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Ciência & Tecnologia

Bitcoin recupera o fôlego nas cotações e já é a sexta moeda do mundo

Publicado por TV Minas em 23/07/2018

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A retomada ocorre depois de uma desvalorização de mais de 70% no fim do ano passado.

 

Depois do tombo no fim do ano passado, que reduziu seu valor em mais de 70%, a moeda virtual bitcoin começa a apresentar sinais de recuperação. Segundo analistas do setor financeiro, só não deslanchou ainda devido a boatos de que os valores de dezembro do ano passado teriam sido manipulados.

 

O ano de 2017 foi marcado por uma série de recordes para o bitcoin. Da quantidade de transações ao volume de negociação, do número de carteiras instaladas à capitalização de mercado, todas as métricas possíveis foram superadas. Em valores, uma moeda de bitcoin chegou a rondar os US$ 20 mil, ou pouco mais R$ 70 mil.

 

Na sexta-feira, essa mesma moeda oscilava na faixa dos US$ 7,3 mil, mas ao longo dos últimos meses chegou a registrar mínima de US$ 5,7 mil. “Já houve uma grande correção nos preços do bitcoin, quando comparados com os do ano passado, mas acredito que a moeda vai voltar a subir até o fim deste ano”, diz Ingrid Barth, diretora de novos negócios da corretora FoxBit, que não arrisca a quanto chegará o nível da valorização. “Essa é uma pergunta de US$ 1 milhão.”

 

Segundo ela, boa parte da explosão de preços das criptomoedas em 2017, em especial do bitcoin, foi resultado da confirmação da notícia de que a CME Group, empresa americana dona da Bolsa de Chicago e que agrega as maiores bolsas de derivativos do mundo, passaria a negociar contratos futuros de bitcoin. “Obviamente que o alvoroço não duraria para sempre, e o mercado foi ajustado, como observamos durante todo o primeiro semestre deste ano”, avalia Ingrid.

 

A especialista lembra que o segundo semestre é um período mais favorável ao bitcoin e às moedas virtuais em geral. “Além disso, a cada dia vemos que grandes corporações estão entrando no mercado e instituições financeiras ao redor do mundo começam a se posicionar de maneira favorável às criptomoedas, como ocorreu recentemente com a japonesa SBI Holdings, primeira exchange ligada a uma instituição financeira”, afirma.

 

Para João Paulo Oliveira, outro especialista em criptomoedas, a correção dos preços já era esperada pelo mercado financeiro devido à volatilidade no ano passado. “Em 2017, já se previa que haveria uma correção de mais de 90% nos preços das moedas. 

 

De janeiro até agora, o valor foi corrigido em torno de 70%. Não chegou ainda em 90%, percentual de correção esperada em um ativo como o bitcoin”, avalia Oliveira. Segundo ele, parte do mercado acredita que a moeda já chegou ao fundo do poço, e que pode haver uma forte retomada.

 

Outro ponto que contribui para expectativas mais otimistas é a onda de boas notícias. Além do Japão, a Coreia do Sul cogita regulamentar as criptomoedas. Corretoras na Coreia do Sul foram aprovadas pelo órgão regulador local por estar equipadas com sistemas de segurança adequados, e o governo revelou sua intenção de considerar as empresas de criptomoedas como parte de um setor legítimo.

 

Outra boa notícia é que a Chicago Board Options Exchange (CBOE), maior bolsa de futuros do mundo, entrou com pedido de abertura de um ETF (fundos de índices comercializados como ações) baseado em bitcoin na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC). 

 

O mercado está otimista com uma possível aprovação. “Se o fundo realmente for aprovado, qualquer pessoa vai poder se expor em criptomoedas, aumentando o capital do mercado. Na prática, significa que qualquer investidor ou pessoa física poderá fazer seu investimento em bitcoin em uma instituição regulada pela CVM americana”, resume Oliveira.

 

O bitcoin já é a sexta moeda que mais circula no mundo, ficando atrás apenas da rúpia (utilizada na Índia, Paquistão, Sri Lanka, Nepal, Maurícia, Seicheles, Indonésia e Maldivas), do yen (Japão), do yuan (China), do euro (União Europeia) e do dólar. O valor total de bitcoins em circulação é de US$ 180 bilhões, o que deixa para trás moedas fortes, como a libra esterlina (Reino Unido), o rublo (Federação Russa e Tadjiquistão) e o won (Coreia do Sul).

 

 

Força da moeda

 

  • R$ 16,67 mihões - oferta atual do bitcoin
  • 58% - participação do bitcoin no mercado de criptomoedas
  • US$ 4,9 bilhões - volume de negociação em 24 horas
  • 96  - países onde o uso do bitcoin é irrestrito
  • 12 mil - transações feitas a cada hora
  • 12 milhões - total de usuários da Coinbase
  • 18,5 milhões - número de carteiras Blockchain.info
  • 80 mil - número de tweets com bitcoin enviados por dia

A retomada ocorre depois de uma desvalorização de mais de 70% no fim do ano passado.


 


Depois do tombo no fim do ano passado, que reduziu seu valor em mais de 70%, a moeda virtual bitcoin começa a apresentar sinais de recuperação. Segundo analistas do setor financeiro, só não deslanchou ainda devido a boatos de que os valores de dezembro do ano passado teriam sido manipulados.


 


O ano de 2017 foi marcado por uma série de recordes para o bitcoin. Da quantidade de transações ao volume de negociação, do número de carteiras instaladas à capitalização de mercado, todas as métricas possíveis foram superadas. Em valores, uma moeda de bitcoin chegou a rondar os US$ 20 mil, ou pouco mais R$ 70 mil.


 


Na sexta-feira, essa mesma moeda oscilava na faixa dos US$ 7,3 mil, mas ao longo dos últimos meses chegou a registrar mínima de US$ 5,7 mil. “Já houve uma grande correção nos preços do bitcoin, quando comparados com os do ano passado, mas acredito que a moeda vai voltar a subir até o fim deste ano”, diz Ingrid Barth, diretora de novos negócios da corretora FoxBit, que não arrisca a quanto chegará o nível da valorização. “Essa é uma pergunta de US$ 1 milhão.”


 


Segundo ela, boa parte da explosão de preços das criptomoedas em 2017, em especial do bitcoin, foi resultado da confirmação da notícia de que a CME Group, empresa americana dona da Bolsa de Chicago e que agrega as maiores bolsas de derivativos do mundo, passaria a negociar contratos futuros de bitcoin. “Obviamente que o alvoroço não duraria para sempre, e o mercado foi ajustado, como observamos durante todo o primeiro semestre deste ano”, avalia Ingrid.


 


A especialista lembra que o segundo semestre é um período mais favorável ao bitcoin e às moedas virtuais em geral. “Além disso, a cada dia vemos que grandes corporações estão entrando no mercado e instituições financeiras ao redor do mundo começam a se posicionar de maneira favorável às criptomoedas, como ocorreu recentemente com a japonesa SBI Holdings, primeira exchange ligada a uma instituição financeira”, afirma.


 


Para João Paulo Oliveira, outro especialista em criptomoedas, a correção dos preços já era esperada pelo mercado financeiro devido à volatilidade no ano passado. “Em 2017, já se previa que haveria uma correção de mais de 90% nos preços das moedas. 


PATROCINADORES

 


De janeiro até agora, o valor foi corrigido em torno de 70%. Não chegou ainda em 90%, percentual de correção esperada em um ativo como o bitcoin”, avalia Oliveira. Segundo ele, parte do mercado acredita que a moeda já chegou ao fundo do poço, e que pode haver uma forte retomada.


 


Outro ponto que contribui para expectativas mais otimistas é a onda de boas notícias. Além do Japão, a Coreia do Sul cogita regulamentar as criptomoedas. Corretoras na Coreia do Sul foram aprovadas pelo órgão regulador local por estar equipadas com sistemas de segurança adequados, e o governo revelou sua intenção de considerar as empresas de criptomoedas como parte de um setor legítimo.


 


Outra boa notícia é que a Chicago Board Options Exchange (CBOE), maior bolsa de futuros do mundo, entrou com pedido de abertura de um ETF (fundos de índices comercializados como ações) baseado em bitcoin na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC). 


 


O mercado está otimista com uma possível aprovação. “Se o fundo realmente for aprovado, qualquer pessoa vai poder se expor em criptomoedas, aumentando o capital do mercado. Na prática, significa que qualquer investidor ou pessoa física poderá fazer seu investimento em bitcoin em uma instituição regulada pela CVM americana”, resume Oliveira.


 


O bitcoin já é a sexta moeda que mais circula no mundo, ficando atrás apenas da rúpia (utilizada na Índia, Paquistão, Sri Lanka, Nepal, Maurícia, Seicheles, Indonésia e Maldivas), do yen (Japão), do yuan (China), do euro (União Europeia) e do dólar. O valor total de bitcoins em circulação é de US$ 180 bilhões, o que deixa para trás moedas fortes, como a libra esterlina (Reino Unido), o rublo (Federação Russa e Tadjiquistão) e o won (Coreia do Sul).


 


 


Força da moeda


 

  • R$ 16,67 mihões - oferta atual do bitcoin
  • 58% - participação do bitcoin no mercado de criptomoedas
  • US$ 4,9 bilhões - volume de negociação em 24 horas
  • 96  - países onde o uso do bitcoin é irrestrito
  • 12 mil - transações feitas a cada hora
  • 12 milhões - total de usuários da Coinbase
  • 18,5 milhões - número de carteiras Blockchain.info
  • 80 mil - número de tweets com bitcoin enviados por dia

A retomada ocorre depois de uma desvalorização de mais de 70% no fim do ano passado.



Depois do tombo no fim do ano passado, que reduziu seu valor em mais de 70%, a moeda virtual bitcoin começa a apresentar sinais de recuperação. Segundo analistas do setor financeiro, só não deslanchou ainda devido a boatos de que os valores de dezembro do ano passado teriam sido manipulados.



O ano de 2017 foi marcado por uma série de recordes para o bitcoin. Da quantidade de transações ao volume de negociação, do número de carteiras instaladas à capitalização de mercado, todas as métricas possíveis foram superadas. Em valores, uma moeda de bitcoin chegou a rondar os US$ 20 mil, ou pouco mais R$ 70 mil.



Na sexta-feira, essa mesma moeda oscilava na faixa dos US$ 7,3 mil, mas ao longo dos últimos meses chegou a registrar mínima de US$ 5,7 mil. “Já houve uma grande correção nos preços do bitcoin, quando comparados com os do ano passado, mas acredito que a moeda vai voltar a subir até o fim deste ano”, diz Ingrid Barth, diretora de novos negócios da corretora FoxBit, que não arrisca a quanto chegará o nível da valorização. “Essa é uma pergunta de US$ 1 milhão.”



Segundo ela, boa parte da explosão de preços das criptomoedas em 2017, em especial do bitcoin, foi resultado da confirmação da notícia de que a CME Group, empresa americana dona da Bolsa de Chicago e que agrega as maiores bolsas de derivativos do mundo, passaria a negociar contratos futuros de bitcoin. “Obviamente que o alvoroço não duraria para sempre, e o mercado foi ajustado, como observamos durante todo o primeiro semestre deste ano”, avalia Ingrid.



PATROCINADORES

A especialista lembra que o segundo semestre é um período mais favorável ao bitcoin e às moedas virtuais em geral. “Além disso, a cada dia vemos que grandes corporações estão entrando no mercado e instituições financeiras ao redor do mundo começam a se posicionar de maneira favorável às criptomoedas, como ocorreu recentemente com a japonesa SBI Holdings, primeira exchange ligada a uma instituição financeira”, afirma.



Para João Paulo Oliveira, outro especialista em criptomoedas, a correção dos preços já era esperada pelo mercado financeiro devido à volatilidade no ano passado. “Em 2017, já se previa que haveria uma correção de mais de 90% nos preços das moedas. 



De janeiro até agora, o valor foi corrigido em torno de 70%. Não chegou ainda em 90%, percentual de correção esperada em um ativo como o bitcoin”, avalia Oliveira. Segundo ele, parte do mercado acredita que a moeda já chegou ao fundo do poço, e que pode haver uma forte retomada.



Outro ponto que contribui para expectativas mais otimistas é a onda de boas notícias. Além do Japão, a Coreia do Sul cogita regulamentar as criptomoedas. Corretoras na Coreia do Sul foram aprovadas pelo órgão regulador local por estar equipadas com sistemas de segurança adequados, e o governo revelou sua intenção de considerar as empresas de criptomoedas como parte de um setor legítimo.



PATROCINADORES

Outra boa notícia é que a Chicago Board Options Exchange (CBOE), maior bolsa de futuros do mundo, entrou com pedido de abertura de um ETF (fundos de índices comercializados como ações) baseado em bitcoin na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC). 



O mercado está otimista com uma possível aprovação. “Se o fundo realmente for aprovado, qualquer pessoa vai poder se expor em criptomoedas, aumentando o capital do mercado. Na prática, significa que qualquer investidor ou pessoa física poderá fazer seu investimento em bitcoin em uma instituição regulada pela CVM americana”, resume Oliveira.



O bitcoin já é a sexta moeda que mais circula no mundo, ficando atrás apenas da rúpia (utilizada na Índia, Paquistão, Sri Lanka, Nepal, Maurícia, Seicheles, Indonésia e Maldivas), do yen (Japão), do yuan (China), do euro (União Europeia) e do dólar. O valor total de bitcoins em circulação é de US$ 180 bilhões, o que deixa para trás moedas fortes, como a libra esterlina (Reino Unido), o rublo (Federação Russa e Tadjiquistão) e o won (Coreia do Sul).



Força da moeda



 

  • R$ 16,67 mihões - oferta atual do bitcoin
  • 58% - participação do bitcoin no mercado de criptomoedas
  • US$ 4,9 bilhões - volume de negociação em 24 horas
  • 96  - países onde o uso do bitcoin é irrestrito
  • 12 mil - transações feitas a cada hora
  • 12 milhões - total de usuários da Coinbase
  • 18,5 milhões - número de carteiras Blockchain.info
  • 80 mil - número de tweets com bitcoin enviados por dia


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