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Sul de Minas

Universidade investiga vídeos com perguntas de conteúdo sexual em MG

Publicado por TV Minas em 10/07/2018

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Matéria extraída do G1

 

Segundo estudantes, vídeos foram feitos para grupo fechado, mas foram compartilhados em outras redes sociais.

 

Uma universidade de Alfenas instaurou um processo administrativo para apurar responsáveis pelo vazamento em redes sociais de vídeos de alunas do curso de Medicina da instituição respondendo a perguntas de cunho sexual. Os vídeos teriam sido gravados por ordem de estudantes "veteranos", que também ordenaram que as estudantes acrescentassem em seus perfis das redes sociais o apelido "bixete burra" na frente dos nomes. Em um dos perfis, a amiga de uma das alunas questiona: "Gente é realmente necessário colocar burra no nome? Alguém obrigou vocês a fazerem isso?".

 

Uma das alunas ouvidas pelo G1, que não quis ter seu nome divulgado, disse que cerca de 40 pessoas, entre homens e mulheres gravaram o vídeo para um grupo fechado. Apenas os vídeos gravados por mulheres vazaram nas redes sociais. Nas imagens, gravadas pelas próprias estudantes, elas aparecem respondendo a perguntas sobre bebidas, com quem se relacionariam entre os veteranos e qual sua posição sexual preferida.

 

Os vídeos foram compartilhados em grupos de WhatsApp em várias partes do país e algumas estudantes chegaram a dizer que uma das alunas teve o vídeo publicado em uma rede social com mais de 10 mil seguidores. O G1 tentou contato com a estudante, mas até esta publicação não recebeu retorno das mensagens. Nenhuma outra aluna quis comentar o caso.

 

A Atlética Medicina Alfenas, que atua em eventos espotivos do curso de Medicina, publicou uma nota nas redes sociais sobre o caso. A atlética afirmou que não participa, nem organiza nenhuma ação de trote, seja em grupos, vídeos ou outros meios.

 

Ainda na nota, a direção da atlética afirma não compactuar com “qualquer tipo de relação [...] que não respeite a individualidade, a intimidade e sobretudo a imagem dos alunos”. Por fim, a nota defende que “todas as atitudes devem ser dentro do cenário ético e respeitoso que a profissão exige”.

 

A Universidade José do Rosário Vellano, a Unifenas, informou através de nota ao G1 que vai apurar os responsáveis pelo ato e que vai aplicar as penalidades cabíveis aos envolvidos.

Matéria extraída do G1


 


Segundo estudantes, vídeos foram feitos para grupo fechado, mas foram compartilhados em outras redes sociais.


 


Uma universidade de Alfenas instaurou um processo administrativo para apurar responsáveis pelo vazamento em redes sociais de vídeos de alunas do curso de Medicina da instituição respondendo a perguntas de cunho sexual. Os vídeos teriam sido gravados por ordem de estudantes "veteranos", que também ordenaram que as estudantes acrescentassem em seus perfis das redes sociais o apelido "bixete burra" na frente dos nomes. Em um dos perfis, a amiga de uma das alunas questiona: "Gente é realmente necessário colocar burra no nome? Alguém obrigou vocês a fazerem isso?".


 


Uma das alunas ouvidas pelo G1, que não quis ter seu nome divulgado, disse que cerca de 40 pessoas, entre homens e mulheres gravaram o vídeo para um grupo fechado. Apenas os vídeos gravados por mulheres vazaram nas redes sociais. Nas imagens, gravadas pelas próprias estudantes, elas aparecem respondendo a perguntas sobre bebidas, com quem se relacionariam entre os veteranos e qual sua posição sexual preferida.


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Os vídeos foram compartilhados em grupos de WhatsApp em várias partes do país e algumas estudantes chegaram a dizer que uma das alunas teve o vídeo publicado em uma rede social com mais de 10 mil seguidores. O G1 tentou contato com a estudante, mas até esta publicação não recebeu retorno das mensagens. Nenhuma outra aluna quis comentar o caso.


 


A Atlética Medicina Alfenas, que atua em eventos espotivos do curso de Medicina, publicou uma nota nas redes sociais sobre o caso. A atlética afirmou que não participa, nem organiza nenhuma ação de trote, seja em grupos, vídeos ou outros meios.


 


Ainda na nota, a direção da atlética afirma não compactuar com “qualquer tipo de relação [...] que não respeite a individualidade, a intimidade e sobretudo a imagem dos alunos”. Por fim, a nota defende que “todas as atitudes devem ser dentro do cenário ético e respeitoso que a profissão exige”.


 


A Universidade José do Rosário Vellano, a Unifenas, informou através de nota ao G1 que vai apurar os responsáveis pelo ato e que vai aplicar as penalidades cabíveis aos envolvidos.


Matéria extraída do G1



Segundo estudantes, vídeos foram feitos para grupo fechado, mas foram compartilhados em outras redes sociais.



Uma universidade de Alfenas instaurou um processo administrativo para apurar responsáveis pelo vazamento em redes sociais de vídeos de alunas do curso de Medicina da instituição respondendo a perguntas de cunho sexual. Os vídeos teriam sido gravados por ordem de estudantes "veteranos", que também ordenaram que as estudantes acrescentassem em seus perfis das redes sociais o apelido "bixete burra" na frente dos nomes. Em um dos perfis, a amiga de uma das alunas questiona: "Gente é realmente necessário colocar burra no nome? Alguém obrigou vocês a fazerem isso?".



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Uma das alunas ouvidas pelo G1, que não quis ter seu nome divulgado, disse que cerca de 40 pessoas, entre homens e mulheres gravaram o vídeo para um grupo fechado. Apenas os vídeos gravados por mulheres vazaram nas redes sociais. Nas imagens, gravadas pelas próprias estudantes, elas aparecem respondendo a perguntas sobre bebidas, com quem se relacionariam entre os veteranos e qual sua posição sexual preferida.



Os vídeos foram compartilhados em grupos de WhatsApp em várias partes do país e algumas estudantes chegaram a dizer que uma das alunas teve o vídeo publicado em uma rede social com mais de 10 mil seguidores. O G1 tentou contato com a estudante, mas até esta publicação não recebeu retorno das mensagens. Nenhuma outra aluna quis comentar o caso.



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A Atlética Medicina Alfenas, que atua em eventos espotivos do curso de Medicina, publicou uma nota nas redes sociais sobre o caso. A atlética afirmou que não participa, nem organiza nenhuma ação de trote, seja em grupos, vídeos ou outros meios.



Ainda na nota, a direção da atlética afirma não compactuar com “qualquer tipo de relação [...] que não respeite a individualidade, a intimidade e sobretudo a imagem dos alunos”. Por fim, a nota defende que “todas as atitudes devem ser dentro do cenário ético e respeitoso que a profissão exige”.



A Universidade José do Rosário Vellano, a Unifenas, informou através de nota ao G1 que vai apurar os responsáveis pelo ato e que vai aplicar as penalidades cabíveis aos envolvidos.



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