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Ciência & Tecnologia

Ministério Público investiga site que vende dados pessoais de brasileiros

Publicado por TV Minas em 14/07/2018

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Alvo do inquérito, a página Tudo Sobre Todos permite consulta e compra de informações como nome, endereço, CPF, e perfis em redes sociais.

 

A Comissão de Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) revelou nesta semana que abriu inquérito para investigar um site brasileiro que vende dados pessoais. A portaria que instaura o inquérito foi assinada no último dia 22 de junho.

 

Conforme o órgão, a página investigada, chamada de “Tudo Sobre Todos”, permite a consulta e a compra de informações como nome, endereço, CPF, perfis em redes sociais e até mesmo nomes de vizinhos. 

 

Em nota, a Comissão afirma que “a ilegalidade do serviço é manifesta”. O ministério enviou ofícios aos principais buscadores do mercado – Google, Yahoo, Baidu e Bing – para que removam o site em questão dos seus resultados de pesquisas.

 

“Para conter a prática ilegal de venda de dados de brasileiros pelos sites, adotamos técnicas de contraterrorismo, ou seja, disrupção das informações (buscadores) e combate às formas de financiamento (Mercado Livre). Outra tática adotada foi usar os próprios termos de uso e políticas de privacidade dos principais provedores de aplicação de internet para combater os sites ilegais”, explica o coordenador da Comissão, promotor de Justiça Frederico Meinberg.

 

Além disso, o MPDFT notificou o Mercado Livre para que a plataforma suspenda uma conta que vende créditos de acesso ao serviço do “Tudo Sobre Todos” e forneça as informações cadastrais sobre o perfil responsável pela venda dos créditos e sobre os compradores.  

 

Segundo as investigações, com apenas 30 reais qualquer pessoa pode comprar créditos para visualizar dados fornecidos pelo site - esses créditos também podem ser pagos com Bitcoins. 

 

Há alguns meses, em fevereiro, o MPDFT conseguiu o congelamento do domínio de outro site similar, o Consulta Pública, que fornecia dados pessoais de brasileiros, como nome, data de nascimento, nome da mãe, endereço residencial, CPF e telefones.

Alvo do inquérito, a página Tudo Sobre Todos permite consulta e compra de informações como nome, endereço, CPF, e perfis em redes sociais.


 


A Comissão de Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) revelou nesta semana que abriu inquérito para investigar um site brasileiro que vende dados pessoais. A portaria que instaura o inquérito foi assinada no último dia 22 de junho.


 


Conforme o órgão, a página investigada, chamada de “Tudo Sobre Todos”, permite a consulta e a compra de informações como nome, endereço, CPF, perfis em redes sociais e até mesmo nomes de vizinhos. 


 


Em nota, a Comissão afirma que “a ilegalidade do serviço é manifesta”. O ministério enviou ofícios aos principais buscadores do mercado – Google, Yahoo, Baidu e Bing – para que removam o site em questão dos seus resultados de pesquisas.


PATROCINADORES

 


“Para conter a prática ilegal de venda de dados de brasileiros pelos sites, adotamos técnicas de contraterrorismo, ou seja, disrupção das informações (buscadores) e combate às formas de financiamento (Mercado Livre). Outra tática adotada foi usar os próprios termos de uso e políticas de privacidade dos principais provedores de aplicação de internet para combater os sites ilegais”, explica o coordenador da Comissão, promotor de Justiça Frederico Meinberg.


 


Além disso, o MPDFT notificou o Mercado Livre para que a plataforma suspenda uma conta que vende créditos de acesso ao serviço do “Tudo Sobre Todos” e forneça as informações cadastrais sobre o perfil responsável pela venda dos créditos e sobre os compradores.  


 


Segundo as investigações, com apenas 30 reais qualquer pessoa pode comprar créditos para visualizar dados fornecidos pelo site - esses créditos também podem ser pagos com Bitcoins. 


 


Há alguns meses, em fevereiro, o MPDFT conseguiu o congelamento do domínio de outro site similar, o Consulta Pública, que fornecia dados pessoais de brasileiros, como nome, data de nascimento, nome da mãe, endereço residencial, CPF e telefones.


Alvo do inquérito, a página Tudo Sobre Todos permite consulta e compra de informações como nome, endereço, CPF, e perfis em redes sociais.



A Comissão de Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) revelou nesta semana que abriu inquérito para investigar um site brasileiro que vende dados pessoais. A portaria que instaura o inquérito foi assinada no último dia 22 de junho.



Conforme o órgão, a página investigada, chamada de “Tudo Sobre Todos”, permite a consulta e a compra de informações como nome, endereço, CPF, perfis em redes sociais e até mesmo nomes de vizinhos. 



PATROCINADORES

Em nota, a Comissão afirma que “a ilegalidade do serviço é manifesta”. O ministério enviou ofícios aos principais buscadores do mercado – Google, Yahoo, Baidu e Bing – para que removam o site em questão dos seus resultados de pesquisas.



“Para conter a prática ilegal de venda de dados de brasileiros pelos sites, adotamos técnicas de contraterrorismo, ou seja, disrupção das informações (buscadores) e combate às formas de financiamento (Mercado Livre). Outra tática adotada foi usar os próprios termos de uso e políticas de privacidade dos principais provedores de aplicação de internet para combater os sites ilegais”, explica o coordenador da Comissão, promotor de Justiça Frederico Meinberg.



PATROCINADORES

Além disso, o MPDFT notificou o Mercado Livre para que a plataforma suspenda uma conta que vende créditos de acesso ao serviço do “Tudo Sobre Todos” e forneça as informações cadastrais sobre o perfil responsável pela venda dos créditos e sobre os compradores.  



Segundo as investigações, com apenas 30 reais qualquer pessoa pode comprar créditos para visualizar dados fornecidos pelo site - esses créditos também podem ser pagos com Bitcoins. 



Há alguns meses, em fevereiro, o MPDFT conseguiu o congelamento do domínio de outro site similar, o Consulta Pública, que fornecia dados pessoais de brasileiros, como nome, data de nascimento, nome da mãe, endereço residencial, CPF e telefones.



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