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Sul de Minas

Unifei, no Sul de Minas, vive situação dramática com cortes de verbas

Publicado por TV Minas em 30/06/2018

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Matéria extraída do G1

 

Universidade sofreu uma perda de 35,6% no valor empenhado apesar de expansão de cursos e área.

 

Após um levantamento feito pelo G1 apontar que 90% das universidades federais tiveram perda real no orçamento nos últimos cinco anos, o reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Dagoberto Alves de Almeida definiu a situação da instituição como "dramática".

 

"A universidade nesse período teve um aumento, ela mais que dobrou a sua quantidade de alunos, aumentou em 70% a sua quantidade de funcionários e docentes. Nós expandimos a nossa área nesse período, especialmente entre 2013 e 2018, em mais de 40%, quase 50%", explica.

 

No entanto, apesar da expansão, os dados do Ministério da Educação apontam que a Unifei sofreu uma perda real de 35,6% no orçamento em comparação com 2014, ano de maior volume de rapasses.

 

"Então nós estamos em uma situação dramática, onde, ano após ano, as nossas obrigações se mantém ou aumentam, mas com menos recursos para administrar esse dia a dia", afirma o reitor.

 

Além disso, segundo Almeida, há o temor de que esse valor possa ser ainda menor em 2019. "Para que vocês tenham uma ideia, nós temos a possibilidade, para o próximo ano, de termos uma redução do nosso custeio, que é a quantidade de dinheiro que eu tenho para gerenciar o dia a dia da universidade, da ordem de 20% com relação a este ano", completa.

Matéria extraída do G1


 


Universidade sofreu uma perda de 35,6% no valor empenhado apesar de expansão de cursos e área.


 


Após um levantamento feito pelo G1 apontar que 90% das universidades federais tiveram perda real no orçamento nos últimos cinco anos, o reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Dagoberto Alves de Almeida definiu a situação da instituição como "dramática".


 


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"A universidade nesse período teve um aumento, ela mais que dobrou a sua quantidade de alunos, aumentou em 70% a sua quantidade de funcionários e docentes. Nós expandimos a nossa área nesse período, especialmente entre 2013 e 2018, em mais de 40%, quase 50%", explica.


 


No entanto, apesar da expansão, os dados do Ministério da Educação apontam que a Unifei sofreu uma perda real de 35,6% no orçamento em comparação com 2014, ano de maior volume de rapasses.


 


"Então nós estamos em uma situação dramática, onde, ano após ano, as nossas obrigações se mantém ou aumentam, mas com menos recursos para administrar esse dia a dia", afirma o reitor.


 


Além disso, segundo Almeida, há o temor de que esse valor possa ser ainda menor em 2019. "Para que vocês tenham uma ideia, nós temos a possibilidade, para o próximo ano, de termos uma redução do nosso custeio, que é a quantidade de dinheiro que eu tenho para gerenciar o dia a dia da universidade, da ordem de 20% com relação a este ano", completa.


Matéria extraída do G1



Universidade sofreu uma perda de 35,6% no valor empenhado apesar de expansão de cursos e área.



Após um levantamento feito pelo G1 apontar que 90% das universidades federais tiveram perda real no orçamento nos últimos cinco anos, o reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Dagoberto Alves de Almeida definiu a situação da instituição como "dramática".



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"A universidade nesse período teve um aumento, ela mais que dobrou a sua quantidade de alunos, aumentou em 70% a sua quantidade de funcionários e docentes. Nós expandimos a nossa área nesse período, especialmente entre 2013 e 2018, em mais de 40%, quase 50%", explica.



No entanto, apesar da expansão, os dados do Ministério da Educação apontam que a Unifei sofreu uma perda real de 35,6% no orçamento em comparação com 2014, ano de maior volume de rapasses.



"Então nós estamos em uma situação dramática, onde, ano após ano, as nossas obrigações se mantém ou aumentam, mas com menos recursos para administrar esse dia a dia", afirma o reitor.



Além disso, segundo Almeida, há o temor de que esse valor possa ser ainda menor em 2019. "Para que vocês tenham uma ideia, nós temos a possibilidade, para o próximo ano, de termos uma redução do nosso custeio, que é a quantidade de dinheiro que eu tenho para gerenciar o dia a dia da universidade, da ordem de 20% com relação a este ano", completa.



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