news:

Sul de Minas

Pelo menos 21 Unidades Básicas de Saúde estão com obras paradas em MG

Publicado por TV Minas em 14/06/2018

foto_principal.jpg

Matéria extraída do G1

 

Juntas, as unidades custariam R$ 18,5 milhões; 18 delas, estão com mais de 50% da construção concluída.

 

Sul de Minas tem, pelo menos, 21 Unidades Básicas de Saúde com obras paradas. Além do desperdício de dinheiro público, o problema se torna um transtorno para os moradores que precisam desse serviço.

 

Em Varginha, por exemplo, a obra começou em agosto de 2014, orçada em mais de R$ 1,3 milhões. A obra parou em maio de 2016, praticamente só com a base concluída. Com isso, os moradores do bairro Sagrado Coração continuam procurando atendimento em outras unidades da cidade.

 

"Vacina tem que tudo ir no Barcelona, aí fica difícil pra gente", diz a gerente de supermercado Luciana Bernardes Paula.

 

Em Varginha, a obra foi parada antes de completar 50% da obra. Em São Sebastião do Paraíso e Andradas, outras duas sofreram a mesma medida. Além delas, outras 18 unidades tiveram o serviço paralisado após mais da metade estar concluída.

 

É o caso da UBS de Santana da Vargem, que parou com 55% da construção feita. Quando a obra começou, em maio de 2014, o motorista José Ricardinho ficou feliz de ter uma unidade de saúde bem em frente de casa. Só que a alegria durou pouco.

 

"Ia ser bom pra todo mundo do bairro, pra nós que está pertinho aqui também. Mas a gente desanimou, porque parou, não está tendo expediente nenhum até o momento", diz o motorista José Ricardino Filho.

 

Sobre as obras das UBS paradas, a Secretaria de Estado de Saúde diz que algumas pararam por falta de repasse do recurso e outras precisam de correção, devido a exposição a sol e chuva, além de atos vandalismo. A Secretaria afirma ainda que enfrenta um crescente déficit financeiro e que está se esforçando para honrar os compromissos. Juntas, as UBS paradas no Sul de Minas custariam R$ 18,5 milhões.

 

O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais acredita que cerca de 2 mil obras estão paradas em todo o estado.

Matéria extraída do G1


 


Juntas, as unidades custariam R$ 18,5 milhões; 18 delas, estão com mais de 50% da construção concluída.


 


Sul de Minas tem, pelo menos, 21 Unidades Básicas de Saúde com obras paradas. Além do desperdício de dinheiro público, o problema se torna um transtorno para os moradores que precisam desse serviço.


 


Em Varginha, por exemplo, a obra começou em agosto de 2014, orçada em mais de R$ 1,3 milhões. A obra parou em maio de 2016, praticamente só com a base concluída. Com isso, os moradores do bairro Sagrado Coração continuam procurando atendimento em outras unidades da cidade.


 


"Vacina tem que tudo ir no Barcelona, aí fica difícil pra gente", diz a gerente de supermercado Luciana Bernardes Paula.


PATROCINADORES

 


Em Varginha, a obra foi parada antes de completar 50% da obra. Em São Sebastião do Paraíso e Andradas, outras duas sofreram a mesma medida. Além delas, outras 18 unidades tiveram o serviço paralisado após mais da metade estar concluída.


 


É o caso da UBS de Santana da Vargem, que parou com 55% da construção feita. Quando a obra começou, em maio de 2014, o motorista José Ricardinho ficou feliz de ter uma unidade de saúde bem em frente de casa. Só que a alegria durou pouco.


 


"Ia ser bom pra todo mundo do bairro, pra nós que está pertinho aqui também. Mas a gente desanimou, porque parou, não está tendo expediente nenhum até o momento", diz o motorista José Ricardino Filho.


 


Sobre as obras das UBS paradas, a Secretaria de Estado de Saúde diz que algumas pararam por falta de repasse do recurso e outras precisam de correção, devido a exposição a sol e chuva, além de atos vandalismo. A Secretaria afirma ainda que enfrenta um crescente déficit financeiro e que está se esforçando para honrar os compromissos. Juntas, as UBS paradas no Sul de Minas custariam R$ 18,5 milhões.


 


O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais acredita que cerca de 2 mil obras estão paradas em todo o estado.


Matéria extraída do G1



Juntas, as unidades custariam R$ 18,5 milhões; 18 delas, estão com mais de 50% da construção concluída.



Sul de Minas tem, pelo menos, 21 Unidades Básicas de Saúde com obras paradas. Além do desperdício de dinheiro público, o problema se torna um transtorno para os moradores que precisam desse serviço.



PATROCINADORES

Em Varginha, por exemplo, a obra começou em agosto de 2014, orçada em mais de R$ 1,3 milhões. A obra parou em maio de 2016, praticamente só com a base concluída. Com isso, os moradores do bairro Sagrado Coração continuam procurando atendimento em outras unidades da cidade.



"Vacina tem que tudo ir no Barcelona, aí fica difícil pra gente", diz a gerente de supermercado Luciana Bernardes Paula.



Em Varginha, a obra foi parada antes de completar 50% da obra. Em São Sebastião do Paraíso e Andradas, outras duas sofreram a mesma medida. Além delas, outras 18 unidades tiveram o serviço paralisado após mais da metade estar concluída.



PATROCINADORES

É o caso da UBS de Santana da Vargem, que parou com 55% da construção feita. Quando a obra começou, em maio de 2014, o motorista José Ricardinho ficou feliz de ter uma unidade de saúde bem em frente de casa. Só que a alegria durou pouco.



"Ia ser bom pra todo mundo do bairro, pra nós que está pertinho aqui também. Mas a gente desanimou, porque parou, não está tendo expediente nenhum até o momento", diz o motorista José Ricardino Filho.



Sobre as obras das UBS paradas, a Secretaria de Estado de Saúde diz que algumas pararam por falta de repasse do recurso e outras precisam de correção, devido a exposição a sol e chuva, além de atos vandalismo. A Secretaria afirma ainda que enfrenta um crescente déficit financeiro e que está se esforçando para honrar os compromissos. Juntas, as UBS paradas no Sul de Minas custariam R$ 18,5 milhões.



O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais acredita que cerca de 2 mil obras estão paradas em todo o estado.



Veja Também