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SES confirma mortes por febre amarela em moradores vacinados em Minas

Publicado por TV Minas em 21/06/2018

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Ao todo, 16 pessoas com histórico de vacinação foram infectadas pela febre amarela. Destas, duas mortes foram registradas. De acordo com a SES, a porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra a doença é de 95% a 98%.

 

A comissão multidisciplinar com representantes da Secretaria de Estado da Saúde, Ministério da Saúde, Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e Fundação Ezequiel Dias (Funed-MG), confirmou o diagnóstico de febre amarela em 16 pacientes com histórico de vacinação prévia em Minas Gerais. Destes, dois moradores morreram. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria Estadual de Saúde (SES/MG). Os casos representam 3% do universo dos casos confirmados entre julho de 2017 e junho deste ano. De acordo com a SES, a porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra a doença é de 95% a 98%.

 

A avaliação dos casos das pessoas com histórico de vacinação que tiveram a febre amarela confirmada por exames começou a ser feita no fim de fevereiro. A equipe formada por infectologistas, pediatras, epidemiologistas, enfermeiros e farmacêuticos fizeram uma investigação minuciosa, com análises de exames laboratoriais, entre outros, que confirmaram a doença. 

 

Na avaliação, eles levaram em conta os seguintes critérios: presença de sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso suspeito de febre amarela, alterações laboratoriais compatíveis com a doença, resultado laboratorial reagente ou detectável para febre amarela, realizado em laboratório de referência, vínculo epidemiológico com casos confirmados e/ou epizootias (morte de primatas) nos municípios e/ou regionais de residência, e comprovação de vacinação para febre amarela através do cartão de vacina e/ou registro da vacina na unidade de saúde.

 

Foram constatados 16 casos de pessoas vacinadas e que contraíram a febre amarela. A média de idade dos moradores é de 21 anos, sendo casos entre sete anos e 86 anos. Do total, 68,7% são do sexo masculino, e 31,2% do sexo feminino. Um dos infectados recebeu duas doses da vacina, enquanto o restante apenas uma. Duas pessoas não resistiram aos sintomas. 

 

Mesmo com a confirmação dos casos, a SES garante a eficácia da vacina contra a febre amarela. “De todos os casos de febre amarela que foram confirmados, somente 16 casos foram confirmados em pacientes vacinados, o que representa 3% deste universo de casos confirmados. Esta porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra febre amarela é de 95% a 98%. Assim, a vacina é considerada altamente eficaz e segura na prevenção da transmissão do vírus, sendo ainda a principal medida a ser adotada”, disse a pasta por meio de nota. 

 

A SES incluiu no balanço epidemiológico da doença, a categoria “inclassificável”. A pasta explica que trata-se dos casos de pacientes que foram vacinados até 30 dias antes do início dos sintomas. “Com isso, tornou-se necessário realizar a investigação para definir se era um caso de febre amarela silvestre ou evento adverso pós-vacinação (EAPV). No entanto, para alguns casos, as provas laboratoriais não foram conclusivas ou não haviam amostras adequadas para a realização do diagnóstico, não sendo possível fazer a diferenciação entre doença e EAPV. Desse modo, esses casos foram considerados 'inclassificáveis'”, explicou. 

 

Ao todo, 41 casos se enquadram nessa nova categoria. Desses, 38 pessoas foram internadas e receberam alta. Outros três morreram. 

 

 

Número de casos

 

A epidemia de febre amarela em Minas Gerais na temporada 2017/2018 vem perdendo força logo no fim de seu ciclo. Mesmo assim, é a pior já registrada no país. Desde julho do ano passado, 177 pessoas morreram com a doença, e outros 351 foram infectados, superando a temporada anterior (2016/2017), que contabilizou 475 casos e 162 óbitos. Seguem sendo investigadas 64 notificações, sendo que destas, cinco óbitos.

Ao todo, 16 pessoas com histórico de vacinação foram infectadas pela febre amarela. Destas, duas mortes foram registradas. De acordo com a SES, a porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra a doença é de 95% a 98%.


 


A comissão multidisciplinar com representantes da Secretaria de Estado da Saúde, Ministério da Saúde, Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e Fundação Ezequiel Dias (Funed-MG), confirmou o diagnóstico de febre amarela em 16 pacientes com histórico de vacinação prévia em Minas Gerais. Destes, dois moradores morreram. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria Estadual de Saúde (SES/MG). Os casos representam 3% do universo dos casos confirmados entre julho de 2017 e junho deste ano. De acordo com a SES, a porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra a doença é de 95% a 98%.


 


A avaliação dos casos das pessoas com histórico de vacinação que tiveram a febre amarela confirmada por exames começou a ser feita no fim de fevereiro. A equipe formada por infectologistas, pediatras, epidemiologistas, enfermeiros e farmacêuticos fizeram uma investigação minuciosa, com análises de exames laboratoriais, entre outros, que confirmaram a doença. 


 


Na avaliação, eles levaram em conta os seguintes critérios: presença de sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso suspeito de febre amarela, alterações laboratoriais compatíveis com a doença, resultado laboratorial reagente ou detectável para febre amarela, realizado em laboratório de referência, vínculo epidemiológico com casos confirmados e/ou epizootias (morte de primatas) nos municípios e/ou regionais de residência, e comprovação de vacinação para febre amarela através do cartão de vacina e/ou registro da vacina na unidade de saúde.


 


Foram constatados 16 casos de pessoas vacinadas e que contraíram a febre amarela. A média de idade dos moradores é de 21 anos, sendo casos entre sete anos e 86 anos. Do total, 68,7% são do sexo masculino, e 31,2% do sexo feminino. Um dos infectados recebeu duas doses da vacina, enquanto o restante apenas uma. Duas pessoas não resistiram aos sintomas. 


 


PATROCINADORES

Mesmo com a confirmação dos casos, a SES garante a eficácia da vacina contra a febre amarela. “De todos os casos de febre amarela que foram confirmados, somente 16 casos foram confirmados em pacientes vacinados, o que representa 3% deste universo de casos confirmados. Esta porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra febre amarela é de 95% a 98%. Assim, a vacina é considerada altamente eficaz e segura na prevenção da transmissão do vírus, sendo ainda a principal medida a ser adotada”, disse a pasta por meio de nota. 


 


A SES incluiu no balanço epidemiológico da doença, a categoria “inclassificável”. A pasta explica que trata-se dos casos de pacientes que foram vacinados até 30 dias antes do início dos sintomas. “Com isso, tornou-se necessário realizar a investigação para definir se era um caso de febre amarela silvestre ou evento adverso pós-vacinação (EAPV). No entanto, para alguns casos, as provas laboratoriais não foram conclusivas ou não haviam amostras adequadas para a realização do diagnóstico, não sendo possível fazer a diferenciação entre doença e EAPV. Desse modo, esses casos foram considerados 'inclassificáveis'”, explicou. 


 


Ao todo, 41 casos se enquadram nessa nova categoria. Desses, 38 pessoas foram internadas e receberam alta. Outros três morreram. 


 


 


Número de casos


 


A epidemia de febre amarela em Minas Gerais na temporada 2017/2018 vem perdendo força logo no fim de seu ciclo. Mesmo assim, é a pior já registrada no país. Desde julho do ano passado, 177 pessoas morreram com a doença, e outros 351 foram infectados, superando a temporada anterior (2016/2017), que contabilizou 475 casos e 162 óbitos. Seguem sendo investigadas 64 notificações, sendo que destas, cinco óbitos.


Ao todo, 16 pessoas com histórico de vacinação foram infectadas pela febre amarela. Destas, duas mortes foram registradas. De acordo com a SES, a porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra a doença é de 95% a 98%.



A comissão multidisciplinar com representantes da Secretaria de Estado da Saúde, Ministério da Saúde, Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e Fundação Ezequiel Dias (Funed-MG), confirmou o diagnóstico de febre amarela em 16 pacientes com histórico de vacinação prévia em Minas Gerais. Destes, dois moradores morreram. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria Estadual de Saúde (SES/MG). Os casos representam 3% do universo dos casos confirmados entre julho de 2017 e junho deste ano. De acordo com a SES, a porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra a doença é de 95% a 98%.



A avaliação dos casos das pessoas com histórico de vacinação que tiveram a febre amarela confirmada por exames começou a ser feita no fim de fevereiro. A equipe formada por infectologistas, pediatras, epidemiologistas, enfermeiros e farmacêuticos fizeram uma investigação minuciosa, com análises de exames laboratoriais, entre outros, que confirmaram a doença. 



PATROCINADORES

Na avaliação, eles levaram em conta os seguintes critérios: presença de sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso suspeito de febre amarela, alterações laboratoriais compatíveis com a doença, resultado laboratorial reagente ou detectável para febre amarela, realizado em laboratório de referência, vínculo epidemiológico com casos confirmados e/ou epizootias (morte de primatas) nos municípios e/ou regionais de residência, e comprovação de vacinação para febre amarela através do cartão de vacina e/ou registro da vacina na unidade de saúde.



Foram constatados 16 casos de pessoas vacinadas e que contraíram a febre amarela. A média de idade dos moradores é de 21 anos, sendo casos entre sete anos e 86 anos. Do total, 68,7% são do sexo masculino, e 31,2% do sexo feminino. Um dos infectados recebeu duas doses da vacina, enquanto o restante apenas uma. Duas pessoas não resistiram aos sintomas. 



Mesmo com a confirmação dos casos, a SES garante a eficácia da vacina contra a febre amarela. “De todos os casos de febre amarela que foram confirmados, somente 16 casos foram confirmados em pacientes vacinados, o que representa 3% deste universo de casos confirmados. Esta porcentagem está de acordo com a literatura científica, que descreve que a eficácia da vacina contra febre amarela é de 95% a 98%. Assim, a vacina é considerada altamente eficaz e segura na prevenção da transmissão do vírus, sendo ainda a principal medida a ser adotada”, disse a pasta por meio de nota. 



PATROCINADORES

A SES incluiu no balanço epidemiológico da doença, a categoria “inclassificável”. A pasta explica que trata-se dos casos de pacientes que foram vacinados até 30 dias antes do início dos sintomas. “Com isso, tornou-se necessário realizar a investigação para definir se era um caso de febre amarela silvestre ou evento adverso pós-vacinação (EAPV). No entanto, para alguns casos, as provas laboratoriais não foram conclusivas ou não haviam amostras adequadas para a realização do diagnóstico, não sendo possível fazer a diferenciação entre doença e EAPV. Desse modo, esses casos foram considerados 'inclassificáveis'”, explicou. 



Ao todo, 41 casos se enquadram nessa nova categoria. Desses, 38 pessoas foram internadas e receberam alta. Outros três morreram. 



Número de casos



A epidemia de febre amarela em Minas Gerais na temporada 2017/2018 vem perdendo força logo no fim de seu ciclo. Mesmo assim, é a pior já registrada no país. Desde julho do ano passado, 177 pessoas morreram com a doença, e outros 351 foram infectados, superando a temporada anterior (2016/2017), que contabilizou 475 casos e 162 óbitos. Seguem sendo investigadas 64 notificações, sendo que destas, cinco óbitos.



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