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Em reunião com "centrão", Ciro fala em ajustar discurso para atrair o DEM

Publicado por TV Minas em 15/07/2018

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Pré-candidato se reuniu neste sábado com parlamentares na casa do empresário Benjamin Steinbruch.

 

O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, mostrou disposição em ajustar seu discurso, sobretudo na área econômica, para conquistar o apoio do DEM. Em uma reunião na manhã deste sábado com parlamentares do chamado "centrão", na casa do empresário Benjamin Steinbruch, filiado ao PP e cotado a ser vice do pedetista, Ciro se comprometeu a incorporar algumas das propostas dos democratas. As negociações avançaram, mas não houve a definição de uma aliança. Em até duas semanas eles devem se dedicar a alinhar o discurso para que um apoio seja viabilizado.

 

Estiveram presentes no encontro o presidente do PP, Ciro Nogueira, do Solidariedade, Paulinho da Força, do PRB, Marcos Pereira, do PDT, Carlos Lupi, além do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A reunião foi dividida em dois momentos, um com Ciro e outro reservado aos parlamentares do centrão. De acordo com interlocutores, Ciro falou e ouviu muito e se comprometeu em acatar parte das demandas dos partidos. O encontro durou quase três horas.

 

Na negociação com os democratas, as principais resistências são sobre as posições de Ciro em relação às reformas trabalhista e da Previdenciária. Ciro fala em revogar a reforma trabalhista aprovada por Temer e defende um sistema de capitalização para a Previdência. A intenção do pedetista de modificar a regra do teto de gastos, também aprovada por Temer, é encarada como um “problema menor”.

 

Ao sair do encontro, perto das 11h30, antes de acabar, o ex-ministro Marcos Pereira afirmou que o grupo estava “caminhando”, sem dar mais detalhes. Às 12h30, Paulinho da Força disse que o clima do encontro foi “bom” e ACM Neto afirmou que o fato de ele ter acontecido na casa de Steinbruch foi devido à relação de amizade com o empresário.

 

Na última quarta-feira, caciques de DEM, PP, PRB, PR, PSC e PHS haviam se reunido na casa de Maia, em Brasília. No caso do PRB, a predileção é pelo tucano Geraldo Alckmin (PSDB), que esteve na noite de sexta-feira ao lado de Pereira em um evento evangélico. Já Ciro tem a preferência do PP e do Solidariedade. A cúpula do DEM é simpática a Ciro, pois vê no pedetista um candidato mais competitivo que Alckmin e, portanto, mais forte para isolar o PT na disputa. Mais distante, o PR, de Valdemar Costa Neto, flerta com Jair Bolsonaro (PSL), mas a relação com o deputado esfriou após Magno Malta dizer que não será mais vice na chapa.

Pré-candidato se reuniu neste sábado com parlamentares na casa do empresário Benjamin Steinbruch.


 


O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, mostrou disposição em ajustar seu discurso, sobretudo na área econômica, para conquistar o apoio do DEM. Em uma reunião na manhã deste sábado com parlamentares do chamado "centrão", na casa do empresário Benjamin Steinbruch, filiado ao PP e cotado a ser vice do pedetista, Ciro se comprometeu a incorporar algumas das propostas dos democratas. As negociações avançaram, mas não houve a definição de uma aliança. Em até duas semanas eles devem se dedicar a alinhar o discurso para que um apoio seja viabilizado.


 


Estiveram presentes no encontro o presidente do PP, Ciro Nogueira, do Solidariedade, Paulinho da Força, do PRB, Marcos Pereira, do PDT, Carlos Lupi, além do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A reunião foi dividida em dois momentos, um com Ciro e outro reservado aos parlamentares do centrão. De acordo com interlocutores, Ciro falou e ouviu muito e se comprometeu em acatar parte das demandas dos partidos. O encontro durou quase três horas.


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Na negociação com os democratas, as principais resistências são sobre as posições de Ciro em relação às reformas trabalhista e da Previdenciária. Ciro fala em revogar a reforma trabalhista aprovada por Temer e defende um sistema de capitalização para a Previdência. A intenção do pedetista de modificar a regra do teto de gastos, também aprovada por Temer, é encarada como um “problema menor”.


 


Ao sair do encontro, perto das 11h30, antes de acabar, o ex-ministro Marcos Pereira afirmou que o grupo estava “caminhando”, sem dar mais detalhes. Às 12h30, Paulinho da Força disse que o clima do encontro foi “bom” e ACM Neto afirmou que o fato de ele ter acontecido na casa de Steinbruch foi devido à relação de amizade com o empresário.


 


Na última quarta-feira, caciques de DEM, PP, PRB, PR, PSC e PHS haviam se reunido na casa de Maia, em Brasília. No caso do PRB, a predileção é pelo tucano Geraldo Alckmin (PSDB), que esteve na noite de sexta-feira ao lado de Pereira em um evento evangélico. Já Ciro tem a preferência do PP e do Solidariedade. A cúpula do DEM é simpática a Ciro, pois vê no pedetista um candidato mais competitivo que Alckmin e, portanto, mais forte para isolar o PT na disputa. Mais distante, o PR, de Valdemar Costa Neto, flerta com Jair Bolsonaro (PSL), mas a relação com o deputado esfriou após Magno Malta dizer que não será mais vice na chapa.


Pré-candidato se reuniu neste sábado com parlamentares na casa do empresário Benjamin Steinbruch.



O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, mostrou disposição em ajustar seu discurso, sobretudo na área econômica, para conquistar o apoio do DEM. Em uma reunião na manhã deste sábado com parlamentares do chamado "centrão", na casa do empresário Benjamin Steinbruch, filiado ao PP e cotado a ser vice do pedetista, Ciro se comprometeu a incorporar algumas das propostas dos democratas. As negociações avançaram, mas não houve a definição de uma aliança. Em até duas semanas eles devem se dedicar a alinhar o discurso para que um apoio seja viabilizado.



Estiveram presentes no encontro o presidente do PP, Ciro Nogueira, do Solidariedade, Paulinho da Força, do PRB, Marcos Pereira, do PDT, Carlos Lupi, além do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A reunião foi dividida em dois momentos, um com Ciro e outro reservado aos parlamentares do centrão. De acordo com interlocutores, Ciro falou e ouviu muito e se comprometeu em acatar parte das demandas dos partidos. O encontro durou quase três horas.



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Na negociação com os democratas, as principais resistências são sobre as posições de Ciro em relação às reformas trabalhista e da Previdenciária. Ciro fala em revogar a reforma trabalhista aprovada por Temer e defende um sistema de capitalização para a Previdência. A intenção do pedetista de modificar a regra do teto de gastos, também aprovada por Temer, é encarada como um “problema menor”.



Ao sair do encontro, perto das 11h30, antes de acabar, o ex-ministro Marcos Pereira afirmou que o grupo estava “caminhando”, sem dar mais detalhes. Às 12h30, Paulinho da Força disse que o clima do encontro foi “bom” e ACM Neto afirmou que o fato de ele ter acontecido na casa de Steinbruch foi devido à relação de amizade com o empresário.



Na última quarta-feira, caciques de DEM, PP, PRB, PR, PSC e PHS haviam se reunido na casa de Maia, em Brasília. No caso do PRB, a predileção é pelo tucano Geraldo Alckmin (PSDB), que esteve na noite de sexta-feira ao lado de Pereira em um evento evangélico. Já Ciro tem a preferência do PP e do Solidariedade. A cúpula do DEM é simpática a Ciro, pois vê no pedetista um candidato mais competitivo que Alckmin e, portanto, mais forte para isolar o PT na disputa. Mais distante, o PR, de Valdemar Costa Neto, flerta com Jair Bolsonaro (PSL), mas a relação com o deputado esfriou após Magno Malta dizer que não será mais vice na chapa.



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