news:

Sul de Minas

Lago de Furnas tem queda pelo 2º ano consecutivo no mês de julho

Publicado por TV Minas em 17/07/2018

foto_principal.jpg

Matéria extraída do G1

 

Estiagem pode baixar ainda mais o nível do lago nos próximos meses.

 

Lago de Furnas está com apenas 33% de sua capacidade total de armazenamento de água. E essa baixa, tem preocupado pescadores e comerciantes que buscam seus sustento no chamado "Mar de Minas".

 

Há trinta anos com um restaurante à beira do Lago de Furnas, o comerciante Severino Martini, ainda tem esperanças que a água voltará às margens do seu estabelecimento. “É a terceira vez que baixou e dessa vez parece que foi embora para sempre”, lamenta.

 

No mesmo período de 2016, o Lago de Furnas tinha quase 74% do volume útil para geração de energia elétrica. No ano passado, esse índice caiu para cerca de 37% e agora em 2018, está em 32,55%. Esse valor está 11 metros abaixo da capacidade total de armazenamento.

 

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), desde maio a hidrelétrica de Furnas tem gerado menos energia e por isso, utilizado menos água do reservatório. O secretário executivo da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago), Fausto Costa, diz que a região recebeu energia de outras unidades. “Houve um alívio para a região do Lago de Furnas, em especial, pela energia que vem de Belo Monte. Isso ajudou muito para que o lago ficasse nesse nível que está hoje”, explica.

 

De maio para junho, a baixa no reservatório foi de 1%. Mas não há garantias que a geração de energia permaneça assim até o fim da estiagem. “Nessa época ele, estando com esse nível, a tendência é que piore ainda mais para os próximos meses, o que é muito preocupante para nós na região”, acrescenta Fausto.

Matéria extraída do G1


 


Estiagem pode baixar ainda mais o nível do lago nos próximos meses.


 


Lago de Furnas está com apenas 33% de sua capacidade total de armazenamento de água. E essa baixa, tem preocupado pescadores e comerciantes que buscam seus sustento no chamado "Mar de Minas".


 


PATROCINADORES

Há trinta anos com um restaurante à beira do Lago de Furnas, o comerciante Severino Martini, ainda tem esperanças que a água voltará às margens do seu estabelecimento. “É a terceira vez que baixou e dessa vez parece que foi embora para sempre”, lamenta.


 


No mesmo período de 2016, o Lago de Furnas tinha quase 74% do volume útil para geração de energia elétrica. No ano passado, esse índice caiu para cerca de 37% e agora em 2018, está em 32,55%. Esse valor está 11 metros abaixo da capacidade total de armazenamento.


 


Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), desde maio a hidrelétrica de Furnas tem gerado menos energia e por isso, utilizado menos água do reservatório. O secretário executivo da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago), Fausto Costa, diz que a região recebeu energia de outras unidades. “Houve um alívio para a região do Lago de Furnas, em especial, pela energia que vem de Belo Monte. Isso ajudou muito para que o lago ficasse nesse nível que está hoje”, explica.


 


De maio para junho, a baixa no reservatório foi de 1%. Mas não há garantias que a geração de energia permaneça assim até o fim da estiagem. “Nessa época ele, estando com esse nível, a tendência é que piore ainda mais para os próximos meses, o que é muito preocupante para nós na região”, acrescenta Fausto.


Matéria extraída do G1



Estiagem pode baixar ainda mais o nível do lago nos próximos meses.



Lago de Furnas está com apenas 33% de sua capacidade total de armazenamento de água. E essa baixa, tem preocupado pescadores e comerciantes que buscam seus sustento no chamado "Mar de Minas".



PATROCINADORES

Há trinta anos com um restaurante à beira do Lago de Furnas, o comerciante Severino Martini, ainda tem esperanças que a água voltará às margens do seu estabelecimento. “É a terceira vez que baixou e dessa vez parece que foi embora para sempre”, lamenta.



No mesmo período de 2016, o Lago de Furnas tinha quase 74% do volume útil para geração de energia elétrica. No ano passado, esse índice caiu para cerca de 37% e agora em 2018, está em 32,55%. Esse valor está 11 metros abaixo da capacidade total de armazenamento.



Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), desde maio a hidrelétrica de Furnas tem gerado menos energia e por isso, utilizado menos água do reservatório. O secretário executivo da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago), Fausto Costa, diz que a região recebeu energia de outras unidades. “Houve um alívio para a região do Lago de Furnas, em especial, pela energia que vem de Belo Monte. Isso ajudou muito para que o lago ficasse nesse nível que está hoje”, explica.



De maio para junho, a baixa no reservatório foi de 1%. Mas não há garantias que a geração de energia permaneça assim até o fim da estiagem. “Nessa época ele, estando com esse nível, a tendência é que piore ainda mais para os próximos meses, o que é muito preocupante para nós na região”, acrescenta Fausto.



Veja Também