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PSDB oficializa hoje João Doria como candidato ao governo de SP

Publicado por TV Minas em 28/07/2018

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Convenção do partido está marcada para as 9h, na Zona Oeste de São Paulo. Alckmin deve chegar no fim do encontro, por volta das 13h.

 

O PSDB paulista oficializa neste sábado, 28, o nome do ex-prefeito de São Paulo João Doria Jr. (PSDB) como candidato do partido ao governo do estado. Na campanha em que tentará fazer os tucanos chegarem a 28 anos de poder no estado mais rico e populoso do país, Doria terá como companheiro de chapa o deputado federal Rodrigo Garcia, indicado pelo DEM como vice na chapa.

 

A convenção tucana está marcada para as 9h em um centro de exposições na Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista. No encontro também devem ser confirmados os nomes dos deputados federais Ricardo Tripoli (PSDB) e Mara Gabrilli (PSDB) como candidatos ao Senado na chapa encabeçada por João Doria. A definição sobre a candidatura de Mara se deu depois que o apresentador José Luiz Datena, filiado ao DEM, desistiu de disputar uma cadeira de senador.

 

A previsão é de que o presidente do PSDB e pré-candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, também participe da convenção. Padrinho político de Doria, com quem rivalizou internamente pela candidatura do partido ao Palácio do Planalto, Alckmin deve chegar ao evento já ao seu final, por volta das 13h. Antes, às 9h, ele irá à convenção nacional do PTB, seu aliado, em Brasília.

 

 

Tempo na TV e alianças

 

À frente de uma coligação que, além de PSDB e DEM, tem PSD, PRB, PP e PTC, Doria terá na campanha 22 minutos e 11 segundos de exposição diária nas propagandas de rádio e TV, a maior entre os candidatos ao governo paulista.

 

Também favorecerá o tucano a capilaridade dos partidos aliados nos municípios do interior do estado, um já tradicional reduto eleitoral de seu partido – em 2014, quando se reelegeu governador, Geraldo Alckmin foi o mais votado em 644 das 645 cidades paulistas. Em 2016, o PSDB elegeu 169 prefeitos no estado, enquanto as demais siglas do arco de alianças somam, ao menos, 124 prefeituras.

 

Além de embalar a candidatura presidencial de Alckmin no maior colégio eleitoral do país e tentar se manter na liderança das pesquisas eleitorais – ele tem 29% das intenções de voto, segundo o Datafolha –, Doria buscará, com os trunfos eleitorais, reduzir a rejeição a seu nome, sobretudo entre eleitores da capital paulista, depois de sua renúncia à Prefeitura da cidade. Eleito em primeiro turno em 2016, um feito inédito em São Paulo, ele se anunciava como um “gestor”, e não um político, e prometeu cumprir o mandato até o fim. No entanto, ocupou o cargo por apenas um ano e quatro meses e deixou promessas não cumpridas.

 

Como resultado da decisão, 49% dos eleitores paulistanos dizem não votar no prefeito, número que é de 25% no interior paulista, conforme números do Datafolha divulgados em abril.

 

 

Contra a máquina estadual

 

Esta será a primeira eleição desde 1994 em que o candidato do PSDB disputará o Palácio dos Bandeirantes tendo um rival como governador do estado. Eleito vice-governador em 2014, Márcio França (PSB) tomou posse no governo de São Paulo há pouco mais de três meses, quando Geraldo Alckmin renunciou ao cargo para concorrer à Presidência da República.

 

Ainda desconhecido de boa parte do eleitorado, França tem 8% das intenções de voto, conforme o Datafolha. Ele é superado por Doria e o presidente licenciado da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que tem 20%. Atrás do pessebista aparece Luiz Marinho, do PT, com 7%.

 

Embora soubesse bem das pretensões de Márcio França em concorrer à reeleição e dos tucanos paulistas em lançarem um candidato por mais quatro anos de poder, Alckmin defendia que seus aliados formassem um palanque único em São Paulo. Assim, ele evitaria atritos em sua base eleitoral que prejudicassem seu desempenho no estado, maior colégio eleitoral do país, e, assim, sua candidatura ao Palácio do Planalto. Os apelos não funcionaram e Márcio França e João Doria, alçados à disputa, passaram a trocar farpas publicamente.

 

Conforme as pesquisas eleitorais, nas quais Geraldo Alckmin patina entre 6% e 7% das intenções de voto, o presidenciável tucano tem perdido espaço em São Paulo para o candidato do PSL à Presidência, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo pesquisa Datafolha divulgada em abril, Bolsonaro tem 14% da preferência dos paulistas, enquanto Alckmin, que governou o estado por quase 14 anos em quatro mandatos, tem 13%.

Convenção do partido está marcada para as 9h, na Zona Oeste de São Paulo. Alckmin deve chegar no fim do encontro, por volta das 13h.


 


O PSDB paulista oficializa neste sábado, 28, o nome do ex-prefeito de São Paulo João Doria Jr. (PSDB) como candidato do partido ao governo do estado. Na campanha em que tentará fazer os tucanos chegarem a 28 anos de poder no estado mais rico e populoso do país, Doria terá como companheiro de chapa o deputado federal Rodrigo Garcia, indicado pelo DEM como vice na chapa.


 


A convenção tucana está marcada para as 9h em um centro de exposições na Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista. No encontro também devem ser confirmados os nomes dos deputados federais Ricardo Tripoli (PSDB) e Mara Gabrilli (PSDB) como candidatos ao Senado na chapa encabeçada por João Doria. A definição sobre a candidatura de Mara se deu depois que o apresentador José Luiz Datena, filiado ao DEM, desistiu de disputar uma cadeira de senador.


 


A previsão é de que o presidente do PSDB e pré-candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, também participe da convenção. Padrinho político de Doria, com quem rivalizou internamente pela candidatura do partido ao Palácio do Planalto, Alckmin deve chegar ao evento já ao seu final, por volta das 13h. Antes, às 9h, ele irá à convenção nacional do PTB, seu aliado, em Brasília.


 


 


Tempo na TV e alianças


 


À frente de uma coligação que, além de PSDB e DEM, tem PSD, PRB, PP e PTC, Doria terá na campanha 22 minutos e 11 segundos de exposição diária nas propagandas de rádio e TV, a maior entre os candidatos ao governo paulista.


 


Também favorecerá o tucano a capilaridade dos partidos aliados nos municípios do interior do estado, um já tradicional reduto eleitoral de seu partido – em 2014, quando se reelegeu governador, Geraldo Alckmin foi o mais votado em 644 das 645 cidades paulistas. Em 2016, o PSDB elegeu 169 prefeitos no estado, enquanto as demais siglas do arco de alianças somam, ao menos, 124 prefeituras.


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Além de embalar a candidatura presidencial de Alckmin no maior colégio eleitoral do país e tentar se manter na liderança das pesquisas eleitorais – ele tem 29% das intenções de voto, segundo o Datafolha –, Doria buscará, com os trunfos eleitorais, reduzir a rejeição a seu nome, sobretudo entre eleitores da capital paulista, depois de sua renúncia à Prefeitura da cidade. Eleito em primeiro turno em 2016, um feito inédito em São Paulo, ele se anunciava como um “gestor”, e não um político, e prometeu cumprir o mandato até o fim. No entanto, ocupou o cargo por apenas um ano e quatro meses e deixou promessas não cumpridas.


 


Como resultado da decisão, 49% dos eleitores paulistanos dizem não votar no prefeito, número que é de 25% no interior paulista, conforme números do Datafolha divulgados em abril.


 


 


Contra a máquina estadual


 


Esta será a primeira eleição desde 1994 em que o candidato do PSDB disputará o Palácio dos Bandeirantes tendo um rival como governador do estado. Eleito vice-governador em 2014, Márcio França (PSB) tomou posse no governo de São Paulo há pouco mais de três meses, quando Geraldo Alckmin renunciou ao cargo para concorrer à Presidência da República.


 


Ainda desconhecido de boa parte do eleitorado, França tem 8% das intenções de voto, conforme o Datafolha. Ele é superado por Doria e o presidente licenciado da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que tem 20%. Atrás do pessebista aparece Luiz Marinho, do PT, com 7%.


 


Embora soubesse bem das pretensões de Márcio França em concorrer à reeleição e dos tucanos paulistas em lançarem um candidato por mais quatro anos de poder, Alckmin defendia que seus aliados formassem um palanque único em São Paulo. Assim, ele evitaria atritos em sua base eleitoral que prejudicassem seu desempenho no estado, maior colégio eleitoral do país, e, assim, sua candidatura ao Palácio do Planalto. Os apelos não funcionaram e Márcio França e João Doria, alçados à disputa, passaram a trocar farpas publicamente.


 


Conforme as pesquisas eleitorais, nas quais Geraldo Alckmin patina entre 6% e 7% das intenções de voto, o presidenciável tucano tem perdido espaço em São Paulo para o candidato do PSL à Presidência, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo pesquisa Datafolha divulgada em abril, Bolsonaro tem 14% da preferência dos paulistas, enquanto Alckmin, que governou o estado por quase 14 anos em quatro mandatos, tem 13%.


Convenção do partido está marcada para as 9h, na Zona Oeste de São Paulo. Alckmin deve chegar no fim do encontro, por volta das 13h.



O PSDB paulista oficializa neste sábado, 28, o nome do ex-prefeito de São Paulo João Doria Jr. (PSDB) como candidato do partido ao governo do estado. Na campanha em que tentará fazer os tucanos chegarem a 28 anos de poder no estado mais rico e populoso do país, Doria terá como companheiro de chapa o deputado federal Rodrigo Garcia, indicado pelo DEM como vice na chapa.



A convenção tucana está marcada para as 9h em um centro de exposições na Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista. No encontro também devem ser confirmados os nomes dos deputados federais Ricardo Tripoli (PSDB) e Mara Gabrilli (PSDB) como candidatos ao Senado na chapa encabeçada por João Doria. A definição sobre a candidatura de Mara se deu depois que o apresentador José Luiz Datena, filiado ao DEM, desistiu de disputar uma cadeira de senador.



A previsão é de que o presidente do PSDB e pré-candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, também participe da convenção. Padrinho político de Doria, com quem rivalizou internamente pela candidatura do partido ao Palácio do Planalto, Alckmin deve chegar ao evento já ao seu final, por volta das 13h. Antes, às 9h, ele irá à convenção nacional do PTB, seu aliado, em Brasília.



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À frente de uma coligação que, além de PSDB e DEM, tem PSD, PRB, PP e PTC, Doria terá na campanha 22 minutos e 11 segundos de exposição diária nas propagandas de rádio e TV, a maior entre os candidatos ao governo paulista.



Também favorecerá o tucano a capilaridade dos partidos aliados nos municípios do interior do estado, um já tradicional reduto eleitoral de seu partido – em 2014, quando se reelegeu governador, Geraldo Alckmin foi o mais votado em 644 das 645 cidades paulistas. Em 2016, o PSDB elegeu 169 prefeitos no estado, enquanto as demais siglas do arco de alianças somam, ao menos, 124 prefeituras.



Além de embalar a candidatura presidencial de Alckmin no maior colégio eleitoral do país e tentar se manter na liderança das pesquisas eleitorais – ele tem 29% das intenções de voto, segundo o Datafolha –, Doria buscará, com os trunfos eleitorais, reduzir a rejeição a seu nome, sobretudo entre eleitores da capital paulista, depois de sua renúncia à Prefeitura da cidade. Eleito em primeiro turno em 2016, um feito inédito em São Paulo, ele se anunciava como um “gestor”, e não um político, e prometeu cumprir o mandato até o fim. No entanto, ocupou o cargo por apenas um ano e quatro meses e deixou promessas não cumpridas.



Como resultado da decisão, 49% dos eleitores paulistanos dizem não votar no prefeito, número que é de 25% no interior paulista, conforme números do Datafolha divulgados em abril.



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Esta será a primeira eleição desde 1994 em que o candidato do PSDB disputará o Palácio dos Bandeirantes tendo um rival como governador do estado. Eleito vice-governador em 2014, Márcio França (PSB) tomou posse no governo de São Paulo há pouco mais de três meses, quando Geraldo Alckmin renunciou ao cargo para concorrer à Presidência da República.



Ainda desconhecido de boa parte do eleitorado, França tem 8% das intenções de voto, conforme o Datafolha. Ele é superado por Doria e o presidente licenciado da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que tem 20%. Atrás do pessebista aparece Luiz Marinho, do PT, com 7%.



Embora soubesse bem das pretensões de Márcio França em concorrer à reeleição e dos tucanos paulistas em lançarem um candidato por mais quatro anos de poder, Alckmin defendia que seus aliados formassem um palanque único em São Paulo. Assim, ele evitaria atritos em sua base eleitoral que prejudicassem seu desempenho no estado, maior colégio eleitoral do país, e, assim, sua candidatura ao Palácio do Planalto. Os apelos não funcionaram e Márcio França e João Doria, alçados à disputa, passaram a trocar farpas publicamente.



Conforme as pesquisas eleitorais, nas quais Geraldo Alckmin patina entre 6% e 7% das intenções de voto, o presidenciável tucano tem perdido espaço em São Paulo para o candidato do PSL à Presidência, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo pesquisa Datafolha divulgada em abril, Bolsonaro tem 14% da preferência dos paulistas, enquanto Alckmin, que governou o estado por quase 14 anos em quatro mandatos, tem 13%.



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