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Sul de Minas

Itens da cesta básica ficam mais baratos no Sul de Minas após a greve

Publicado por TV Minas em 15/07/2018

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Matéria extraída do G1

 

Durante a greve, a cesta básica chegou a custar R$ 377,12. Agora custa em média R$ 346,61, uma redução de 8%.

 

A paralisação dos caminhoneiros, em maio, provocou o desabastecimento nos supermercados. Como consequência, os preços de vários produtos subiram. Mas agora, 40 dias após o fim da greve, já é possível encontrar os itens da cesta básica mais baratos. É o que mostra uma pesquisa feita em Varginha.

 

Durante a greve, a cesta básica chegou a custar R$ 377,12. Agora custa em média R$ 346,61, uma redução de 8%. O levantamento é de pesquisadores do Unis, que levaram em conta os preços de produtos vendidos em supermercados de Varginha.

 

"Em função do desabastecimento, praticamente todos os produtos tiveram aumento de preço, principalmente aqueles produtos hortifrutigranjeiros", disse o coordenador de pesquisa Pedro dos Santos Portugal.

 

Segundo a pesquisa, nove produtos da cesta básica tiveram queda nos preços. Confira os produtos que tiveram as maiores quedas:

 

Tomate: -29,76%

 

Batata: -18,35%

 

Banana: -11,94%

 

Feijão carioquinha: -11,10%

 

Carne: -8,73%

 

Café: -4,79%

 

Açucar: -2,99%

 

Pãozinho: -2,60%

 

Óleo de soja: -2,05%

 

 

Os supermercados já estão recuperando os estoques:

 

"Acho que 90% já voltou à normalidade", disse o supervisor de supermercado Pedro Gomes Bezerra.

Matéria extraída do G1


 


Durante a greve, a cesta básica chegou a custar R$ 377,12. Agora custa em média R$ 346,61, uma redução de 8%.


 


A paralisação dos caminhoneiros, em maio, provocou o desabastecimento nos supermercados. Como consequência, os preços de vários produtos subiram. Mas agora, 40 dias após o fim da greve, já é possível encontrar os itens da cesta básica mais baratos. É o que mostra uma pesquisa feita em Varginha.


 


Durante a greve, a cesta básica chegou a custar R$ 377,12. Agora custa em média R$ 346,61, uma redução de 8%. O levantamento é de pesquisadores do Unis, que levaram em conta os preços de produtos vendidos em supermercados de Varginha.


 


"Em função do desabastecimento, praticamente todos os produtos tiveram aumento de preço, principalmente aqueles produtos hortifrutigranjeiros", disse o coordenador de pesquisa Pedro dos Santos Portugal.


 


Segundo a pesquisa, nove produtos da cesta básica tiveram queda nos preços. Confira os produtos que tiveram as maiores quedas:


 


Tomate: -29,76%


 


Batata: -18,35%


 


Banana: -11,94%


PATROCINADORES

 


Feijão carioquinha: -11,10%


 


Carne: -8,73%


 


Café: -4,79%


 


Açucar: -2,99%


 


Pãozinho: -2,60%


 


Óleo de soja: -2,05%


 


 


Os supermercados já estão recuperando os estoques:


 


"Acho que 90% já voltou à normalidade", disse o supervisor de supermercado Pedro Gomes Bezerra.


Matéria extraída do G1



Durante a greve, a cesta básica chegou a custar R$ 377,12. Agora custa em média R$ 346,61, uma redução de 8%.



A paralisação dos caminhoneiros, em maio, provocou o desabastecimento nos supermercados. Como consequência, os preços de vários produtos subiram. Mas agora, 40 dias após o fim da greve, já é possível encontrar os itens da cesta básica mais baratos. É o que mostra uma pesquisa feita em Varginha.



Durante a greve, a cesta básica chegou a custar R$ 377,12. Agora custa em média R$ 346,61, uma redução de 8%. O levantamento é de pesquisadores do Unis, que levaram em conta os preços de produtos vendidos em supermercados de Varginha.



"Em função do desabastecimento, praticamente todos os produtos tiveram aumento de preço, principalmente aqueles produtos hortifrutigranjeiros", disse o coordenador de pesquisa Pedro dos Santos Portugal.



Segundo a pesquisa, nove produtos da cesta básica tiveram queda nos preços. Confira os produtos que tiveram as maiores quedas:



PATROCINADORES

Tomate: -29,76%



Batata: -18,35%



Banana: -11,94%



Feijão carioquinha: -11,10%



Carne: -8,73%



PATROCINADORES

Café: -4,79%



Açucar: -2,99%



Pãozinho: -2,60%



Óleo de soja: -2,05%



Os supermercados já estão recuperando os estoques:



"Acho que 90% já voltou à normalidade", disse o supervisor de supermercado Pedro Gomes Bezerra.



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