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Salário mínimo suficiente para sustentar família tem menor nível de 2018

Publicado por TV Minas em 12/08/2018

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O salário mínimo "necessário" calculado pelo Dieese não era tão baixo desde dezembro de 2017.

 

O salário mínimo “necessário” atingiu em julho o menor valor do ano de 2018.

 

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), R$ 3.674,77 seriam suficientes para “para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência”.

 

O cálculo é feito mensalmente desde 1994 com base no valor da cesta básica mais cara, atualmente a de São Paulo (R$ 437,42), seguida pela de Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro (R$ 421,89).

 

As cestas básicas mais baratas foram verificadas em Salvador (R$ 321,62), São Luís (R$ 336,67) e Natal (R$ 341,09).

 

O custo da cesta básica caiu em 19 das 20 capitais analisadas em julho, com destaque para Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%) e Brasília (-5,49%). A única alta foi em Goiânia (0,16%).

 

O valor do salário mínimo “suficiente” representa 3,85 vezes o valor do salário mínimo nominal, que é de 954 reais.

 

 

Futuro

 

O texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, já aprovado, estabelece um salário mínimo de 998 reais a partir do início do ano que vem.

 

Será o último ano de vigência da fórmula para os aumentos estabelecida por lei em 2012, ainda no governo da então presidente Dilma Rousseff.

 

Ela determina que o reajuste anual tem como base a soma da variação do INPC (inflação para população de baixa renda) no ano anterior, acrescido da taxa de crescimento real do PIB dois anos antes.

 

O próximo presidente terá de definir até abril se mantém a fórmula, se cria uma nova ou se o reajuste será decidido a cada ano de forma discricionária pelo governo; os candidatos discordam sobre o tema.

 

 

Consequências

 

Em um vídeo de 2015, o economista Carlos Eduardo Gonçalves previu consequências negativas se o salário mínimo “necessário” do Dieese fosse estabelecido por lei:

 

“O que vai acontecer com a pessoa hoje empregada que ganha um salário baixo? (…) Você acha que elas vão continuar todas empregadas ganhando R$ 3.700 ou elas vão ser mandadas emboras porque a contribuição delas pro produto final da empresa não vale esses R$ 3.700?”.

O salário mínimo "necessário" calculado pelo Dieese não era tão baixo desde dezembro de 2017.


 


O salário mínimo “necessário” atingiu em julho o menor valor do ano de 2018.


 


De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), R$ 3.674,77 seriam suficientes para “para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência”.


 


O cálculo é feito mensalmente desde 1994 com base no valor da cesta básica mais cara, atualmente a de São Paulo (R$ 437,42), seguida pela de Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro (R$ 421,89).


 


As cestas básicas mais baratas foram verificadas em Salvador (R$ 321,62), São Luís (R$ 336,67) e Natal (R$ 341,09).


 


O custo da cesta básica caiu em 19 das 20 capitais analisadas em julho, com destaque para Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%) e Brasília (-5,49%). A única alta foi em Goiânia (0,16%).


 


O valor do salário mínimo “suficiente” representa 3,85 vezes o valor do salário mínimo nominal, que é de 954 reais.


 


 


PATROCINADORES

Futuro


 


O texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, já aprovado, estabelece um salário mínimo de 998 reais a partir do início do ano que vem.


 


Será o último ano de vigência da fórmula para os aumentos estabelecida por lei em 2012, ainda no governo da então presidente Dilma Rousseff.


 


Ela determina que o reajuste anual tem como base a soma da variação do INPC (inflação para população de baixa renda) no ano anterior, acrescido da taxa de crescimento real do PIB dois anos antes.


 


O próximo presidente terá de definir até abril se mantém a fórmula, se cria uma nova ou se o reajuste será decidido a cada ano de forma discricionária pelo governo; os candidatos discordam sobre o tema.


 


 


Consequências


 


Em um vídeo de 2015, o economista Carlos Eduardo Gonçalves previu consequências negativas se o salário mínimo “necessário” do Dieese fosse estabelecido por lei:


 


“O que vai acontecer com a pessoa hoje empregada que ganha um salário baixo? (…) Você acha que elas vão continuar todas empregadas ganhando R$ 3.700 ou elas vão ser mandadas emboras porque a contribuição delas pro produto final da empresa não vale esses R$ 3.700?”.


O salário mínimo "necessário" calculado pelo Dieese não era tão baixo desde dezembro de 2017.



O salário mínimo “necessário” atingiu em julho o menor valor do ano de 2018.



De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), R$ 3.674,77 seriam suficientes para “para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência”.



O cálculo é feito mensalmente desde 1994 com base no valor da cesta básica mais cara, atualmente a de São Paulo (R$ 437,42), seguida pela de Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro (R$ 421,89).



As cestas básicas mais baratas foram verificadas em Salvador (R$ 321,62), São Luís (R$ 336,67) e Natal (R$ 341,09).



PATROCINADORES

O custo da cesta básica caiu em 19 das 20 capitais analisadas em julho, com destaque para Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%) e Brasília (-5,49%). A única alta foi em Goiânia (0,16%).



O valor do salário mínimo “suficiente” representa 3,85 vezes o valor do salário mínimo nominal, que é de 954 reais.



Futuro



O texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, já aprovado, estabelece um salário mínimo de 998 reais a partir do início do ano que vem.



Será o último ano de vigência da fórmula para os aumentos estabelecida por lei em 2012, ainda no governo da então presidente Dilma Rousseff.



PATROCINADORES

Ela determina que o reajuste anual tem como base a soma da variação do INPC (inflação para população de baixa renda) no ano anterior, acrescido da taxa de crescimento real do PIB dois anos antes.



O próximo presidente terá de definir até abril se mantém a fórmula, se cria uma nova ou se o reajuste será decidido a cada ano de forma discricionária pelo governo; os candidatos discordam sobre o tema.



Consequências



Em um vídeo de 2015, o economista Carlos Eduardo Gonçalves previu consequências negativas se o salário mínimo “necessário” do Dieese fosse estabelecido por lei:



“O que vai acontecer com a pessoa hoje empregada que ganha um salário baixo? (…) Você acha que elas vão continuar todas empregadas ganhando R$ 3.700 ou elas vão ser mandadas emboras porque a contribuição delas pro produto final da empresa não vale esses R$ 3.700?”.



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