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Ciência & Tecnologia

O menor computador do mundo faz um grão de arroz parecer gigante

Publicado por TV Minas em 22/09/2018

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O computador da Universidade de Michigan ao lado de um grão de arroz.

 

A corrida pelo menor computador do mundo tem novamente a Universidade de Michigan na liderança. A instituição retomou a posição que havia perdido para a IBM ao apresentar um dispositivo menor do que um grão de arroz.

 

O novo computador da Universidade de Michigan tem 0,04 mm³, equivalente a um décimo do tamanho do sistema criado pela IBM. Ele começou a ser desenvolvido justamente após a empresa apresentar o seu computador minúsculo.

 

O que causou o interesse nos pesquisadores foi a lógica adotada pela companhia para determinar o que pode ou não ser considerado um computador. Ao contrário dos sistemas anteriores, a invenção da IBM não guarda a programação e os dados quando é desligada.

 

Os pesquisadores da universidade resolveram desenvolver seu novo computador com base na ideia de que um computador não precisa guardar informações ao ficar sem energia.

 

“Não estamos certos se eles deveriam ser chamados de computadores ou não. É mais uma questão de opinião se eles têm a funcionalidade mínima exigida”, diz David Blaauw, professor de engenharia elétrica e de informação que liderou o projeto.

 

Computador ou não, o dispositivo criado pela Universidade de Michigan pode ter várias finalidades. “Estamos usando o sensor de temperatura para investigar variações dentro de um tumor em relação a um tecido normal e saber se podemos usar a temperatura para determinar o sucesso ou a falha de uma terapia”, indica Gary Luker, professor de engenharia biomédica que colaborou com o projeto.

 

O computador também poderá atuar como um sensor de pressão dentro do olho para diagnosticar casos de glaucoma, ajudar em outros estudos sobre o câncer e monitorar reservatórios de óleo, por exemplo.

O computador da Universidade de Michigan ao lado de um grão de arroz.


 


A corrida pelo menor computador do mundo tem novamente a Universidade de Michigan na liderança. A instituição retomou a posição que havia perdido para a IBM ao apresentar um dispositivo menor do que um grão de arroz.


 


O novo computador da Universidade de Michigan tem 0,04 mm³, equivalente a um décimo do tamanho do sistema criado pela IBM. Ele começou a ser desenvolvido justamente após a empresa apresentar o seu computador minúsculo.


 


O que causou o interesse nos pesquisadores foi a lógica adotada pela companhia para determinar o que pode ou não ser considerado um computador. Ao contrário dos sistemas anteriores, a invenção da IBM não guarda a programação e os dados quando é desligada.


PATROCINADORES

 


Os pesquisadores da universidade resolveram desenvolver seu novo computador com base na ideia de que um computador não precisa guardar informações ao ficar sem energia.


 


“Não estamos certos se eles deveriam ser chamados de computadores ou não. É mais uma questão de opinião se eles têm a funcionalidade mínima exigida”, diz David Blaauw, professor de engenharia elétrica e de informação que liderou o projeto.


 


Computador ou não, o dispositivo criado pela Universidade de Michigan pode ter várias finalidades. “Estamos usando o sensor de temperatura para investigar variações dentro de um tumor em relação a um tecido normal e saber se podemos usar a temperatura para determinar o sucesso ou a falha de uma terapia”, indica Gary Luker, professor de engenharia biomédica que colaborou com o projeto.


 


O computador também poderá atuar como um sensor de pressão dentro do olho para diagnosticar casos de glaucoma, ajudar em outros estudos sobre o câncer e monitorar reservatórios de óleo, por exemplo.


O computador da Universidade de Michigan ao lado de um grão de arroz.



A corrida pelo menor computador do mundo tem novamente a Universidade de Michigan na liderança. A instituição retomou a posição que havia perdido para a IBM ao apresentar um dispositivo menor do que um grão de arroz.



O novo computador da Universidade de Michigan tem 0,04 mm³, equivalente a um décimo do tamanho do sistema criado pela IBM. Ele começou a ser desenvolvido justamente após a empresa apresentar o seu computador minúsculo.



PATROCINADORES

O que causou o interesse nos pesquisadores foi a lógica adotada pela companhia para determinar o que pode ou não ser considerado um computador. Ao contrário dos sistemas anteriores, a invenção da IBM não guarda a programação e os dados quando é desligada.



Os pesquisadores da universidade resolveram desenvolver seu novo computador com base na ideia de que um computador não precisa guardar informações ao ficar sem energia.



PATROCINADORES

“Não estamos certos se eles deveriam ser chamados de computadores ou não. É mais uma questão de opinião se eles têm a funcionalidade mínima exigida”, diz David Blaauw, professor de engenharia elétrica e de informação que liderou o projeto.



Computador ou não, o dispositivo criado pela Universidade de Michigan pode ter várias finalidades. “Estamos usando o sensor de temperatura para investigar variações dentro de um tumor em relação a um tecido normal e saber se podemos usar a temperatura para determinar o sucesso ou a falha de uma terapia”, indica Gary Luker, professor de engenharia biomédica que colaborou com o projeto.



O computador também poderá atuar como um sensor de pressão dentro do olho para diagnosticar casos de glaucoma, ajudar em outros estudos sobre o câncer e monitorar reservatórios de óleo, por exemplo.



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