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Esporte

Guerrero e Cahill: a despedida de dois heróis nacionais

Publicado por TV Minas em 26/06/2018

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Ídolos protagonizam partida entre Peru e Austrália; França e Dinamarca avançam no Grupo C.

 

A seleção peruana chegou desclassificada à terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo da Rússia, mas não tratou sua despedida com melancolia. Além da satisfação devida aos milhares de compatriotas nas arquibancadas, não se despreza uma vitrine dessas. A vitória do Peru sobre a Austrália por 2 a 0 também abreviou a campanha dos cangurus, que ainda lutavam pela vaga. Menos empolgante foi o confronto entre Franca e Dinamarca, responsáveis pelo primeiro placar zerado do Mundial.

 

Peruanos e australianos tiveram uma oportunidade rara. São poucos os países que contam, na Rússia, com atletas entre os maiores ídolos de sua história. Guerrero e Tim Cahill desfrutaram de seus minutos. O peruano, que divide com Cubillas (destaque na Copa de 1970) a coroa de seu país, finalizou seu sonho com gol. Após travar uma luta jurídica contra uma suspensão por doping, sentiu a alegria de comemorar tento em Mundial e beijar a camisa, aos cinco minutos do segundo tempo, ampliando a vitória andina. É provável que o centroavante — que agora volta a se dedicar a provar sua inocência e discutir sua permanência no Flamengo —, aos 34 anos, ainda se dedique a mais um ciclo de Eliminatórias para tentar disputar a edição de 2022, no Catar.

 

Já Tim Cahill, o maior jogador da história australiana, certamente se despediu, aos 38 anos. Teria sido um desfecho mais especial se tivesse conseguido se tornar o quinto jogador da história a fazer gols em quatro Mundiais (como Pelé, os alemães Seeler e Klose e, recentemente, Cristiano Ronaldo). De qualquer forma, o atacante do Millwall, da Inglaterra — onde também é ídolo —, pode celebrar. Afinal, esquecido no banco de reservas nas duas partidas anteriores, por pouco não teve a chance de contabilizar essa quarta presença — a mais relevante, quando chegou às oitavas, em 2006.

 

 

Nas oitavas

 

A França (líder do Grupo C com sete pontos), joga no sábado, 30 de junho, às 11h, contra o segundo colocado do Grupo D. No domingo, às 15h, a Dinamarca enfrenta o líder da mesma chave.

 

 

Ponto alto

 

O público peruano saboreou cada minuto na Rússia e foi presenteado com o belo chute de Carrillo — até aquele momento, não haviam tido a alegria de gritar gol.

 

 

Ponto baixo

 

A Dinamarca avança com futebol pouco convincente e sem ameaçar o grande número de reservas franceses. Difícil imaginar que vá muito além das oitavas.

Ídolos protagonizam partida entre Peru e Austrália; França e Dinamarca avançam no Grupo C.


 


A seleção peruana chegou desclassificada à terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo da Rússia, mas não tratou sua despedida com melancolia. Além da satisfação devida aos milhares de compatriotas nas arquibancadas, não se despreza uma vitrine dessas. A vitória do Peru sobre a Austrália por 2 a 0 também abreviou a campanha dos cangurus, que ainda lutavam pela vaga. Menos empolgante foi o confronto entre Franca e Dinamarca, responsáveis pelo primeiro placar zerado do Mundial.


 


Peruanos e australianos tiveram uma oportunidade rara. São poucos os países que contam, na Rússia, com atletas entre os maiores ídolos de sua história. Guerrero e Tim Cahill desfrutaram de seus minutos. O peruano, que divide com Cubillas (destaque na Copa de 1970) a coroa de seu país, finalizou seu sonho com gol. Após travar uma luta jurídica contra uma suspensão por doping, sentiu a alegria de comemorar tento em Mundial e beijar a camisa, aos cinco minutos do segundo tempo, ampliando a vitória andina. É provável que o centroavante — que agora volta a se dedicar a provar sua inocência e discutir sua permanência no Flamengo —, aos 34 anos, ainda se dedique a mais um ciclo de Eliminatórias para tentar disputar a edição de 2022, no Catar.


 


Já Tim Cahill, o maior jogador da história australiana, certamente se despediu, aos 38 anos. Teria sido um desfecho mais especial se tivesse conseguido se tornar o quinto jogador da história a fazer gols em quatro Mundiais (como Pelé, os alemães Seeler e Klose e, recentemente, Cristiano Ronaldo). De qualquer forma, o atacante do Millwall, da Inglaterra — onde também é ídolo —, pode celebrar. Afinal, esquecido no banco de reservas nas duas partidas anteriores, por pouco não teve a chance de contabilizar essa quarta presença — a mais relevante, quando chegou às oitavas, em 2006.


 


 


Nas oitavas


 


PATROCINADORES

A França (líder do Grupo C com sete pontos), joga no sábado, 30 de junho, às 11h, contra o segundo colocado do Grupo D. No domingo, às 15h, a Dinamarca enfrenta o líder da mesma chave.


 


 


Ponto alto


 


O público peruano saboreou cada minuto na Rússia e foi presenteado com o belo chute de Carrillo — até aquele momento, não haviam tido a alegria de gritar gol.


 


 


Ponto baixo


 


A Dinamarca avança com futebol pouco convincente e sem ameaçar o grande número de reservas franceses. Difícil imaginar que vá muito além das oitavas.


Ídolos protagonizam partida entre Peru e Austrália; França e Dinamarca avançam no Grupo C.



A seleção peruana chegou desclassificada à terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo da Rússia, mas não tratou sua despedida com melancolia. Além da satisfação devida aos milhares de compatriotas nas arquibancadas, não se despreza uma vitrine dessas. A vitória do Peru sobre a Austrália por 2 a 0 também abreviou a campanha dos cangurus, que ainda lutavam pela vaga. Menos empolgante foi o confronto entre Franca e Dinamarca, responsáveis pelo primeiro placar zerado do Mundial.



Peruanos e australianos tiveram uma oportunidade rara. São poucos os países que contam, na Rússia, com atletas entre os maiores ídolos de sua história. Guerrero e Tim Cahill desfrutaram de seus minutos. O peruano, que divide com Cubillas (destaque na Copa de 1970) a coroa de seu país, finalizou seu sonho com gol. Após travar uma luta jurídica contra uma suspensão por doping, sentiu a alegria de comemorar tento em Mundial e beijar a camisa, aos cinco minutos do segundo tempo, ampliando a vitória andina. É provável que o centroavante — que agora volta a se dedicar a provar sua inocência e discutir sua permanência no Flamengo —, aos 34 anos, ainda se dedique a mais um ciclo de Eliminatórias para tentar disputar a edição de 2022, no Catar.



Já Tim Cahill, o maior jogador da história australiana, certamente se despediu, aos 38 anos. Teria sido um desfecho mais especial se tivesse conseguido se tornar o quinto jogador da história a fazer gols em quatro Mundiais (como Pelé, os alemães Seeler e Klose e, recentemente, Cristiano Ronaldo). De qualquer forma, o atacante do Millwall, da Inglaterra — onde também é ídolo —, pode celebrar. Afinal, esquecido no banco de reservas nas duas partidas anteriores, por pouco não teve a chance de contabilizar essa quarta presença — a mais relevante, quando chegou às oitavas, em 2006.



PATROCINADORES

Nas oitavas



A França (líder do Grupo C com sete pontos), joga no sábado, 30 de junho, às 11h, contra o segundo colocado do Grupo D. No domingo, às 15h, a Dinamarca enfrenta o líder da mesma chave.



PATROCINADORES

Ponto alto



O público peruano saboreou cada minuto na Rússia e foi presenteado com o belo chute de Carrillo — até aquele momento, não haviam tido a alegria de gritar gol.



Ponto baixo



A Dinamarca avança com futebol pouco convincente e sem ameaçar o grande número de reservas franceses. Difícil imaginar que vá muito além das oitavas.



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