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Bolsonaro diz que Janaina Paschoal voltou a ser cogitada para vice

Publicado por TV Minas em 21/07/2018

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Após negociações para ter um general na chapa encontrarem obstáculos nos partidos, presidenciável busca alternativa para a vaga.

 

Pré-candidato do PSL à Presidência da República, o deputado Jair Bolsonaro afirmou que a professora e advogada Janaina Paschoal, filiada ao seu partido, voltou a ser uma possibilidade de nome para vice de sua chapa. A convenção do legenda que vai oficializar sua candidatura será no próximo domingo, 22.

 

“Ela volta ao radar, pois está no nosso partido e tem muito a contribuir”, afirmou. “Precisamos avaliar as afinidades dela com nossas propostas, como a questão da redução da maioridade [penal] e do porte de armas”. Procurada por VEJA por telefone e WhatsApp, Janaina não respondeu à reportagem.

 

Em conversa com o deputado Major Olympio (PSL-SP), a advogada, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), chegou a acertar uma candidatura à Assembleia Legislativa de São Paulo. “Avaliamos que ela pode contribuir numa campanha à Presidência”, disse Bolsonaro. “Não podemos errar, temos que construir uma candidatura diferente.”

 

Na tarde de quinta-feira, Bolsonaro anunciou em evento na cidade de Rio Verde, em Goiás, que, “com certeza”, seu vice seria um general da reserva do Exército. Depois de ter o apoio negado pelo nanico PRP, do general Augusto Heleno Ribeiro, o pré-candidato passou a avaliar o nome do general Hamilton Mourão, filiado ao PRTB. Mas a presidência da legenda é um entrave à composição.

 

O dirigente da sigla, Levy Fidelix, disse que busca uma aliança de pequenos partidos para garantir a presença de Mourão numa chapa presidencial. Ele disse que ainda não foi procurado diretamente por Bolsonaro e não pode falar por “hipótese” de uma aliança com o ex-capitão do Exército. O líder partidário também rejeita conversas com intermediários.

Após negociações para ter um general na chapa encontrarem obstáculos nos partidos, presidenciável busca alternativa para a vaga.


 


Pré-candidato do PSL à Presidência da República, o deputado Jair Bolsonaro afirmou que a professora e advogada Janaina Paschoal, filiada ao seu partido, voltou a ser uma possibilidade de nome para vice de sua chapa. A convenção do legenda que vai oficializar sua candidatura será no próximo domingo, 22.


 


“Ela volta ao radar, pois está no nosso partido e tem muito a contribuir”, afirmou. “Precisamos avaliar as afinidades dela com nossas propostas, como a questão da redução da maioridade [penal] e do porte de armas”. Procurada por VEJA por telefone e WhatsApp, Janaina não respondeu à reportagem.


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Em conversa com o deputado Major Olympio (PSL-SP), a advogada, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), chegou a acertar uma candidatura à Assembleia Legislativa de São Paulo. “Avaliamos que ela pode contribuir numa campanha à Presidência”, disse Bolsonaro. “Não podemos errar, temos que construir uma candidatura diferente.”


 


Na tarde de quinta-feira, Bolsonaro anunciou em evento na cidade de Rio Verde, em Goiás, que, “com certeza”, seu vice seria um general da reserva do Exército. Depois de ter o apoio negado pelo nanico PRP, do general Augusto Heleno Ribeiro, o pré-candidato passou a avaliar o nome do general Hamilton Mourão, filiado ao PRTB. Mas a presidência da legenda é um entrave à composição.


 


O dirigente da sigla, Levy Fidelix, disse que busca uma aliança de pequenos partidos para garantir a presença de Mourão numa chapa presidencial. Ele disse que ainda não foi procurado diretamente por Bolsonaro e não pode falar por “hipótese” de uma aliança com o ex-capitão do Exército. O líder partidário também rejeita conversas com intermediários.


Após negociações para ter um general na chapa encontrarem obstáculos nos partidos, presidenciável busca alternativa para a vaga.



Pré-candidato do PSL à Presidência da República, o deputado Jair Bolsonaro afirmou que a professora e advogada Janaina Paschoal, filiada ao seu partido, voltou a ser uma possibilidade de nome para vice de sua chapa. A convenção do legenda que vai oficializar sua candidatura será no próximo domingo, 22.



“Ela volta ao radar, pois está no nosso partido e tem muito a contribuir”, afirmou. “Precisamos avaliar as afinidades dela com nossas propostas, como a questão da redução da maioridade [penal] e do porte de armas”. Procurada por VEJA por telefone e WhatsApp, Janaina não respondeu à reportagem.



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Em conversa com o deputado Major Olympio (PSL-SP), a advogada, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), chegou a acertar uma candidatura à Assembleia Legislativa de São Paulo. “Avaliamos que ela pode contribuir numa campanha à Presidência”, disse Bolsonaro. “Não podemos errar, temos que construir uma candidatura diferente.”



Na tarde de quinta-feira, Bolsonaro anunciou em evento na cidade de Rio Verde, em Goiás, que, “com certeza”, seu vice seria um general da reserva do Exército. Depois de ter o apoio negado pelo nanico PRP, do general Augusto Heleno Ribeiro, o pré-candidato passou a avaliar o nome do general Hamilton Mourão, filiado ao PRTB. Mas a presidência da legenda é um entrave à composição.



O dirigente da sigla, Levy Fidelix, disse que busca uma aliança de pequenos partidos para garantir a presença de Mourão numa chapa presidencial. Ele disse que ainda não foi procurado diretamente por Bolsonaro e não pode falar por “hipótese” de uma aliança com o ex-capitão do Exército. O líder partidário também rejeita conversas com intermediários.



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