news:

Notícias

Rússia vai extraditar brasileiro fugitivo detido na Copa do Mundo

Publicado por TV Minas em 24/06/2018

foto_principal.jpg

Rodrigo Denardi Vicentini foi pego em um mandado de prisão internacional depois de jogo com Costa Rica.

 

Um brasileiro detido em uma partida da Copa do Mundo ficará sob custódia na Rússia antes de sua extradição para enfrentar acusações de roubar agências dos correios no Brasil, afirmou um tribunal russo neste domingo (24).

 

Rodrigo Denardi Vicentini foi pego em um mandado de prisão internacional depois de ver a seleção brasileira vencer a Costa Rica por 2 x 0 em São Petersburgo na sexta-feira (22). Ele é procurado no Brasil por uma série de assaltos que tiveram como alvo os correios no ano passado, de acordo com documentos judiciais locais.

 

“(Ele) explicou ao tribunal que não é culpado de nada, que a polícia o estava tratando bem, pediu para ser solto, insistiu que não sabia nada sobre as acusações e que provavelmente tudo o que aconteceu foi um erro”, disse o tribunal em comunicado.

 

O site russo de notícias Fontanka informou que Vicentini havia sido identificado no jogo pela Interpol, que trabalhou com a polícia russa e brasileira para destacá-lo na multidão.

 

A polícia preferiu esperar até depois do jogo para detê-lo, informou Fontanka, para não alarmar os torcedores nas arquibancadas.

 

O tribunal de Petrogrado disse que o suspeito, que possui cidadania brasileira e italiana, viveu e trabalhou no Reino Unido no ano passado.

Rodrigo Denardi Vicentini foi pego em um mandado de prisão internacional depois de jogo com Costa Rica.


 


Um brasileiro detido em uma partida da Copa do Mundo ficará sob custódia na Rússia antes de sua extradição para enfrentar acusações de roubar agências dos correios no Brasil, afirmou um tribunal russo neste domingo (24).


 


Rodrigo Denardi Vicentini foi pego em um mandado de prisão internacional depois de ver a seleção brasileira vencer a Costa Rica por 2 x 0 em São Petersburgo na sexta-feira (22). Ele é procurado no Brasil por uma série de assaltos que tiveram como alvo os correios no ano passado, de acordo com documentos judiciais locais.


 


PATROCINADORES

“(Ele) explicou ao tribunal que não é culpado de nada, que a polícia o estava tratando bem, pediu para ser solto, insistiu que não sabia nada sobre as acusações e que provavelmente tudo o que aconteceu foi um erro”, disse o tribunal em comunicado.


 


O site russo de notícias Fontanka informou que Vicentini havia sido identificado no jogo pela Interpol, que trabalhou com a polícia russa e brasileira para destacá-lo na multidão.


 


A polícia preferiu esperar até depois do jogo para detê-lo, informou Fontanka, para não alarmar os torcedores nas arquibancadas.


 


O tribunal de Petrogrado disse que o suspeito, que possui cidadania brasileira e italiana, viveu e trabalhou no Reino Unido no ano passado.


Rodrigo Denardi Vicentini foi pego em um mandado de prisão internacional depois de jogo com Costa Rica.



Um brasileiro detido em uma partida da Copa do Mundo ficará sob custódia na Rússia antes de sua extradição para enfrentar acusações de roubar agências dos correios no Brasil, afirmou um tribunal russo neste domingo (24).



Rodrigo Denardi Vicentini foi pego em um mandado de prisão internacional depois de ver a seleção brasileira vencer a Costa Rica por 2 x 0 em São Petersburgo na sexta-feira (22). Ele é procurado no Brasil por uma série de assaltos que tiveram como alvo os correios no ano passado, de acordo com documentos judiciais locais.



PATROCINADORES

“(Ele) explicou ao tribunal que não é culpado de nada, que a polícia o estava tratando bem, pediu para ser solto, insistiu que não sabia nada sobre as acusações e que provavelmente tudo o que aconteceu foi um erro”, disse o tribunal em comunicado.



O site russo de notícias Fontanka informou que Vicentini havia sido identificado no jogo pela Interpol, que trabalhou com a polícia russa e brasileira para destacá-lo na multidão.



A polícia preferiu esperar até depois do jogo para detê-lo, informou Fontanka, para não alarmar os torcedores nas arquibancadas.



O tribunal de Petrogrado disse que o suspeito, que possui cidadania brasileira e italiana, viveu e trabalhou no Reino Unido no ano passado.



Veja Também