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Sul de Minas

Hospital Renascentista deixa de atender pelo Ipsemg, em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 29/06/2018

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Matéria extraída do G1

 

Segundo instituição, atendimentos vão ser suspensos por falta de repasses do Governo do Estado.

 

Servidores não terão mais atendimentos pelo convênio do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) no Hospital Renascentista, em Pouso Alegre a partir do dia 9 de julho. A unidade suspendeu o serviço porque diz que desde fevereiro o Governo Estadual não repassa os pagamentos dos serviços prestados.

 

“Quando o Governo consegue realmente acertar uma parte, uma parcela, já há uma nova produção do mês subsequente, de forma que nós conseguimos receber alguma coisa, no entanto a perenidade do atraso se perpetua a cada novo mês, a cada nova produção hospitalar de atendimento à população”, diz Andrei Alkmin Teixeira, diretor executivo do hospital.

 

O hospital recebe pacientes de 50 municípios da região. De junho do ano passado a junho deste ano, o hospital realizou:

 

21.443 atendimentos

 

37.513 exames laboratoriais

 

765 internações

 

653 cirurgias

 

A direção não revela valores dos repasses, mas diz que são essenciais para diversos procedimentos. “Exames de laboratório de imagem, clínicas de imagem com tomografia, com ressonância, clínica de hemodiálise, com pacientes em tratamento ambulatorial, bem como as próprias necessidades assistenciais do pronto atendimento, da UTI do Hospital Renascentista”, explica Teixeira.

 

A professora Amábile Faé, da rede estadual em Pouso Alegre, utiliza o convênio do Ipsemg para cuidar da saúde, ainda mais agora que ela está grávida. “É no mínimo uma vez por semana para poder fazer reposição de ferro”, conta. “Aí com esse cancelamento, vou ficar desprevenida, não tem onde fazer. Ou é pelo SUS, que é um pouco mais demorado”, diz.


O professor Marcos Pacheco é também presidente do Sindicato dos Servidores da região. Ele diz que muitos precisam do convênio. “Não esperávamos isso do Governo. Acreditávamos que, nessa parte da saúde, que é descontado dos trabalhadores, estavam enviando, estavam repassando, portanto agora com surpresa recebemos essa notificação”, afirma.

 

Em nota, o Ipsemg disse que mantém o diálogo com todos os hospitais credenciados em busca de propostas para continuar com os atendimentos. Já o Governo de Minas Gerais não respondeu à equipe da EPTV Sul de Minas.

Matéria extraída do G1


 


Segundo instituição, atendimentos vão ser suspensos por falta de repasses do Governo do Estado.


 


Servidores não terão mais atendimentos pelo convênio do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) no Hospital Renascentista, em Pouso Alegre a partir do dia 9 de julho. A unidade suspendeu o serviço porque diz que desde fevereiro o Governo Estadual não repassa os pagamentos dos serviços prestados.


 


“Quando o Governo consegue realmente acertar uma parte, uma parcela, já há uma nova produção do mês subsequente, de forma que nós conseguimos receber alguma coisa, no entanto a perenidade do atraso se perpetua a cada novo mês, a cada nova produção hospitalar de atendimento à população”, diz Andrei Alkmin Teixeira, diretor executivo do hospital.


 


O hospital recebe pacientes de 50 municípios da região. De junho do ano passado a junho deste ano, o hospital realizou:


 


21.443 atendimentos


 


PATROCINADORES

37.513 exames laboratoriais


 


765 internações


 


653 cirurgias


 


A direção não revela valores dos repasses, mas diz que são essenciais para diversos procedimentos. “Exames de laboratório de imagem, clínicas de imagem com tomografia, com ressonância, clínica de hemodiálise, com pacientes em tratamento ambulatorial, bem como as próprias necessidades assistenciais do pronto atendimento, da UTI do Hospital Renascentista”, explica Teixeira.


 


A professora Amábile Faé, da rede estadual em Pouso Alegre, utiliza o convênio do Ipsemg para cuidar da saúde, ainda mais agora que ela está grávida. “É no mínimo uma vez por semana para poder fazer reposição de ferro”, conta. “Aí com esse cancelamento, vou ficar desprevenida, não tem onde fazer. Ou é pelo SUS, que é um pouco mais demorado”, diz.



O professor Marcos Pacheco é também presidente do Sindicato dos Servidores da região. Ele diz que muitos precisam do convênio. “Não esperávamos isso do Governo. Acreditávamos que, nessa parte da saúde, que é descontado dos trabalhadores, estavam enviando, estavam repassando, portanto agora com surpresa recebemos essa notificação”, afirma.


 


Em nota, o Ipsemg disse que mantém o diálogo com todos os hospitais credenciados em busca de propostas para continuar com os atendimentos. Já o Governo de Minas Gerais não respondeu à equipe da EPTV Sul de Minas.


Matéria extraída do G1



Segundo instituição, atendimentos vão ser suspensos por falta de repasses do Governo do Estado.



Servidores não terão mais atendimentos pelo convênio do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) no Hospital Renascentista, em Pouso Alegre a partir do dia 9 de julho. A unidade suspendeu o serviço porque diz que desde fevereiro o Governo Estadual não repassa os pagamentos dos serviços prestados.



“Quando o Governo consegue realmente acertar uma parte, uma parcela, já há uma nova produção do mês subsequente, de forma que nós conseguimos receber alguma coisa, no entanto a perenidade do atraso se perpetua a cada novo mês, a cada nova produção hospitalar de atendimento à população”, diz Andrei Alkmin Teixeira, diretor executivo do hospital.



PATROCINADORES

O hospital recebe pacientes de 50 municípios da região. De junho do ano passado a junho deste ano, o hospital realizou:



21.443 atendimentos



37.513 exames laboratoriais



765 internações



PATROCINADORES

653 cirurgias



A direção não revela valores dos repasses, mas diz que são essenciais para diversos procedimentos. “Exames de laboratório de imagem, clínicas de imagem com tomografia, com ressonância, clínica de hemodiálise, com pacientes em tratamento ambulatorial, bem como as próprias necessidades assistenciais do pronto atendimento, da UTI do Hospital Renascentista”, explica Teixeira.



A professora Amábile Faé, da rede estadual em Pouso Alegre, utiliza o convênio do Ipsemg para cuidar da saúde, ainda mais agora que ela está grávida. “É no mínimo uma vez por semana para poder fazer reposição de ferro”, conta. “Aí com esse cancelamento, vou ficar desprevenida, não tem onde fazer. Ou é pelo SUS, que é um pouco mais demorado”, diz.




O professor Marcos Pacheco é também presidente do Sindicato dos Servidores da região. Ele diz que muitos precisam do convênio. “Não esperávamos isso do Governo. Acreditávamos que, nessa parte da saúde, que é descontado dos trabalhadores, estavam enviando, estavam repassando, portanto agora com surpresa recebemos essa notificação”, afirma.



Em nota, o Ipsemg disse que mantém o diálogo com todos os hospitais credenciados em busca de propostas para continuar com os atendimentos. Já o Governo de Minas Gerais não respondeu à equipe da EPTV Sul de Minas.



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