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PTC desiste da candidatura de Collor à Presidência

Publicado por TV Minas em 27/06/2018

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Sem citar o senador, sigla anuncia em comunicado que não terá candidato na disputa presidencial para tentar atingir o coeficiente mínimo de 1,5% dos votos.

 

O senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTC-AL) não será mais candidato à Presidência, cargo que ocupou entre 1990 e 1992. Comunicado assinado pelo presidente do seu partido, Daniel Tourinho, e publicado no site da legena diz que “sobrevivência” da sigla foi um dos motivos para a desistência da candidatura própria.

 

Segundo Tourinho, “a principal luta da instituição” será atingir ao menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara. Com isso, ultrapassaria a chamada cláusula de barreira, aprovada na reforma eleitoral do ano passado e que restringe o acesso das legendas que não conseguirem coeficientes eleitorais mínimos ao Fundo Partidário.

 

O nome de Collor não é citado no comunicado do partido. O ex-presidente não comentou a decisão nem fez qualquer menção ao fato em suas redes sociais. Ele também pouco fez pela própria pré-campanha. No período em que os interessados na disputa estavam se desdobrando em ações públicas e de marketing, Collor preferiu viajar em missão oficial à Coreia do Norte – com o objetivo de reorganizar a embaixada brasileira em Pyongyang.

 

 

Rejeição

 

Collor só teve destaque no noticiário eleitoral quando pesquisa do instituto Datafolha apontou seu nome como o mais rejeitado pelos eleitores. O ex-presidente, que parecia fadado a ocupar o mesmo espaço de nomes como Levy Fidelix e José Maria Eymael na disputa de outubro, já obteve 35 milhões de votos – sendo eleito o primeiro presidente pós-redemocratização em 1989.

 

Na ocasião, Collor venceu no segundo turno o petista Luiz Inácio Lula da Silva – atualmente condenado e preso na Lava Jato. Ele comandou o país entre 1990 e 1992, quando renunciou à Presidência em 29 de dezembro, antes que o processo de impeachment fosse aprovado.

 

Este ano, a pré-candidatura do senador não entusiasmou. Assim como em 1989, ele se declarou pré-candidato em Arapiraca, no agreste alagoano. Especulou-se até que, desta vez, o comitê central de sua campanha seria na cidade com pouco mais de 230 mil habitantes. A escolha também pode ter sido um tanto supersticiosa – já que há 29 anos corria a informação de que era em Arapiraca que viveria uma suposta vidente que prestava serviços a Collor.

 

Ele confirmou sua pré-candidatura em fevereiro, quando na tribuna do Senado até citou um filósofo alemão. “Como disse Schopenhauer, o destino embaralha as cartas, e nós jogamos”, afirmou. Collor deve continuar no Senado, onde tem mandato até 2023.

Sem citar o senador, sigla anuncia em comunicado que não terá candidato na disputa presidencial para tentar atingir o coeficiente mínimo de 1,5% dos votos.


 


O senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTC-AL) não será mais candidato à Presidência, cargo que ocupou entre 1990 e 1992. Comunicado assinado pelo presidente do seu partido, Daniel Tourinho, e publicado no site da legena diz que “sobrevivência” da sigla foi um dos motivos para a desistência da candidatura própria.


 


Segundo Tourinho, “a principal luta da instituição” será atingir ao menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara. Com isso, ultrapassaria a chamada cláusula de barreira, aprovada na reforma eleitoral do ano passado e que restringe o acesso das legendas que não conseguirem coeficientes eleitorais mínimos ao Fundo Partidário.


 


O nome de Collor não é citado no comunicado do partido. O ex-presidente não comentou a decisão nem fez qualquer menção ao fato em suas redes sociais. Ele também pouco fez pela própria pré-campanha. No período em que os interessados na disputa estavam se desdobrando em ações públicas e de marketing, Collor preferiu viajar em missão oficial à Coreia do Norte – com o objetivo de reorganizar a embaixada brasileira em Pyongyang.


 


 


PATROCINADORES

Rejeição


 


Collor só teve destaque no noticiário eleitoral quando pesquisa do instituto Datafolha apontou seu nome como o mais rejeitado pelos eleitores. O ex-presidente, que parecia fadado a ocupar o mesmo espaço de nomes como Levy Fidelix e José Maria Eymael na disputa de outubro, já obteve 35 milhões de votos – sendo eleito o primeiro presidente pós-redemocratização em 1989.


 


Na ocasião, Collor venceu no segundo turno o petista Luiz Inácio Lula da Silva – atualmente condenado e preso na Lava Jato. Ele comandou o país entre 1990 e 1992, quando renunciou à Presidência em 29 de dezembro, antes que o processo de impeachment fosse aprovado.


 


Este ano, a pré-candidatura do senador não entusiasmou. Assim como em 1989, ele se declarou pré-candidato em Arapiraca, no agreste alagoano. Especulou-se até que, desta vez, o comitê central de sua campanha seria na cidade com pouco mais de 230 mil habitantes. A escolha também pode ter sido um tanto supersticiosa – já que há 29 anos corria a informação de que era em Arapiraca que viveria uma suposta vidente que prestava serviços a Collor.


 


Ele confirmou sua pré-candidatura em fevereiro, quando na tribuna do Senado até citou um filósofo alemão. “Como disse Schopenhauer, o destino embaralha as cartas, e nós jogamos”, afirmou. Collor deve continuar no Senado, onde tem mandato até 2023.


Sem citar o senador, sigla anuncia em comunicado que não terá candidato na disputa presidencial para tentar atingir o coeficiente mínimo de 1,5% dos votos.



O senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTC-AL) não será mais candidato à Presidência, cargo que ocupou entre 1990 e 1992. Comunicado assinado pelo presidente do seu partido, Daniel Tourinho, e publicado no site da legena diz que “sobrevivência” da sigla foi um dos motivos para a desistência da candidatura própria.



Segundo Tourinho, “a principal luta da instituição” será atingir ao menos 1,5% dos votos válidos para a Câmara. Com isso, ultrapassaria a chamada cláusula de barreira, aprovada na reforma eleitoral do ano passado e que restringe o acesso das legendas que não conseguirem coeficientes eleitorais mínimos ao Fundo Partidário.



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O nome de Collor não é citado no comunicado do partido. O ex-presidente não comentou a decisão nem fez qualquer menção ao fato em suas redes sociais. Ele também pouco fez pela própria pré-campanha. No período em que os interessados na disputa estavam se desdobrando em ações públicas e de marketing, Collor preferiu viajar em missão oficial à Coreia do Norte – com o objetivo de reorganizar a embaixada brasileira em Pyongyang.



Rejeição



Collor só teve destaque no noticiário eleitoral quando pesquisa do instituto Datafolha apontou seu nome como o mais rejeitado pelos eleitores. O ex-presidente, que parecia fadado a ocupar o mesmo espaço de nomes como Levy Fidelix e José Maria Eymael na disputa de outubro, já obteve 35 milhões de votos – sendo eleito o primeiro presidente pós-redemocratização em 1989.



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Na ocasião, Collor venceu no segundo turno o petista Luiz Inácio Lula da Silva – atualmente condenado e preso na Lava Jato. Ele comandou o país entre 1990 e 1992, quando renunciou à Presidência em 29 de dezembro, antes que o processo de impeachment fosse aprovado.



Este ano, a pré-candidatura do senador não entusiasmou. Assim como em 1989, ele se declarou pré-candidato em Arapiraca, no agreste alagoano. Especulou-se até que, desta vez, o comitê central de sua campanha seria na cidade com pouco mais de 230 mil habitantes. A escolha também pode ter sido um tanto supersticiosa – já que há 29 anos corria a informação de que era em Arapiraca que viveria uma suposta vidente que prestava serviços a Collor.



Ele confirmou sua pré-candidatura em fevereiro, quando na tribuna do Senado até citou um filósofo alemão. “Como disse Schopenhauer, o destino embaralha as cartas, e nós jogamos”, afirmou. Collor deve continuar no Senado, onde tem mandato até 2023.



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