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Sul de Minas

Casal preso por morte de menina de 3 anos é transferido de presídio

Publicado por TV Minas em 20/06/2018

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Matéria extraída do G1

 

Padrasto e mãe de Ana Lívia saíram do Sul de Minas para presídio no centro-oeste do estado.

 

O casal preso na última semana suspeito da morte da menina Ana Lívia Lopes da Silva, de 3 anos, em Poços de Caldas, foi transferido para o presídio de Piumhi, no centro-oeste do estado. O padrasto da menina, Christopher Anthony Tavares Coelho, e a mãe da criança estavam presos no Sul de Minas desde a última sexta-feira (15), quando Ana Lívia morreu após ser agredida por fazer xixi na roupa e na cama.

 

O padrasto foi preso acusado de agressão e confessou o crime. A mãe foi presa por omissão, por não ter socorrido a filha durante as agressões. Segundo o setor de Administração Prisional, a transferência faz parte do fluxo da gestão entre presídios. O casal já havia sido transferido de Poços de Caldas a Andradas, de onde foi levado nesta terça-feira (19).

 

 

Mãe também foi presa em flagrante e autuado por homicídio.

 

 

Caso Ana Lívia

 

A menina de 3 anos morreu na última sexta-feira após ser agredida pelo padrasto. Segundo a Polícia Militar, as agressões começaram na quarta-feira (13), quando ela teria urinado na roupa e na cama.

 

Segundo a versão da mãe, na quinta-feira, ela dormia quando a menina foi agredida novamente pelo padrasto. Por volta das 8h30, viu lesões na filha e logo depois de acordar, a criança ficou inconsciente.

 

 

Creche já havia denunciado maus-tratos à menina morta por padrasto em Poços de Caldas.

 

 

A menina, segundo a mãe, ficou desacordada até às 17h, quando apresentou inchaço e expeliu sangue. Apenas neste momento, a mãe pediu ajuda aos parentes que moram ao lado. Ela foi levada ao hospital por parentes com politraumatismo craniano, hemorragia e diversos hematomas pelo corpo. Ana Lívia morreu no início da madrugada de sexta-feira na Santa Casa.

 

A creche onde Ana Lívia estudava já havia denunciado os pais da criança ao Conselho Tutelar por maus-tratos no dia 22 de maio. Procurada por uma conselheira tutelar na ocasião, a mãe alegou que a agressão foi pontual.

Matéria extraída do G1


 


Padrasto e mãe de Ana Lívia saíram do Sul de Minas para presídio no centro-oeste do estado.


 


O casal preso na última semana suspeito da morte da menina Ana Lívia Lopes da Silva, de 3 anos, em Poços de Caldas, foi transferido para o presídio de Piumhi, no centro-oeste do estado. O padrasto da menina, Christopher Anthony Tavares Coelho, e a mãe da criança estavam presos no Sul de Minas desde a última sexta-feira (15), quando Ana Lívia morreu após ser agredida por fazer xixi na roupa e na cama.


 


O padrasto foi preso acusado de agressão e confessou o crime. A mãe foi presa por omissão, por não ter socorrido a filha durante as agressões. Segundo o setor de Administração Prisional, a transferência faz parte do fluxo da gestão entre presídios. O casal já havia sido transferido de Poços de Caldas a Andradas, de onde foi levado nesta terça-feira (19).


 


 



Mãe também foi presa em flagrante e autuado por homicídio.


 


 


PATROCINADORES

Caso Ana Lívia


 


A menina de 3 anos morreu na última sexta-feira após ser agredida pelo padrasto. Segundo a Polícia Militar, as agressões começaram na quarta-feira (13), quando ela teria urinado na roupa e na cama.


 


Segundo a versão da mãe, na quinta-feira, ela dormia quando a menina foi agredida novamente pelo padrasto. Por volta das 8h30, viu lesões na filha e logo depois de acordar, a criança ficou inconsciente.


 


 



Creche já havia denunciado maus-tratos à menina morta por padrasto em Poços de Caldas.


 


 


A menina, segundo a mãe, ficou desacordada até às 17h, quando apresentou inchaço e expeliu sangue. Apenas neste momento, a mãe pediu ajuda aos parentes que moram ao lado. Ela foi levada ao hospital por parentes com politraumatismo craniano, hemorragia e diversos hematomas pelo corpo. Ana Lívia morreu no início da madrugada de sexta-feira na Santa Casa.


 


A creche onde Ana Lívia estudava já havia denunciado os pais da criança ao Conselho Tutelar por maus-tratos no dia 22 de maio. Procurada por uma conselheira tutelar na ocasião, a mãe alegou que a agressão foi pontual.


Matéria extraída do G1



Padrasto e mãe de Ana Lívia saíram do Sul de Minas para presídio no centro-oeste do estado.



O casal preso na última semana suspeito da morte da menina Ana Lívia Lopes da Silva, de 3 anos, em Poços de Caldas, foi transferido para o presídio de Piumhi, no centro-oeste do estado. O padrasto da menina, Christopher Anthony Tavares Coelho, e a mãe da criança estavam presos no Sul de Minas desde a última sexta-feira (15), quando Ana Lívia morreu após ser agredida por fazer xixi na roupa e na cama.



O padrasto foi preso acusado de agressão e confessou o crime. A mãe foi presa por omissão, por não ter socorrido a filha durante as agressões. Segundo o setor de Administração Prisional, a transferência faz parte do fluxo da gestão entre presídios. O casal já havia sido transferido de Poços de Caldas a Andradas, de onde foi levado nesta terça-feira (19).



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Mãe também foi presa em flagrante e autuado por homicídio.



Caso Ana Lívia



A menina de 3 anos morreu na última sexta-feira após ser agredida pelo padrasto. Segundo a Polícia Militar, as agressões começaram na quarta-feira (13), quando ela teria urinado na roupa e na cama.



Segundo a versão da mãe, na quinta-feira, ela dormia quando a menina foi agredida novamente pelo padrasto. Por volta das 8h30, viu lesões na filha e logo depois de acordar, a criança ficou inconsciente.



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Creche já havia denunciado maus-tratos à menina morta por padrasto em Poços de Caldas.



A menina, segundo a mãe, ficou desacordada até às 17h, quando apresentou inchaço e expeliu sangue. Apenas neste momento, a mãe pediu ajuda aos parentes que moram ao lado. Ela foi levada ao hospital por parentes com politraumatismo craniano, hemorragia e diversos hematomas pelo corpo. Ana Lívia morreu no início da madrugada de sexta-feira na Santa Casa.



A creche onde Ana Lívia estudava já havia denunciado os pais da criança ao Conselho Tutelar por maus-tratos no dia 22 de maio. Procurada por uma conselheira tutelar na ocasião, a mãe alegou que a agressão foi pontual.



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