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Caciques do blocão de centro querem fim de noivado do PR com Bolsonaro

Publicado por TV Minas em 07/07/2018

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Aliança viabilizaria candidatura do PSL com tempo de TV e rádio

 

Os Inconformados com a possível composição de uma chapa entre o PR e o PSL de Jair Bolsonaro, os caciques de DEM, PP, PRB e Solidariedade, aglutinados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vão tentar convencer a sigla de Valdemar Costa Neto a não formalizar apoio ao ex-capitão do Exército. O presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, afirmou que vai propor ao centrão que convide o PR para a próxima reunião do bloco, marcada para quarta-feira da semana que vem.

 

Os caciques partidários avaliam que o PR viabilizará, de fato, a candidatura de Bolsonaro, caso formalize a aliança, pois garantirá ao candidato do PSL tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral, algo que ele praticamente não tem hoje. A situação do PR foi analisada por dirigentes do centrão logo após o encontro da última quarta-feira com o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.

 

"Defendo que o PR participe do nosso encontro, porque o partido sempre esteve, de alguma maneira, junto com o grupo em ações na Câmara", disse Paulinho.

 

Além de tempo de TV, a influência de Valdemar na Câmara, principal liderança do PR, mesmo não estando mais formalmente filiado ao partido, ajudaria Bolsonaro a conquistar apoio parlamentar. Sem apresentar a lista, Bolsonaro diz já ter o apoio de mais de cem parlamentares. O próprio Valdemar já participou de encontro dos partidos do centrão, quando disse que nunca apoiaria o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, nem acreditaria na viabilidade eleitoral do pré-candidato Geraldo Alckmin. A dupla negocia uma aliança com os partidos do bloco.

 

Em conversas recentes, os dirigentes dos quatro partidos lembram as parcerias na Câmara e no Senado e avisam ao PR que, se fechar com Bolsonaro e ele perder, a sigla não poderá voltar a fazer parte do centrão como se nada tivesse acontecido.

 

Por enquanto, Valdemar vê na aliança com Bolsonaro a vantagem de eleger uma grande bancada na Câmara e no Senado, seu principal objetivo. Em diversas ocasiões, Valdemar tem dito que o tucano não vai decolar, e que já foi vítima de ataques verbais de Ciro, os quais não esquece.

 

 

Parte da bancada apoia Bolsonaro  

 

Enquanto o centrão tenta afastar o PR de Bolsonaro, a ala de deputados do partido que apoiam o ex-capitão quer promover na próxima semana uma reunião da bancada da Câmara para mostrar a força dos que defendem a aliança com Bolsonaro e emitir mais um sinal de que o acordo está próximo.

 

Conforme O GLOBO revelou na semana passada, Bolsonaro trata a aliança com o PR como bem encaminhada, dependendo apenas do senador Magno Malta (ES) concordar em ser seu vice-presidente. Aliados do presidenciável no partido vão além e dizem que o acordo sairá ainda que Malta decida buscar a reeleição ao Senado, desde que Bolsonaro escolha outro integrante do PR para vice. A ideia de reunir a bancada é para deixar clara a existência de uma maioria pró-aliança.

 

"Estamos tentando marcar uma reunião para discutir a aliança. A ideia é conversar com todo mundo, mesmo aqueles que são contra. Vamos avançar nessa construção", diz o deputado Capitão Augusto (SP), que é cotado para assumir a presidência do partido caso a coligação vingue.

 

"Vamos tentar fazer a reunião na semana que vem porque o prazo para a decisão final está chegando. Mas as coisas já estão muito bem encaminhadas", afirma Lincoln Portela (PR-MG).

 

Bolsonaro tem minimizado o desgaste que uma aliança com o partido de Valdemar, condenado no mensalão, pode trazer para seu discurso anticorrupção. O presidenciável repete que sua negociação não é com Valdemar e afirma que as críticas vêm de quem deseja evitar que ele consiga ter tempo de televisão. Sozinho com o PSL, Bolsonaro teria apenas oito segundos de TV em cada bloco de propaganda e uma inserção a cada três dias. O PR daria para o presidenciável mais 45 segundos em cada bloco e duas inserções por dia.

 

Na negociação em andamento há um pedido adicional de Bolsonaro. Como o PR tem alianças com o PT em alguns estados, ele deseja que seja feito um compromisso de que os deputados do partido nestas regiões não possam usar sua imagem na campanha.

Aliança viabilizaria candidatura do PSL com tempo de TV e rádio


 


Os Inconformados com a possível composição de uma chapa entre o PR e o PSL de Jair Bolsonaro, os caciques de DEM, PP, PRB e Solidariedade, aglutinados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vão tentar convencer a sigla de Valdemar Costa Neto a não formalizar apoio ao ex-capitão do Exército. O presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, afirmou que vai propor ao centrão que convide o PR para a próxima reunião do bloco, marcada para quarta-feira da semana que vem.


 


Os caciques partidários avaliam que o PR viabilizará, de fato, a candidatura de Bolsonaro, caso formalize a aliança, pois garantirá ao candidato do PSL tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral, algo que ele praticamente não tem hoje. A situação do PR foi analisada por dirigentes do centrão logo após o encontro da última quarta-feira com o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.


 


"Defendo que o PR participe do nosso encontro, porque o partido sempre esteve, de alguma maneira, junto com o grupo em ações na Câmara", disse Paulinho.


 


Além de tempo de TV, a influência de Valdemar na Câmara, principal liderança do PR, mesmo não estando mais formalmente filiado ao partido, ajudaria Bolsonaro a conquistar apoio parlamentar. Sem apresentar a lista, Bolsonaro diz já ter o apoio de mais de cem parlamentares. O próprio Valdemar já participou de encontro dos partidos do centrão, quando disse que nunca apoiaria o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, nem acreditaria na viabilidade eleitoral do pré-candidato Geraldo Alckmin. A dupla negocia uma aliança com os partidos do bloco.


 


Em conversas recentes, os dirigentes dos quatro partidos lembram as parcerias na Câmara e no Senado e avisam ao PR que, se fechar com Bolsonaro e ele perder, a sigla não poderá voltar a fazer parte do centrão como se nada tivesse acontecido.


 


Por enquanto, Valdemar vê na aliança com Bolsonaro a vantagem de eleger uma grande bancada na Câmara e no Senado, seu principal objetivo. Em diversas ocasiões, Valdemar tem dito que o tucano não vai decolar, e que já foi vítima de ataques verbais de Ciro, os quais não esquece.


 


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Parte da bancada apoia Bolsonaro  


 


Enquanto o centrão tenta afastar o PR de Bolsonaro, a ala de deputados do partido que apoiam o ex-capitão quer promover na próxima semana uma reunião da bancada da Câmara para mostrar a força dos que defendem a aliança com Bolsonaro e emitir mais um sinal de que o acordo está próximo.


 


Conforme O GLOBO revelou na semana passada, Bolsonaro trata a aliança com o PR como bem encaminhada, dependendo apenas do senador Magno Malta (ES) concordar em ser seu vice-presidente. Aliados do presidenciável no partido vão além e dizem que o acordo sairá ainda que Malta decida buscar a reeleição ao Senado, desde que Bolsonaro escolha outro integrante do PR para vice. A ideia de reunir a bancada é para deixar clara a existência de uma maioria pró-aliança.


 


"Estamos tentando marcar uma reunião para discutir a aliança. A ideia é conversar com todo mundo, mesmo aqueles que são contra. Vamos avançar nessa construção", diz o deputado Capitão Augusto (SP), que é cotado para assumir a presidência do partido caso a coligação vingue.


 


"Vamos tentar fazer a reunião na semana que vem porque o prazo para a decisão final está chegando. Mas as coisas já estão muito bem encaminhadas", afirma Lincoln Portela (PR-MG).


 


Bolsonaro tem minimizado o desgaste que uma aliança com o partido de Valdemar, condenado no mensalão, pode trazer para seu discurso anticorrupção. O presidenciável repete que sua negociação não é com Valdemar e afirma que as críticas vêm de quem deseja evitar que ele consiga ter tempo de televisão. Sozinho com o PSL, Bolsonaro teria apenas oito segundos de TV em cada bloco de propaganda e uma inserção a cada três dias. O PR daria para o presidenciável mais 45 segundos em cada bloco e duas inserções por dia.


 


Na negociação em andamento há um pedido adicional de Bolsonaro. Como o PR tem alianças com o PT em alguns estados, ele deseja que seja feito um compromisso de que os deputados do partido nestas regiões não possam usar sua imagem na campanha.


Aliança viabilizaria candidatura do PSL com tempo de TV e rádio



Os Inconformados com a possível composição de uma chapa entre o PR e o PSL de Jair Bolsonaro, os caciques de DEM, PP, PRB e Solidariedade, aglutinados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vão tentar convencer a sigla de Valdemar Costa Neto a não formalizar apoio ao ex-capitão do Exército. O presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, afirmou que vai propor ao centrão que convide o PR para a próxima reunião do bloco, marcada para quarta-feira da semana que vem.



Os caciques partidários avaliam que o PR viabilizará, de fato, a candidatura de Bolsonaro, caso formalize a aliança, pois garantirá ao candidato do PSL tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral, algo que ele praticamente não tem hoje. A situação do PR foi analisada por dirigentes do centrão logo após o encontro da última quarta-feira com o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.



"Defendo que o PR participe do nosso encontro, porque o partido sempre esteve, de alguma maneira, junto com o grupo em ações na Câmara", disse Paulinho.



Além de tempo de TV, a influência de Valdemar na Câmara, principal liderança do PR, mesmo não estando mais formalmente filiado ao partido, ajudaria Bolsonaro a conquistar apoio parlamentar. Sem apresentar a lista, Bolsonaro diz já ter o apoio de mais de cem parlamentares. O próprio Valdemar já participou de encontro dos partidos do centrão, quando disse que nunca apoiaria o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, nem acreditaria na viabilidade eleitoral do pré-candidato Geraldo Alckmin. A dupla negocia uma aliança com os partidos do bloco.



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Parte da bancada apoia Bolsonaro  



Enquanto o centrão tenta afastar o PR de Bolsonaro, a ala de deputados do partido que apoiam o ex-capitão quer promover na próxima semana uma reunião da bancada da Câmara para mostrar a força dos que defendem a aliança com Bolsonaro e emitir mais um sinal de que o acordo está próximo.



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"Estamos tentando marcar uma reunião para discutir a aliança. A ideia é conversar com todo mundo, mesmo aqueles que são contra. Vamos avançar nessa construção", diz o deputado Capitão Augusto (SP), que é cotado para assumir a presidência do partido caso a coligação vingue.



"Vamos tentar fazer a reunião na semana que vem porque o prazo para a decisão final está chegando. Mas as coisas já estão muito bem encaminhadas", afirma Lincoln Portela (PR-MG).



Bolsonaro tem minimizado o desgaste que uma aliança com o partido de Valdemar, condenado no mensalão, pode trazer para seu discurso anticorrupção. O presidenciável repete que sua negociação não é com Valdemar e afirma que as críticas vêm de quem deseja evitar que ele consiga ter tempo de televisão. Sozinho com o PSL, Bolsonaro teria apenas oito segundos de TV em cada bloco de propaganda e uma inserção a cada três dias. O PR daria para o presidenciável mais 45 segundos em cada bloco e duas inserções por dia.



Na negociação em andamento há um pedido adicional de Bolsonaro. Como o PR tem alianças com o PT em alguns estados, ele deseja que seja feito um compromisso de que os deputados do partido nestas regiões não possam usar sua imagem na campanha.



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