os poucos que estão aqui, vieram pra fazer a limpeza do local.

 

“Independente de produção ou não, tem que estar tudo impecável, tudo limpo, por ser uma indústria de alimentos. Tudo tem que estar limpo e em perfeitas condições”, afirma Fernada Silva, que trabalha na área de controle e qualidade da cooperativa.

 

A expectativa de normalização depois do fim da greve é de 15 a 20 dias. “É agoniante a gente saber que não tem previsão de quando vai voltar”, lamenta Tatiana.

Matéria extraída do G1


 


Segundo a Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), o problema atinge 460 pequenos produtores de 15 municípios da região.


 


Por causa da greve dos caminhoneiros, o prejuízo com descarte de leite já passa dos R$ 3 milhões em Passos. Segundo a Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), o problema atinge 460 pequenos produtores de 15 municípios da região.


 


A administradora diz ter segurado o leite estocado nos quatro silos do local enquanto foi possível, mas o gás para fazer a pasteurização acabou e, sem ele, não tinha como a cooperativa continuar a operação.


 


“A nossa indústria é movida a gás. Nós estamos aqui no Centro da cidade, não podemos consumir lenha, nem outra coisa. É o gás. E o gás, desde segunda-feira passada, está preso lá em São Sebastião do Paraíso”, diz Leonardo dos Reis Medeiros, presidente da Casmil.


 


O descarte de 145 mil litros de leite estragado foi feito na estação de tratamento de esgoto do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Passos). Mas o prejuízo não foi só esse. Pelo menos outras duas carretas carregadas com 38 mil litros de leite cada também estão paradas nas rodovias.


 


“É um faturamento hoje, se você pegar leite, ração, é um faturamento em torno de uns R$ 350 mil por dia. Com nove dias de paralisação, isso já está nos dando um prejuízo de mais de R$ 3 milhões de faturamento”, explica o presidente da cooperativa.


PATROCINADORES

 


O estoque de matéria-prima também esta no fim. “E todo mundo, assim, super apreensivo, porque nós estamos perdendo poupa, estamos perdendo outros insumos de bebida láctea, que estão vencendo esta semana. Se tivesse normal, a gente já teria usado. Isso aí é um prejuízo pra gente”, diz Tatiana Maria Borges, que trabalha na área de planejamento e controle de produção.


 


Ainda em Passos, de acordo com a associação dos produtores rurais, mais de 500 mil litros de leite já foram descartados. Além disso, os produtores jogaram o produto na pista e no acostamento da MG-050 durante um protesto.


 


 


Cooperativa parada


 


As atividades na Casmil estão paradas desde quinta feira. Ao todo, 45 funcionários foram dispensados até a greve dos caminhoneiros acabar. Os poucos que estão aqui, vieram pra fazer a limpeza do local.


 


“Independente de produção ou não, tem que estar tudo impecável, tudo limpo, por ser uma indústria de alimentos. Tudo tem que estar limpo e em perfeitas condições”, afirma Fernada Silva, que trabalha na área de controle e qualidade da cooperativa.


 


A expectativa de normalização depois do fim da greve é de 15 a 20 dias. “É agoniante a gente saber que não tem previsão de quando vai voltar”, lamenta Tatiana.


Matéria extraída do G1



Segundo a Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), o problema atinge 460 pequenos produtores de 15 municípios da região.



Por causa da greve dos caminhoneiros, o prejuízo com descarte de leite já passa dos R$ 3 milhões em Passos. Segundo a Cooperativa Agropecuária do Sudoeste Mineiro (Casmil), o problema atinge 460 pequenos produtores de 15 municípios da região.



A administradora diz ter segurado o leite estocado nos quatro silos do local enquanto foi possível, mas o gás para fazer a pasteurização acabou e, sem ele, não tinha como a cooperativa continuar a operação.



PATROCINADORES

“A nossa indústria é movida a gás. Nós estamos aqui no Centro da cidade, não podemos consumir lenha, nem outra coisa. É o gás. E o gás, desde segunda-feira passada, está preso lá em São Sebastião do Paraíso”, diz Leonardo dos Reis Medeiros, presidente da Casmil.



O descarte de 145 mil litros de leite estragado foi feito na estação de tratamento de esgoto do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Passos). Mas o prejuízo não foi só esse. Pelo menos outras duas carretas carregadas com 38 mil litros de leite cada também estão paradas nas rodovias.



“É um faturamento hoje, se você pegar leite, ração, é um faturamento em torno de uns R$ 350 mil por dia. Com nove dias de paralisação, isso já está nos dando um prejuízo de mais de R$ 3 milhões de faturamento”, explica o presidente da cooperativa.



O estoque de matéria-prima também esta no fim. “E todo mundo, assim, super apreensivo, porque nós estamos perdendo poupa, estamos perdendo outros insumos de bebida láctea, que estão vencendo esta semana. Se tivesse normal, a gente já teria usado. Isso aí é um prejuízo pra gente”, diz Tatiana Maria Borges, que trabalha na área de planejamento e controle de produção.



PATROCINADORES

Ainda em Passos, de acordo com a associação dos produtores rurais, mais de 500 mil litros de leite já foram descartados. Além disso, os produtores jogaram o produto na pista e no acostamento da MG-050 durante um protesto.



Cooperativa parada



As atividades na Casmil estão paradas desde quinta feira. Ao todo, 45 funcionários foram dispensados até a greve dos caminhoneiros acabar. Os poucos que estão aqui, vieram pra fazer a limpeza do local.



“Independente de produção ou não, tem que estar tudo impecável, tudo limpo, por ser uma indústria de alimentos. Tudo tem que estar limpo e em perfeitas condições”, afirma Fernada Silva, que trabalha na área de controle e qualidade da cooperativa.



A expectativa de normalização depois do fim da greve é de 15 a 20 dias. “É agoniante a gente saber que não tem previsão de quando vai voltar”, lamenta Tatiana.



Veja Também