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Sul de Minas

Combate à sonegação de impostos no comércio de café para exportação em MG

Publicado por TV Minas em 19/06/2018

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Matéria extraída do G1

 

Segundo investigações, valor sonegado pode chegar a R$ 500 milhões e o montante de tributos federais, R$ 100 milhões.

 

As receitas estadual e federal, o Ministério Público e a Polícia Civil deflagraram na manhã desta terça-feira (19) a operação "Grão Brocado" em quatro cidades do Sul de Minas e em Patrocínio, no Alto Paranaíba e Londrina (PR). O objetivo é combater a sonegação de impostos no comércio de café para exportação.

 

Conforme as investigações, mais de R$ 3 bilhões em notas fiscais foram emitidas por empresas de fachada do setor de café, entre os anos de 2016 e 2018. O valor sonegado pode chegar a R$ 500 milhões e o montante de tributos federais, a R$ 100 milhões.

 

Ao todo, são cumpridos 18 mandados de buscas e apreensões e 10 mandados de prisões. Os sigilos bancário e fiscal de pelo menos 32 pessoas foram quebrados. No Sul de Minas, há buscas sendo realizadas em uma empresa de Varginha. Também há ações em Machado, Santana da Vargem e Três Corações.

 

As investigações apontam indícios de que as empresas envolvidas possuem apenas unidade operacional para somente emitir notas fiscais cujo propósito específico é beneficiar tributariamente terceiros simulando operações e criando falsos elos intermediários na cadeia de adquirentes. O esquema também teria ramificações no Distrito Federal e no Paraná.

 

Segundo as autoridades, os suspeitos praticavam as fraudes através da ocultação do real responsável pelo recolhimento do Funrural, com o creditamento indevido de ICMS e através da redução do valor a pagar do imposto de renda pessoa jurídica das empersas beneficiárias.

 

A operação tem a participação de 20 servidores da Receita Federal do Brasil, 14 membros do Ministério Público de Minas Gerais, 42 servidores da Receita Estadual de Minas Gerais e 72 Policiais Civis.

Matéria extraída do G1


 


Segundo investigações, valor sonegado pode chegar a R$ 500 milhões e o montante de tributos federais, R$ 100 milhões.


 


As receitas estadual e federal, o Ministério Público e a Polícia Civil deflagraram na manhã desta terça-feira (19) a operação "Grão Brocado" em quatro cidades do Sul de Minas e em Patrocínio, no Alto Paranaíba e Londrina (PR). O objetivo é combater a sonegação de impostos no comércio de café para exportação.


 


Conforme as investigações, mais de R$ 3 bilhões em notas fiscais foram emitidas por empresas de fachada do setor de café, entre os anos de 2016 e 2018. O valor sonegado pode chegar a R$ 500 milhões e o montante de tributos federais, a R$ 100 milhões.


PATROCINADORES

 


Ao todo, são cumpridos 18 mandados de buscas e apreensões e 10 mandados de prisões. Os sigilos bancário e fiscal de pelo menos 32 pessoas foram quebrados. No Sul de Minas, há buscas sendo realizadas em uma empresa de Varginha. Também há ações em Machado, Santana da Vargem e Três Corações.


 


As investigações apontam indícios de que as empresas envolvidas possuem apenas unidade operacional para somente emitir notas fiscais cujo propósito específico é beneficiar tributariamente terceiros simulando operações e criando falsos elos intermediários na cadeia de adquirentes. O esquema também teria ramificações no Distrito Federal e no Paraná.


 


Segundo as autoridades, os suspeitos praticavam as fraudes através da ocultação do real responsável pelo recolhimento do Funrural, com o creditamento indevido de ICMS e através da redução do valor a pagar do imposto de renda pessoa jurídica das empersas beneficiárias.


 


A operação tem a participação de 20 servidores da Receita Federal do Brasil, 14 membros do Ministério Público de Minas Gerais, 42 servidores da Receita Estadual de Minas Gerais e 72 Policiais Civis.


Matéria extraída do G1



Segundo investigações, valor sonegado pode chegar a R$ 500 milhões e o montante de tributos federais, R$ 100 milhões.



As receitas estadual e federal, o Ministério Público e a Polícia Civil deflagraram na manhã desta terça-feira (19) a operação "Grão Brocado" em quatro cidades do Sul de Minas e em Patrocínio, no Alto Paranaíba e Londrina (PR). O objetivo é combater a sonegação de impostos no comércio de café para exportação.



PATROCINADORES

Conforme as investigações, mais de R$ 3 bilhões em notas fiscais foram emitidas por empresas de fachada do setor de café, entre os anos de 2016 e 2018. O valor sonegado pode chegar a R$ 500 milhões e o montante de tributos federais, a R$ 100 milhões.



Ao todo, são cumpridos 18 mandados de buscas e apreensões e 10 mandados de prisões. Os sigilos bancário e fiscal de pelo menos 32 pessoas foram quebrados. No Sul de Minas, há buscas sendo realizadas em uma empresa de Varginha. Também há ações em Machado, Santana da Vargem e Três Corações.



PATROCINADORES

As investigações apontam indícios de que as empresas envolvidas possuem apenas unidade operacional para somente emitir notas fiscais cujo propósito específico é beneficiar tributariamente terceiros simulando operações e criando falsos elos intermediários na cadeia de adquirentes. O esquema também teria ramificações no Distrito Federal e no Paraná.



Segundo as autoridades, os suspeitos praticavam as fraudes através da ocultação do real responsável pelo recolhimento do Funrural, com o creditamento indevido de ICMS e através da redução do valor a pagar do imposto de renda pessoa jurídica das empersas beneficiárias.



A operação tem a participação de 20 servidores da Receita Federal do Brasil, 14 membros do Ministério Público de Minas Gerais, 42 servidores da Receita Estadual de Minas Gerais e 72 Policiais Civis.



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