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Ciência & Tecnologia

Estados Unidos determinam criação de força militar espacial

Publicado por TV Minas em 24/06/2018

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O presidente Donald Trump afirmou que conquistar o espaço é "uma questão de segurança nacional".

 

Se depender do presidente norte-americano Donald Trump, o futuro da humanidade terá elementos de Guerra nas Estrelas— mas, infelizmente, sem os Jedi ou o Chewbacca. O mandatário norte-americano determinou a criação da Força Espacial dos Estados Unidos, que se somará ao Exército, Marinha, Aeronáutica, Guarda Costeira e Corpo de Fuzileiros-Navais. 

 

O objetivo dos Estados Unidos é impedir que os chineses e os russos desenvolvam tecnologias para obter vantagens na exploração espacial. Trump aprofunda a política de Ronald Reagan, presidente norte-americano na década de 1980 que liderou o projeto batizado de Iniciativa Estratégica de Defesa: mais conhecida como 'Guerra nas Estrelas', a iniciativa consistia na criação de radares e satélites que poderiam destruir mísseis balísticos de qualquer parte do planeta. Com custo estimado superior a US$ 100 bilhões, o projeto não teve continuidade. 

 

Apesar dos planos, os Estados Unidos são signatários de um tratato que impede o desenvolvimento de armas de destruição em massa no espaço. Além disso, expedições para a Lua só podem ser realizadas com fins pacíficos. 

 

Cientistas acreditam que, no futuro, será possível realizar atividades de mineração em asteroides que possuam características minerais raras. Um dos elementos mais cobiçados pelas mineradoras espaciais é a platina. Usada para fins diversos como a produção de joias e de dispositivos eletrônicos ou médicos, a substância é raríssima na Terra: um único quilo custa em torno de US$ 30 mil. Estima-se, porém, que um asteroide de 500 metros rico em platina possa conter uma quantidade tão grande do mineral que chegue a superar o conjunto de toda a platina já extraída na história da humanidade. 

O presidente Donald Trump afirmou que conquistar o espaço é "uma questão de segurança nacional".


 


Se depender do presidente norte-americano Donald Trump, o futuro da humanidade terá elementos de Guerra nas Estrelas— mas, infelizmente, sem os Jedi ou o Chewbacca. O mandatário norte-americano determinou a criação da Força Espacial dos Estados Unidos, que se somará ao Exército, Marinha, Aeronáutica, Guarda Costeira e Corpo de Fuzileiros-Navais. 


 


PATROCINADORES

O objetivo dos Estados Unidos é impedir que os chineses e os russos desenvolvam tecnologias para obter vantagens na exploração espacial. Trump aprofunda a política de Ronald Reagan, presidente norte-americano na década de 1980 que liderou o projeto batizado de Iniciativa Estratégica de Defesa: mais conhecida como 'Guerra nas Estrelas', a iniciativa consistia na criação de radares e satélites que poderiam destruir mísseis balísticos de qualquer parte do planeta. Com custo estimado superior a US$ 100 bilhões, o projeto não teve continuidade. 


 


Apesar dos planos, os Estados Unidos são signatários de um tratato que impede o desenvolvimento de armas de destruição em massa no espaço. Além disso, expedições para a Lua só podem ser realizadas com fins pacíficos. 


 


Cientistas acreditam que, no futuro, será possível realizar atividades de mineração em asteroides que possuam características minerais raras. Um dos elementos mais cobiçados pelas mineradoras espaciais é a platina. Usada para fins diversos como a produção de joias e de dispositivos eletrônicos ou médicos, a substância é raríssima na Terra: um único quilo custa em torno de US$ 30 mil. Estima-se, porém, que um asteroide de 500 metros rico em platina possa conter uma quantidade tão grande do mineral que chegue a superar o conjunto de toda a platina já extraída na história da humanidade. 


O presidente Donald Trump afirmou que conquistar o espaço é "uma questão de segurança nacional".



Se depender do presidente norte-americano Donald Trump, o futuro da humanidade terá elementos de Guerra nas Estrelas— mas, infelizmente, sem os Jedi ou o Chewbacca. O mandatário norte-americano determinou a criação da Força Espacial dos Estados Unidos, que se somará ao Exército, Marinha, Aeronáutica, Guarda Costeira e Corpo de Fuzileiros-Navais. 



O objetivo dos Estados Unidos é impedir que os chineses e os russos desenvolvam tecnologias para obter vantagens na exploração espacial. Trump aprofunda a política de Ronald Reagan, presidente norte-americano na década de 1980 que liderou o projeto batizado de Iniciativa Estratégica de Defesa: mais conhecida como 'Guerra nas Estrelas', a iniciativa consistia na criação de radares e satélites que poderiam destruir mísseis balísticos de qualquer parte do planeta. Com custo estimado superior a US$ 100 bilhões, o projeto não teve continuidade. 



PATROCINADORES

Apesar dos planos, os Estados Unidos são signatários de um tratato que impede o desenvolvimento de armas de destruição em massa no espaço. Além disso, expedições para a Lua só podem ser realizadas com fins pacíficos. 



Cientistas acreditam que, no futuro, será possível realizar atividades de mineração em asteroides que possuam características minerais raras. Um dos elementos mais cobiçados pelas mineradoras espaciais é a platina. Usada para fins diversos como a produção de joias e de dispositivos eletrônicos ou médicos, a substância é raríssima na Terra: um único quilo custa em torno de US$ 30 mil. Estima-se, porém, que um asteroide de 500 metros rico em platina possa conter uma quantidade tão grande do mineral que chegue a superar o conjunto de toda a platina já extraída na história da humanidade. 



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