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Johnson é condenada a pagar quase US$ 5 bilhões por talco com amianto

Publicado por TV Minas em 13/07/2018

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Fibra de amplo uso comercial está proibida em grande parte do mundo desde o fim dos anos 90.

 

O gigante farmacêutico Johnson & Johnson foi condenado a pagar US$ 4,690 bilhões a 22 mulheres e suas famílias que alegam que um talco vendido pelo grupo continha amianto e lhes causou câncer, decidiu um tribunal dos Estados Unidos.

 

A decisão é o último resultado de uma série de milhares de ações apresentadas contra Johnson & Johnson relacionadas ao talco. Segundo o advogado das vítimas, Mark Lanier, um juri composto por seis homens e seis mulheres em St. Louis, Missouri (centro), decidiu a favor das mulheres ao fim de seis semanas de julgamento. As 22 mulheres afirmavam que o uso do talco para sua higiene pessoal provocou câncer nos ovários.

 

“Por mais de 40 anos Johnson & Johnson encobriu a evidência da presença de amianto em seus produtos”, disse Lanier em um comunicado.

 

O processo se refere a 22 mulheres, mas já existem mais de nove mil casos na Justiça sobre a ligação entre o talco da Johnson & Johnson e o câncer, com resultados mistos: alguns contra e outros a favor da empresa.

 

Da condenação de US$ 4,690 bilhões, a maior parte (US$ 4,14 bilhões) é de punição pela empresa não ter alertado sobre o risco da presença de amianto. Os US$ 550 biljões restantes são a título de compensação pelos danos.

 

O grupo declarou estar “profundamente decepcionado com o veredito” e destacou que a decisão de “conceder exatamente o mesmo valor a todas as demandantes, independentemente de seus dados individuais e diferenças legais, reflete que a evidência no caso foi simplesmente esmagada...”. O grupo nega a presença de amianto em seus talcos e prometeu apelar da decisão.

 

Uma fibra mineral de amplo uso comercial, o amianto está proibido em grande parte do mundo desde o fim dos anos 90 por sua toxicidade e por ser potencialmente cancerígeno.

 

Em outubro, uma Corte de Apelações de Los Angeles barrou uma decisão que condenava a Johnson & Johnson a pagar US$ 417 milhões, assinalando que os argumentos dos demandantes eram insuficientes e vagos.

Fibra de amplo uso comercial está proibida em grande parte do mundo desde o fim dos anos 90.


 


O gigante farmacêutico Johnson & Johnson foi condenado a pagar US$ 4,690 bilhões a 22 mulheres e suas famílias que alegam que um talco vendido pelo grupo continha amianto e lhes causou câncer, decidiu um tribunal dos Estados Unidos.


 


A decisão é o último resultado de uma série de milhares de ações apresentadas contra Johnson & Johnson relacionadas ao talco. Segundo o advogado das vítimas, Mark Lanier, um juri composto por seis homens e seis mulheres em St. Louis, Missouri (centro), decidiu a favor das mulheres ao fim de seis semanas de julgamento. As 22 mulheres afirmavam que o uso do talco para sua higiene pessoal provocou câncer nos ovários.


 


“Por mais de 40 anos Johnson & Johnson encobriu a evidência da presença de amianto em seus produtos”, disse Lanier em um comunicado.


 


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O processo se refere a 22 mulheres, mas já existem mais de nove mil casos na Justiça sobre a ligação entre o talco da Johnson & Johnson e o câncer, com resultados mistos: alguns contra e outros a favor da empresa.


 


Da condenação de US$ 4,690 bilhões, a maior parte (US$ 4,14 bilhões) é de punição pela empresa não ter alertado sobre o risco da presença de amianto. Os US$ 550 biljões restantes são a título de compensação pelos danos.


 


O grupo declarou estar “profundamente decepcionado com o veredito” e destacou que a decisão de “conceder exatamente o mesmo valor a todas as demandantes, independentemente de seus dados individuais e diferenças legais, reflete que a evidência no caso foi simplesmente esmagada...”. O grupo nega a presença de amianto em seus talcos e prometeu apelar da decisão.


 


Uma fibra mineral de amplo uso comercial, o amianto está proibido em grande parte do mundo desde o fim dos anos 90 por sua toxicidade e por ser potencialmente cancerígeno.


 


Em outubro, uma Corte de Apelações de Los Angeles barrou uma decisão que condenava a Johnson & Johnson a pagar US$ 417 milhões, assinalando que os argumentos dos demandantes eram insuficientes e vagos.


Fibra de amplo uso comercial está proibida em grande parte do mundo desde o fim dos anos 90.



O gigante farmacêutico Johnson & Johnson foi condenado a pagar US$ 4,690 bilhões a 22 mulheres e suas famílias que alegam que um talco vendido pelo grupo continha amianto e lhes causou câncer, decidiu um tribunal dos Estados Unidos.



A decisão é o último resultado de uma série de milhares de ações apresentadas contra Johnson & Johnson relacionadas ao talco. Segundo o advogado das vítimas, Mark Lanier, um juri composto por seis homens e seis mulheres em St. Louis, Missouri (centro), decidiu a favor das mulheres ao fim de seis semanas de julgamento. As 22 mulheres afirmavam que o uso do talco para sua higiene pessoal provocou câncer nos ovários.



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“Por mais de 40 anos Johnson & Johnson encobriu a evidência da presença de amianto em seus produtos”, disse Lanier em um comunicado.



O processo se refere a 22 mulheres, mas já existem mais de nove mil casos na Justiça sobre a ligação entre o talco da Johnson & Johnson e o câncer, com resultados mistos: alguns contra e outros a favor da empresa.



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Da condenação de US$ 4,690 bilhões, a maior parte (US$ 4,14 bilhões) é de punição pela empresa não ter alertado sobre o risco da presença de amianto. Os US$ 550 biljões restantes são a título de compensação pelos danos.



O grupo declarou estar “profundamente decepcionado com o veredito” e destacou que a decisão de “conceder exatamente o mesmo valor a todas as demandantes, independentemente de seus dados individuais e diferenças legais, reflete que a evidência no caso foi simplesmente esmagada...”. O grupo nega a presença de amianto em seus talcos e prometeu apelar da decisão.



Uma fibra mineral de amplo uso comercial, o amianto está proibido em grande parte do mundo desde o fim dos anos 90 por sua toxicidade e por ser potencialmente cancerígeno.



Em outubro, uma Corte de Apelações de Los Angeles barrou uma decisão que condenava a Johnson & Johnson a pagar US$ 417 milhões, assinalando que os argumentos dos demandantes eram insuficientes e vagos.



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