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Sul de Minas

MP entra com pedido para anular licitação da guarda armada em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 26/07/2018

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Matéria extraída do G1

 

Decisão da prefeitura em contratar guardas com armas de fogo causou polêmica na cidade.

 

O Ministério Público entrou com um pedido para anular o processo de licitação que prevê a contratação de guarda armada em Pouso Alegre. A decisão da prefeitura de contratar este tipo de serviço tinha causado protestos dos guardas municipais no início da semana.

 

Segundo a decisão do MP, a função da Guarda Municipal é realizar a segurança dos prédios públicos e o serviço de vigilância armada é contra o que prevê a legislação. O promotor Agnaldo Cotrim, da 5ª Promotoria de Justiça de Pouso Alegre, já havia feito uma recomendação para que o processo fosse cancelado. Como não foi atendido, entrou com o pedido de anulação.

 

O edital aberto em junho prevê a contratação de uma vigilância privada, com 20 guardas armados com armas de fogo. A atuação será nos setores de saúde, educação e cultura.

 

Na segunda-feira (23), foi anunciada a empresa vencedora da licitação, que receberá R$ 94,5 mil por mês pelo serviço. A principal reclamação dos atuais guardas municipais é em relação a falta de investimento da prefeitura. A prefeitura alegou que apesar da contratação dos novos guardas, ainda haveria investimentos na guarda municipal.

 

A prefeitura ainda informou que não foi comunicada sobre este pedido de anulação por parte do Ministério Público. O pedido ainda será analisado por um juiz de Pouso Alegre.

Matéria extraída do G1


 


Decisão da prefeitura em contratar guardas com armas de fogo causou polêmica na cidade.


 


O Ministério Público entrou com um pedido para anular o processo de licitação que prevê a contratação de guarda armada em Pouso Alegre. A decisão da prefeitura de contratar este tipo de serviço tinha causado protestos dos guardas municipais no início da semana.


 


PATROCINADORES

Segundo a decisão do MP, a função da Guarda Municipal é realizar a segurança dos prédios públicos e o serviço de vigilância armada é contra o que prevê a legislação. O promotor Agnaldo Cotrim, da 5ª Promotoria de Justiça de Pouso Alegre, já havia feito uma recomendação para que o processo fosse cancelado. Como não foi atendido, entrou com o pedido de anulação.


 


O edital aberto em junho prevê a contratação de uma vigilância privada, com 20 guardas armados com armas de fogo. A atuação será nos setores de saúde, educação e cultura.


 


Na segunda-feira (23), foi anunciada a empresa vencedora da licitação, que receberá R$ 94,5 mil por mês pelo serviço. A principal reclamação dos atuais guardas municipais é em relação a falta de investimento da prefeitura. A prefeitura alegou que apesar da contratação dos novos guardas, ainda haveria investimentos na guarda municipal.


 


A prefeitura ainda informou que não foi comunicada sobre este pedido de anulação por parte do Ministério Público. O pedido ainda será analisado por um juiz de Pouso Alegre.


Matéria extraída do G1



Decisão da prefeitura em contratar guardas com armas de fogo causou polêmica na cidade.



O Ministério Público entrou com um pedido para anular o processo de licitação que prevê a contratação de guarda armada em Pouso Alegre. A decisão da prefeitura de contratar este tipo de serviço tinha causado protestos dos guardas municipais no início da semana.



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Segundo a decisão do MP, a função da Guarda Municipal é realizar a segurança dos prédios públicos e o serviço de vigilância armada é contra o que prevê a legislação. O promotor Agnaldo Cotrim, da 5ª Promotoria de Justiça de Pouso Alegre, já havia feito uma recomendação para que o processo fosse cancelado. Como não foi atendido, entrou com o pedido de anulação.



O edital aberto em junho prevê a contratação de uma vigilância privada, com 20 guardas armados com armas de fogo. A atuação será nos setores de saúde, educação e cultura.



Na segunda-feira (23), foi anunciada a empresa vencedora da licitação, que receberá R$ 94,5 mil por mês pelo serviço. A principal reclamação dos atuais guardas municipais é em relação a falta de investimento da prefeitura. A prefeitura alegou que apesar da contratação dos novos guardas, ainda haveria investimentos na guarda municipal.



A prefeitura ainda informou que não foi comunicada sobre este pedido de anulação por parte do Ministério Público. O pedido ainda será analisado por um juiz de Pouso Alegre.



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