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Sul de Minas

Investigação de caso de estelionato contra empresários do Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 25/07/2018

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Matéria extraída do G1

 

Vítimas tiveram prejuízo de R$ 31 mil nesta segunda (24). PM registrou outro golpe com características semelhantes na semana passada.

 

A 7ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora irá apurar o caso de estelionato que causou prejuízo de R$ 31 mil a dois empresários. O golpe foi registrado nesta segunda-feira (24) e chamou a atenção porque os suspeitos utilizaram o nome da Prefeitura e as dependências da Câmara Municipal para encontrar as vítimas. Até o momento, ninguém foi preso.

 

O MGTV e o G1 confirmaram que houve outro caso de estelionato, com características semelhantes, na última quarta-feira (18). O prejuízo foi de R$ 25 mil. A reportagem aguarda retorno da Polícia Civil para saber se este caso já é apurado.

 

A polícia divulgou orientações para que as pessoas não sejam enganadas por golpistas (confira abaixo).

 

A Câmara de Juiz de Fora informou que está ajudando nas investigações e já disponibilizou as imagens do circuito interno para a polícia.

 

 

Dois golpes em uma semana

 

De acordo com o Registro de Evento de Defesa Social (Reds), o primeiro caso de estelionato ocorreu no dia 18 de julho. A vítima foi um empresário de Lavras, no Sul de Minas, de 44 anos.

 

Ele procurou o Centro de Registro de Ocorrência Policial (Crop) dizendo que é dono de uma distribuidora de bebidas na cidade e recebeu uma ligação de um indivíduo alegando que a Receita Federal havia apreendido um caminhão de cerveja com carga avaliada em R$ 35 mil.

 

Segundo a vítima, o indivíduo relatou que o prazo para regularizar a situação e recuperar a carga já havia transcorrido e que o proprietário não tinha mais interesse em reaver a mercadoria, que poderia ser vendida por R$ 25 mil.

 

O empresário veio a Juiz de Fora, onde encontrou em um posto de combustível um homem que o levou para um supermercado na Zona Norte. No local, eles fizeram contato com um terceiro homem não identificado, que a vítima presumiu ser funcionário do supermercado, já que saiu de uma área restrita do estabelecimento.

 

Este terceiro homem contou que a carga já estava liberada, mas faltaria um suposto funcionário da Receita Federal, que os aguardava na Câmara dos Vereadores, para assinar a nota fiscal com a liberação da carga e o empresário efetuar o pagamento da carga.

 

A vítima e os dois homens foram até o terceiro andar da Câmara, onde encontraram com os estelionatários. No local, o empresário entregou o dinheiro e, imediatamente em seguida, os autores fugiram com destino ignorado. As ações foram registradas pelo circuito interno do local.

 

Quando o empresário descobriu que tinha sido enganado, procurou a Polícia Militar e registrou o Boletim de Ocorrência.

 

Em nota enviada na tarde desta terça, o Makro Atacadista esclareceu que não tem conhecimento sobre o tipo de ação e que não foi notificado oficialmente sobre o caso.

 

"O Makro condena qualquer prática criminosa e possui rigorosa rotina de treinamento e fiscalização de seu quadro de colaboradores e fornecedores e não mede esforços na apuração interna de qualquer irregularidade da qual tome conhecimento. A empresa reitera seu total compromisso com o cliente e se coloca à disposição dos órgãos competentes para o que se fizer necessário", conforme posicionamento.

 

O G1 entrou em contato com a assessoria da Receita Federal para saber sobre a menção do órgão no registro policial e aguarda retorno.

 

Nesta segunda, outros dois comerciantes de 40 e 48 anos, de Três Pontas, também Sul de Minas, perderam R$ 31 mil após serem vítimas de estelionato no Centro de Juiz de Fora. Eles acreditavam estar comprando botijões de gás que teriam sido apreendidos pela Prefeitura.

 

Um dos empresários também recebeu uma ligação de um homem que se apresentou como advogado e ofereceu um lote dos equipamentos.

 

Cada botijão seria vendido por R$ 75. As vítimas vieram para Juiz de Fora e encontraram o suposto advogado e outro homem, que se apresentou como funcionário da Prefeitura. Junto deles, estavam guias para o pagamento dos botijões. Após o pagamento, o suposto advogado disse que iria conferir o dinheiro em outro andar e não voltou.

 

Após perceberem a demora, as vítimas foram informadas de que não havia nenhum tipo de negociação sendo feita por parte da Prefeitura, e que tudo não passava de um golpe.

 

Segundo os militares, os estelionatários estavam com camisetas da Secretaria de Estado da Fazenda.

 

 

Orientações da Polícia Civil

 

Conforme o Chefe do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, Delegado-Geral Carlos Roberto da Silveira Costa, existem diferentes formas de delito com a finalidade de conseguir dinheiro das vítimas. Uma delas é a que criminosos ligam para eles aleatoriamente, começam a fazer perguntas, induzindo respostas, e, com isso, conseguem os dados sobre a pessoa. Depois, eles entram em contato novamente para tentar subtrair dinheiro.

 

Por isso, a primeira recomendação é de não passar informações, como nomes de pessoas da casa, características, costumes e rotinas.

 

Segundo o delegado, as informações devem ser checadas pelas pessoas abordadas antes de tomar qualquer iniciativa e ficar atentos a promoções e benefícios ofertadas por ligações.

 

“É necessário desconfiar sempre e verificar se a informação procede. É muito importante a pessoa observar que, primeiro, ninguém vai ganhar uma promoção que nunca participou. Outro ponto: desconfie sempre, principalmente se a ligação for a cobrar e de alguém que a pessoa não conhece”, enfatizou nas respostas enviadas via assessoria para o G1.

 

O delegado orientou que toda pessoa que receba uma abordagem deste tipo, por ligação telefônica, deve registrar a ocorrência, mesmo que não tenha tido prejuízo. Segundo ele, desta forma, a Polícia Civil pode apurar o caso e chegar até os autores.

Matéria extraída do G1


 


Vítimas tiveram prejuízo de R$ 31 mil nesta segunda (24). PM registrou outro golpe com características semelhantes na semana passada.


 


A 7ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora irá apurar o caso de estelionato que causou prejuízo de R$ 31 mil a dois empresários. O golpe foi registrado nesta segunda-feira (24) e chamou a atenção porque os suspeitos utilizaram o nome da Prefeitura e as dependências da Câmara Municipal para encontrar as vítimas. Até o momento, ninguém foi preso.


 


O MGTV e o G1 confirmaram que houve outro caso de estelionato, com características semelhantes, na última quarta-feira (18). O prejuízo foi de R$ 25 mil. A reportagem aguarda retorno da Polícia Civil para saber se este caso já é apurado.


 


A polícia divulgou orientações para que as pessoas não sejam enganadas por golpistas (confira abaixo).


 


A Câmara de Juiz de Fora informou que está ajudando nas investigações e já disponibilizou as imagens do circuito interno para a polícia.


 


 


Dois golpes em uma semana


 


De acordo com o Registro de Evento de Defesa Social (Reds), o primeiro caso de estelionato ocorreu no dia 18 de julho. A vítima foi um empresário de Lavras, no Sul de Minas, de 44 anos.


 


Ele procurou o Centro de Registro de Ocorrência Policial (Crop) dizendo que é dono de uma distribuidora de bebidas na cidade e recebeu uma ligação de um indivíduo alegando que a Receita Federal havia apreendido um caminhão de cerveja com carga avaliada em R$ 35 mil.


 


Segundo a vítima, o indivíduo relatou que o prazo para regularizar a situação e recuperar a carga já havia transcorrido e que o proprietário não tinha mais interesse em reaver a mercadoria, que poderia ser vendida por R$ 25 mil.


 


O empresário veio a Juiz de Fora, onde encontrou em um posto de combustível um homem que o levou para um supermercado na Zona Norte. No local, eles fizeram contato com um terceiro homem não identificado, que a vítima presumiu ser funcionário do supermercado, já que saiu de uma área restrita do estabelecimento.


 


Este terceiro homem contou que a carga já estava liberada, mas faltaria um suposto funcionário da Receita Federal, que os aguardava na Câmara dos Vereadores, para assinar a nota fiscal com a liberação da carga e o empresário efetuar o pagamento da carga.


 


A vítima e os dois homens foram até o terceiro andar da Câmara, onde encontraram com os estelionatários. No local, o empresário entregou o dinheiro e, imediatamente em seguida, os autores fugiram com destino ignorado. As ações foram registradas pelo circuito interno do local.


 


Quando o empresário descobriu que tinha sido enganado, procurou a Polícia Militar e registrou o Boletim de Ocorrência.


PATROCINADORES

 


Em nota enviada na tarde desta terça, o Makro Atacadista esclareceu que não tem conhecimento sobre o tipo de ação e que não foi notificado oficialmente sobre o caso.


 


"O Makro condena qualquer prática criminosa e possui rigorosa rotina de treinamento e fiscalização de seu quadro de colaboradores e fornecedores e não mede esforços na apuração interna de qualquer irregularidade da qual tome conhecimento. A empresa reitera seu total compromisso com o cliente e se coloca à disposição dos órgãos competentes para o que se fizer necessário", conforme posicionamento.


 


O G1 entrou em contato com a assessoria da Receita Federal para saber sobre a menção do órgão no registro policial e aguarda retorno.


 


Nesta segunda, outros dois comerciantes de 40 e 48 anos, de Três Pontas, também Sul de Minas, perderam R$ 31 mil após serem vítimas de estelionato no Centro de Juiz de Fora. Eles acreditavam estar comprando botijões de gás que teriam sido apreendidos pela Prefeitura.


 


Um dos empresários também recebeu uma ligação de um homem que se apresentou como advogado e ofereceu um lote dos equipamentos.


 


Cada botijão seria vendido por R$ 75. As vítimas vieram para Juiz de Fora e encontraram o suposto advogado e outro homem, que se apresentou como funcionário da Prefeitura. Junto deles, estavam guias para o pagamento dos botijões. Após o pagamento, o suposto advogado disse que iria conferir o dinheiro em outro andar e não voltou.


 


Após perceberem a demora, as vítimas foram informadas de que não havia nenhum tipo de negociação sendo feita por parte da Prefeitura, e que tudo não passava de um golpe.


 


Segundo os militares, os estelionatários estavam com camisetas da Secretaria de Estado da Fazenda.


 


 


Orientações da Polícia Civil


 


Conforme o Chefe do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, Delegado-Geral Carlos Roberto da Silveira Costa, existem diferentes formas de delito com a finalidade de conseguir dinheiro das vítimas. Uma delas é a que criminosos ligam para eles aleatoriamente, começam a fazer perguntas, induzindo respostas, e, com isso, conseguem os dados sobre a pessoa. Depois, eles entram em contato novamente para tentar subtrair dinheiro.


 


Por isso, a primeira recomendação é de não passar informações, como nomes de pessoas da casa, características, costumes e rotinas.


 


Segundo o delegado, as informações devem ser checadas pelas pessoas abordadas antes de tomar qualquer iniciativa e ficar atentos a promoções e benefícios ofertadas por ligações.


 


“É necessário desconfiar sempre e verificar se a informação procede. É muito importante a pessoa observar que, primeiro, ninguém vai ganhar uma promoção que nunca participou. Outro ponto: desconfie sempre, principalmente se a ligação for a cobrar e de alguém que a pessoa não conhece”, enfatizou nas respostas enviadas via assessoria para o G1.


 


O delegado orientou que toda pessoa que receba uma abordagem deste tipo, por ligação telefônica, deve registrar a ocorrência, mesmo que não tenha tido prejuízo. Segundo ele, desta forma, a Polícia Civil pode apurar o caso e chegar até os autores.


Matéria extraída do G1



Vítimas tiveram prejuízo de R$ 31 mil nesta segunda (24). PM registrou outro golpe com características semelhantes na semana passada.



A 7ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora irá apurar o caso de estelionato que causou prejuízo de R$ 31 mil a dois empresários. O golpe foi registrado nesta segunda-feira (24) e chamou a atenção porque os suspeitos utilizaram o nome da Prefeitura e as dependências da Câmara Municipal para encontrar as vítimas. Até o momento, ninguém foi preso.



O MGTV e o G1 confirmaram que houve outro caso de estelionato, com características semelhantes, na última quarta-feira (18). O prejuízo foi de R$ 25 mil. A reportagem aguarda retorno da Polícia Civil para saber se este caso já é apurado.



A polícia divulgou orientações para que as pessoas não sejam enganadas por golpistas (confira abaixo).



A Câmara de Juiz de Fora informou que está ajudando nas investigações e já disponibilizou as imagens do circuito interno para a polícia.



Dois golpes em uma semana



De acordo com o Registro de Evento de Defesa Social (Reds), o primeiro caso de estelionato ocorreu no dia 18 de julho. A vítima foi um empresário de Lavras, no Sul de Minas, de 44 anos.



Ele procurou o Centro de Registro de Ocorrência Policial (Crop) dizendo que é dono de uma distribuidora de bebidas na cidade e recebeu uma ligação de um indivíduo alegando que a Receita Federal havia apreendido um caminhão de cerveja com carga avaliada em R$ 35 mil.



PATROCINADORES

Segundo a vítima, o indivíduo relatou que o prazo para regularizar a situação e recuperar a carga já havia transcorrido e que o proprietário não tinha mais interesse em reaver a mercadoria, que poderia ser vendida por R$ 25 mil.



O empresário veio a Juiz de Fora, onde encontrou em um posto de combustível um homem que o levou para um supermercado na Zona Norte. No local, eles fizeram contato com um terceiro homem não identificado, que a vítima presumiu ser funcionário do supermercado, já que saiu de uma área restrita do estabelecimento.



Este terceiro homem contou que a carga já estava liberada, mas faltaria um suposto funcionário da Receita Federal, que os aguardava na Câmara dos Vereadores, para assinar a nota fiscal com a liberação da carga e o empresário efetuar o pagamento da carga.



A vítima e os dois homens foram até o terceiro andar da Câmara, onde encontraram com os estelionatários. No local, o empresário entregou o dinheiro e, imediatamente em seguida, os autores fugiram com destino ignorado. As ações foram registradas pelo circuito interno do local.



Quando o empresário descobriu que tinha sido enganado, procurou a Polícia Militar e registrou o Boletim de Ocorrência.



Em nota enviada na tarde desta terça, o Makro Atacadista esclareceu que não tem conhecimento sobre o tipo de ação e que não foi notificado oficialmente sobre o caso.



"O Makro condena qualquer prática criminosa e possui rigorosa rotina de treinamento e fiscalização de seu quadro de colaboradores e fornecedores e não mede esforços na apuração interna de qualquer irregularidade da qual tome conhecimento. A empresa reitera seu total compromisso com o cliente e se coloca à disposição dos órgãos competentes para o que se fizer necessário", conforme posicionamento.



O G1 entrou em contato com a assessoria da Receita Federal para saber sobre a menção do órgão no registro policial e aguarda retorno.



Nesta segunda, outros dois comerciantes de 40 e 48 anos, de Três Pontas, também Sul de Minas, perderam R$ 31 mil após serem vítimas de estelionato no Centro de Juiz de Fora. Eles acreditavam estar comprando botijões de gás que teriam sido apreendidos pela Prefeitura.



Um dos empresários também recebeu uma ligação de um homem que se apresentou como advogado e ofereceu um lote dos equipamentos.



PATROCINADORES

Cada botijão seria vendido por R$ 75. As vítimas vieram para Juiz de Fora e encontraram o suposto advogado e outro homem, que se apresentou como funcionário da Prefeitura. Junto deles, estavam guias para o pagamento dos botijões. Após o pagamento, o suposto advogado disse que iria conferir o dinheiro em outro andar e não voltou.



Após perceberem a demora, as vítimas foram informadas de que não havia nenhum tipo de negociação sendo feita por parte da Prefeitura, e que tudo não passava de um golpe.



Segundo os militares, os estelionatários estavam com camisetas da Secretaria de Estado da Fazenda.



Orientações da Polícia Civil



Conforme o Chefe do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora, Delegado-Geral Carlos Roberto da Silveira Costa, existem diferentes formas de delito com a finalidade de conseguir dinheiro das vítimas. Uma delas é a que criminosos ligam para eles aleatoriamente, começam a fazer perguntas, induzindo respostas, e, com isso, conseguem os dados sobre a pessoa. Depois, eles entram em contato novamente para tentar subtrair dinheiro.



Por isso, a primeira recomendação é de não passar informações, como nomes de pessoas da casa, características, costumes e rotinas.



Segundo o delegado, as informações devem ser checadas pelas pessoas abordadas antes de tomar qualquer iniciativa e ficar atentos a promoções e benefícios ofertadas por ligações.



“É necessário desconfiar sempre e verificar se a informação procede. É muito importante a pessoa observar que, primeiro, ninguém vai ganhar uma promoção que nunca participou. Outro ponto: desconfie sempre, principalmente se a ligação for a cobrar e de alguém que a pessoa não conhece”, enfatizou nas respostas enviadas via assessoria para o G1.



O delegado orientou que toda pessoa que receba uma abordagem deste tipo, por ligação telefônica, deve registrar a ocorrência, mesmo que não tenha tido prejuízo. Segundo ele, desta forma, a Polícia Civil pode apurar o caso e chegar até os autores.



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