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Esporte

Bélgica mostra poder de reação e vai pegar o Brasil

Publicado por TV Minas em 02/07/2018

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Japoneses fazem dois gols, mas 'ótima geração' busca a virada e encara a seleção brasileira nas quartas.

 

Não foi somente o México que se propôs a jogar futebol nesta segunda-feira. O Japão também não se limitou a defender e esteve próximo de uma inédita vaga em quartas de final de Copa do Mundo. A torcida brasileira chegou a sonhar com a qualificada Bélgica fora do caminho para o hexa, mas a ‘ótima geração’ mostrou poder de reação. Com novas armas, inclusive. Além dos passes em velocidade, o jogo aéreo foi fundamental para a vitória por 3 a 2 sobre os japoneses. Mais elementos para Tite e sua comissão técnica estudarem para o confronto da próxima sexta-feira.

 

O primeiro tempo seguiu a tendência do melhor time (a Bélgica) trabalhando a bola sem criar muitas situações efetivas — e exposto a reações. O Japão arriscou com Kagawa logo no primeiro minuto e as melhores jogadas do outro lado, buscando Lukaku, foram travadas pela defesa japonesa. Àquela altura, a partida parecia sob controle belga, como se a vitória fosse questão de tempo.

 

Não foi por soberba, entretanto, que a ‘ótima geração belga’ sofreu o primeiro gol, logo aos três minutos do segundo tempo. A cobertura do zagueiro-esquerdo Vertonghen às descidas de Carrasco é que falhou e oportunizou o chute de Haraguchi. A bela finalização de Inui, no segundo gol, não é novidade para quem o viu contra Senegal.

 

A torcida brasileira já esfregava as mãos, mas o técnico Roberto Martínez lançou à partida os responsáveis pela reação: Fellaini e Chadli. A reação começou com Vertonghen, que minimizou sua falha no primeiro gol, aos 24. Cinco minutos depois, a normalidade se refez em Kazan, com o gol de cabeça de Fellaini.

 

O Japão não se abateu a ponto de recuar, pelo contrário. A partida tornou-se franca, o famoso ‘lá e cá’, divertidíssima para quem assistia, à exceção de belgas e japoneses, sofrendo a cada defesa de seus goleiros — Courtois e Kawashima protagonizaram os minutos finais. De uma ação do guarda-redes belga saiu o escanteio, e da sequência do lance um contra-ataque velocíssimo, conduzido por De Bruyne, que encontrou Meunier pela direita. A zaga nipônica perseguiu Lukaku, mas foi Chadli, de surpresa, quem definiu o adversário do Brasil. Quem queria se divertir mais um pouco, com prorrogação e pênaltis, teve que aplaudir a reação belga.

 

 

Ponto alto

 

Ainda atônitos pela derrota no último lance, os japoneses se refizeram para reverenciar sua torcida. Depois do vexaminoso antijogo no fechamento do Grupo H, despediram-se da Rússia de forma honrosa.

 

 

Ponto baixo

 

O lado esquerdo da defesa belga esteve vulnerável, no mesmo dia em que o ataque brasileiro funcionou pela direita, com Willian bem contra o México. Será o caminho canarinho para as semifinais?

 

 

Nas quartas

 

A Bélgica enfrenta o Brasil na sexta-feira, 6 de julho, às 15h, em Kazan.

Japoneses fazem dois gols, mas 'ótima geração' busca a virada e encara a seleção brasileira nas quartas.


 


Não foi somente o México que se propôs a jogar futebol nesta segunda-feira. O Japão também não se limitou a defender e esteve próximo de uma inédita vaga em quartas de final de Copa do Mundo. A torcida brasileira chegou a sonhar com a qualificada Bélgica fora do caminho para o hexa, mas a ‘ótima geração’ mostrou poder de reação. Com novas armas, inclusive. Além dos passes em velocidade, o jogo aéreo foi fundamental para a vitória por 3 a 2 sobre os japoneses. Mais elementos para Tite e sua comissão técnica estudarem para o confronto da próxima sexta-feira.


 


O primeiro tempo seguiu a tendência do melhor time (a Bélgica) trabalhando a bola sem criar muitas situações efetivas — e exposto a reações. O Japão arriscou com Kagawa logo no primeiro minuto e as melhores jogadas do outro lado, buscando Lukaku, foram travadas pela defesa japonesa. Àquela altura, a partida parecia sob controle belga, como se a vitória fosse questão de tempo.


 


Não foi por soberba, entretanto, que a ‘ótima geração belga’ sofreu o primeiro gol, logo aos três minutos do segundo tempo. A cobertura do zagueiro-esquerdo Vertonghen às descidas de Carrasco é que falhou e oportunizou o chute de Haraguchi. A bela finalização de Inui, no segundo gol, não é novidade para quem o viu contra Senegal.


 


A torcida brasileira já esfregava as mãos, mas o técnico Roberto Martínez lançou à partida os responsáveis pela reação: Fellaini e Chadli. A reação começou com Vertonghen, que minimizou sua falha no primeiro gol, aos 24. Cinco minutos depois, a normalidade se refez em Kazan, com o gol de cabeça de Fellaini.


 


O Japão não se abateu a ponto de recuar, pelo contrário. A partida tornou-se franca, o famoso ‘lá e cá’, divertidíssima para quem assistia, à exceção de belgas e japoneses, sofrendo a cada defesa de seus goleiros — Courtois e Kawashima protagonizaram os minutos finais. De uma ação do guarda-redes belga saiu o escanteio, e da sequência do lance um contra-ataque velocíssimo, conduzido por De Bruyne, que encontrou Meunier pela direita. A zaga nipônica perseguiu Lukaku, mas foi Chadli, de surpresa, quem definiu o adversário do Brasil. Quem queria se divertir mais um pouco, com prorrogação e pênaltis, teve que aplaudir a reação belga.


 


 


PATROCINADORES

Ponto alto


 


Ainda atônitos pela derrota no último lance, os japoneses se refizeram para reverenciar sua torcida. Depois do vexaminoso antijogo no fechamento do Grupo H, despediram-se da Rússia de forma honrosa.


 


 


Ponto baixo


 


O lado esquerdo da defesa belga esteve vulnerável, no mesmo dia em que o ataque brasileiro funcionou pela direita, com Willian bem contra o México. Será o caminho canarinho para as semifinais?


 


 


Nas quartas


 


A Bélgica enfrenta o Brasil na sexta-feira, 6 de julho, às 15h, em Kazan.


Japoneses fazem dois gols, mas 'ótima geração' busca a virada e encara a seleção brasileira nas quartas.



Não foi somente o México que se propôs a jogar futebol nesta segunda-feira. O Japão também não se limitou a defender e esteve próximo de uma inédita vaga em quartas de final de Copa do Mundo. A torcida brasileira chegou a sonhar com a qualificada Bélgica fora do caminho para o hexa, mas a ‘ótima geração’ mostrou poder de reação. Com novas armas, inclusive. Além dos passes em velocidade, o jogo aéreo foi fundamental para a vitória por 3 a 2 sobre os japoneses. Mais elementos para Tite e sua comissão técnica estudarem para o confronto da próxima sexta-feira.



O primeiro tempo seguiu a tendência do melhor time (a Bélgica) trabalhando a bola sem criar muitas situações efetivas — e exposto a reações. O Japão arriscou com Kagawa logo no primeiro minuto e as melhores jogadas do outro lado, buscando Lukaku, foram travadas pela defesa japonesa. Àquela altura, a partida parecia sob controle belga, como se a vitória fosse questão de tempo.



Não foi por soberba, entretanto, que a ‘ótima geração belga’ sofreu o primeiro gol, logo aos três minutos do segundo tempo. A cobertura do zagueiro-esquerdo Vertonghen às descidas de Carrasco é que falhou e oportunizou o chute de Haraguchi. A bela finalização de Inui, no segundo gol, não é novidade para quem o viu contra Senegal.



PATROCINADORES

A torcida brasileira já esfregava as mãos, mas o técnico Roberto Martínez lançou à partida os responsáveis pela reação: Fellaini e Chadli. A reação começou com Vertonghen, que minimizou sua falha no primeiro gol, aos 24. Cinco minutos depois, a normalidade se refez em Kazan, com o gol de cabeça de Fellaini.



O Japão não se abateu a ponto de recuar, pelo contrário. A partida tornou-se franca, o famoso ‘lá e cá’, divertidíssima para quem assistia, à exceção de belgas e japoneses, sofrendo a cada defesa de seus goleiros — Courtois e Kawashima protagonizaram os minutos finais. De uma ação do guarda-redes belga saiu o escanteio, e da sequência do lance um contra-ataque velocíssimo, conduzido por De Bruyne, que encontrou Meunier pela direita. A zaga nipônica perseguiu Lukaku, mas foi Chadli, de surpresa, quem definiu o adversário do Brasil. Quem queria se divertir mais um pouco, com prorrogação e pênaltis, teve que aplaudir a reação belga.



Ponto alto



Ainda atônitos pela derrota no último lance, os japoneses se refizeram para reverenciar sua torcida. Depois do vexaminoso antijogo no fechamento do Grupo H, despediram-se da Rússia de forma honrosa.



PATROCINADORES

Ponto baixo



O lado esquerdo da defesa belga esteve vulnerável, no mesmo dia em que o ataque brasileiro funcionou pela direita, com Willian bem contra o México. Será o caminho canarinho para as semifinais?



Nas quartas



A Bélgica enfrenta o Brasil na sexta-feira, 6 de julho, às 15h, em Kazan.



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