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Hospital Júlia Kubitschek pode fechar as portas, diz sindicato

Publicado por TV Minas em 15/06/2018

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Pacientes têm enfrentado dificuldades para serem atendidos na estrutura por falta de recursos; Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) garante que atendimento será normalizado até segunda-feira.

 

Por falta de insumos essenciais, como luvas de procedimento e fitas de esterilização, o hospital Júlia Kubitschek, localizado no Bairro Milionários, no Barreiro, pode fechar as portas nesta sexta-feira, segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG). Diante das limitações, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou que a situação será regularizada “até a próxima segunda-feira”.

 

Segundo a Fhemig, recursos são pleiteados junto às secretarias de Estado de Fazenda e de Saúde para resolver os problemas e garantir o atendimento do Serviço Único de Saúde (SUS).

 

Em nota, o Sinmed, que representa a categoria dos médicos no estado, adiantou que a situação “crítica” já havia sido avisada à Fhemig desde maio. Entretanto, segundo o sindicato, a direção do hospital Júlia Kubitschek não obteve qualquer resposta do órgão público.

 

Ainda na versão da categoria, o hospital sofre com escassez de medicamentos básicos e materiais médico hospitalares. Em sua nota, a Fhemig reconhece que o atendimento tem deixado a desejar, mas garante que os casos urgentes e emergentes são contemplados “normalmente”.

 

Quanto à situação de outros hospitais, a Fhemig ressaltou que “nenhuma unidade hospitalar vai suspender os serviços” em Minas Gerais. A Fundação administra 20 unidades assistenciais e um Centro de Atenção Psicossocial especializado em álcool e outras drogas (Caps ad). As estruturas estão distribuídas pela região metropolitana de Belo Horizonte e no interior do estado.

Pacientes têm enfrentado dificuldades para serem atendidos na estrutura por falta de recursos; Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) garante que atendimento será normalizado até segunda-feira.


 


Por falta de insumos essenciais, como luvas de procedimento e fitas de esterilização, o hospital Júlia Kubitschek, localizado no Bairro Milionários, no Barreiro, pode fechar as portas nesta sexta-feira, segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG). Diante das limitações, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou que a situação será regularizada “até a próxima segunda-feira”.


 


Segundo a Fhemig, recursos são pleiteados junto às secretarias de Estado de Fazenda e de Saúde para resolver os problemas e garantir o atendimento do Serviço Único de Saúde (SUS).


PATROCINADORES

 


Em nota, o Sinmed, que representa a categoria dos médicos no estado, adiantou que a situação “crítica” já havia sido avisada à Fhemig desde maio. Entretanto, segundo o sindicato, a direção do hospital Júlia Kubitschek não obteve qualquer resposta do órgão público.


 


Ainda na versão da categoria, o hospital sofre com escassez de medicamentos básicos e materiais médico hospitalares. Em sua nota, a Fhemig reconhece que o atendimento tem deixado a desejar, mas garante que os casos urgentes e emergentes são contemplados “normalmente”.


 


Quanto à situação de outros hospitais, a Fhemig ressaltou que “nenhuma unidade hospitalar vai suspender os serviços” em Minas Gerais. A Fundação administra 20 unidades assistenciais e um Centro de Atenção Psicossocial especializado em álcool e outras drogas (Caps ad). As estruturas estão distribuídas pela região metropolitana de Belo Horizonte e no interior do estado.


Pacientes têm enfrentado dificuldades para serem atendidos na estrutura por falta de recursos; Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) garante que atendimento será normalizado até segunda-feira.



Por falta de insumos essenciais, como luvas de procedimento e fitas de esterilização, o hospital Júlia Kubitschek, localizado no Bairro Milionários, no Barreiro, pode fechar as portas nesta sexta-feira, segundo o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG). Diante das limitações, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou que a situação será regularizada “até a próxima segunda-feira”.



Segundo a Fhemig, recursos são pleiteados junto às secretarias de Estado de Fazenda e de Saúde para resolver os problemas e garantir o atendimento do Serviço Único de Saúde (SUS).



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Em nota, o Sinmed, que representa a categoria dos médicos no estado, adiantou que a situação “crítica” já havia sido avisada à Fhemig desde maio. Entretanto, segundo o sindicato, a direção do hospital Júlia Kubitschek não obteve qualquer resposta do órgão público.



Ainda na versão da categoria, o hospital sofre com escassez de medicamentos básicos e materiais médico hospitalares. Em sua nota, a Fhemig reconhece que o atendimento tem deixado a desejar, mas garante que os casos urgentes e emergentes são contemplados “normalmente”.



Quanto à situação de outros hospitais, a Fhemig ressaltou que “nenhuma unidade hospitalar vai suspender os serviços” em Minas Gerais. A Fundação administra 20 unidades assistenciais e um Centro de Atenção Psicossocial especializado em álcool e outras drogas (Caps ad). As estruturas estão distribuídas pela região metropolitana de Belo Horizonte e no interior do estado.



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