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Sul de Minas

Preso suspeito de distribuir droga a menores próximo a escola em MG

Publicado por TV Minas em 01/09/2018

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O motoboy preso é suspeito de distribuir drogas a menores que estariam comercializando a maconha, cocaína e crack próximo a uma escola particular.

 

A Guarda Civil Municipal (GCM) intensificou o combate ao tráfico de drogas em Aalfenas e conseguiu prender um motoboy de 21 anos, que estaria distribuindo droga a menores envolvidos com o tráfico de entorpecentes. O local onde foi feita a apreensão fica próximo ao Colégio Atenas, uma escola da rede particular de ensino.

 

Duas apreensões de drogas e de dois menores já haviam sido feitas pela GCM nos últimos dias numa das regiões do bairro Santa Rita, conhecida por pontos de venda de drogas. Na manhã desta quinta-feira, os GMs conseguiram prender o suspeito Gustavo Swerts Freire Leite.

 

O rapaz foi preso sob a suspeita de levar drogas para que os adolescentes vendessem os entorpecentes naquela região. Os GMs apreenderam 30 buchas de maconha, 50 pedras de crack e 29 cápsulas com cocaína.

 

A GCM havia recebido uma denúncia anônima de que um motoboy estaria distribuindo drogas, todas as manhãs, próximo a escola da rede particular. Ao tentar fazer a abordagem do suspeito, o motoqueiro fugiu, em alta velocidade.

 

Segundo a GCM, em determinado momento, o rapaz jogou um embrulho, contendo 30 buchas de maconha, em um terreno baldio e continuou a fuga até ser abordado na rua São Vicente. A viatura da GCM foi até outro local, onde o restante da droga teria sido dispensada, e encontrou pedras de crack e cápsulas com cocaína, embaladas e prontas para o comércio ilegal. Durante a fuga, ele teria jogado a droga, mas uma testemunha presenciou e avisou a Polícia Militar por meio do número 190.

 

O suspeito, que estava inabilitado para conduzir a motocicleta, foi preso e levado para a 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil (2ª DRPC). A moto foi apreendida e removida para o pátio credenciado do Detran/MG (Departamento de Trânsito de Minas Gerais).

 

Dois dias antes, a GCM já havia apreendido um menor, de 17 anos, além de 21 pedra de crack, nove buchas de maconha e 10 cápsulas com cocaína. Os GMs perceberam o momento em que o adolescente estava enterrando a droga em um terreno baldio. Na semana passada, um outro adolescente, de 16 anos, também foi apreendido no local pela GCM, além de cinco cápsulas com cocaína, três buchas de maconha e seis pedras de crack.

 

 

Em Tempo

 

O motoboy Aluízio Antônio da Silva, que coordena um grupo de whatsapp com cerca de 250 profissionais da área, entrou em contato com a redação para esclarecer sobre a atividade. Segundo ele, muitos criminosos utilizam a atividade como álibi para cometer crimes, o que acaba prejudicando os profissionais.

 

Em Alfenas, segundo Silva, são quase 350 motoboys profissionais prestando serviço. Só num grupo de whatsapp administrado por ele são 240 participantes. No caso do suspeito preso, citado nesta reportagem, Silva diz que nenhum dos integrantes o conhece como profissional que atua nesse tipo de atividade.

 

De acordo com o representante da categoria, os motoboys possuem registros profissionais e passam por cursos – renovados a cada cinco anos - para poderem realizar a atividade profissional. O contratante pode conferir o registro profissional que consta na própria carteira nacional de habilitação (CNH) do motoboy.

 

Em Alfenas, Silva explica que a categoria está discutindo a criação de uma entidade que possa, além de ajudar nas demandas dos motoboys, ser um ponto de referência para a própria população na hora de contratar um profissional. Essa seria uma forma de diferenciar, para os moradores, os profissionais e pessoas que utilizam a atividade como álibi.

O motoboy preso é suspeito de distribuir drogas a menores que estariam comercializando a maconha, cocaína e crack próximo a uma escola particular.


 


A Guarda Civil Municipal (GCM) intensificou o combate ao tráfico de drogas em Aalfenas e conseguiu prender um motoboy de 21 anos, que estaria distribuindo droga a menores envolvidos com o tráfico de entorpecentes. O local onde foi feita a apreensão fica próximo ao Colégio Atenas, uma escola da rede particular de ensino.


 


Duas apreensões de drogas e de dois menores já haviam sido feitas pela GCM nos últimos dias numa das regiões do bairro Santa Rita, conhecida por pontos de venda de drogas. Na manhã desta quinta-feira, os GMs conseguiram prender o suspeito Gustavo Swerts Freire Leite.


 


O rapaz foi preso sob a suspeita de levar drogas para que os adolescentes vendessem os entorpecentes naquela região. Os GMs apreenderam 30 buchas de maconha, 50 pedras de crack e 29 cápsulas com cocaína.


 


A GCM havia recebido uma denúncia anônima de que um motoboy estaria distribuindo drogas, todas as manhãs, próximo a escola da rede particular. Ao tentar fazer a abordagem do suspeito, o motoqueiro fugiu, em alta velocidade.


 


Segundo a GCM, em determinado momento, o rapaz jogou um embrulho, contendo 30 buchas de maconha, em um terreno baldio e continuou a fuga até ser abordado na rua São Vicente. A viatura da GCM foi até outro local, onde o restante da droga teria sido dispensada, e encontrou pedras de crack e cápsulas com cocaína, embaladas e prontas para o comércio ilegal. Durante a fuga, ele teria jogado a droga, mas uma testemunha presenciou e avisou a Polícia Militar por meio do número 190.


 


O suspeito, que estava inabilitado para conduzir a motocicleta, foi preso e levado para a 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil (2ª DRPC). A moto foi apreendida e removida para o pátio credenciado do Detran/MG (Departamento de Trânsito de Minas Gerais).


PATROCINADORES

 


Dois dias antes, a GCM já havia apreendido um menor, de 17 anos, além de 21 pedra de crack, nove buchas de maconha e 10 cápsulas com cocaína. Os GMs perceberam o momento em que o adolescente estava enterrando a droga em um terreno baldio. Na semana passada, um outro adolescente, de 16 anos, também foi apreendido no local pela GCM, além de cinco cápsulas com cocaína, três buchas de maconha e seis pedras de crack.


 


 


Em Tempo


 


O motoboy Aluízio Antônio da Silva, que coordena um grupo de whatsapp com cerca de 250 profissionais da área, entrou em contato com a redação para esclarecer sobre a atividade. Segundo ele, muitos criminosos utilizam a atividade como álibi para cometer crimes, o que acaba prejudicando os profissionais.


 


Em Alfenas, segundo Silva, são quase 350 motoboys profissionais prestando serviço. Só num grupo de whatsapp administrado por ele são 240 participantes. No caso do suspeito preso, citado nesta reportagem, Silva diz que nenhum dos integrantes o conhece como profissional que atua nesse tipo de atividade.


 


De acordo com o representante da categoria, os motoboys possuem registros profissionais e passam por cursos – renovados a cada cinco anos - para poderem realizar a atividade profissional. O contratante pode conferir o registro profissional que consta na própria carteira nacional de habilitação (CNH) do motoboy.


 


Em Alfenas, Silva explica que a categoria está discutindo a criação de uma entidade que possa, além de ajudar nas demandas dos motoboys, ser um ponto de referência para a própria população na hora de contratar um profissional. Essa seria uma forma de diferenciar, para os moradores, os profissionais e pessoas que utilizam a atividade como álibi.


O motoboy preso é suspeito de distribuir drogas a menores que estariam comercializando a maconha, cocaína e crack próximo a uma escola particular.



A Guarda Civil Municipal (GCM) intensificou o combate ao tráfico de drogas em Aalfenas e conseguiu prender um motoboy de 21 anos, que estaria distribuindo droga a menores envolvidos com o tráfico de entorpecentes. O local onde foi feita a apreensão fica próximo ao Colégio Atenas, uma escola da rede particular de ensino.



Duas apreensões de drogas e de dois menores já haviam sido feitas pela GCM nos últimos dias numa das regiões do bairro Santa Rita, conhecida por pontos de venda de drogas. Na manhã desta quinta-feira, os GMs conseguiram prender o suspeito Gustavo Swerts Freire Leite.



O rapaz foi preso sob a suspeita de levar drogas para que os adolescentes vendessem os entorpecentes naquela região. Os GMs apreenderam 30 buchas de maconha, 50 pedras de crack e 29 cápsulas com cocaína.



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A GCM havia recebido uma denúncia anônima de que um motoboy estaria distribuindo drogas, todas as manhãs, próximo a escola da rede particular. Ao tentar fazer a abordagem do suspeito, o motoqueiro fugiu, em alta velocidade.



Segundo a GCM, em determinado momento, o rapaz jogou um embrulho, contendo 30 buchas de maconha, em um terreno baldio e continuou a fuga até ser abordado na rua São Vicente. A viatura da GCM foi até outro local, onde o restante da droga teria sido dispensada, e encontrou pedras de crack e cápsulas com cocaína, embaladas e prontas para o comércio ilegal. Durante a fuga, ele teria jogado a droga, mas uma testemunha presenciou e avisou a Polícia Militar por meio do número 190.



O suspeito, que estava inabilitado para conduzir a motocicleta, foi preso e levado para a 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil (2ª DRPC). A moto foi apreendida e removida para o pátio credenciado do Detran/MG (Departamento de Trânsito de Minas Gerais).



Dois dias antes, a GCM já havia apreendido um menor, de 17 anos, além de 21 pedra de crack, nove buchas de maconha e 10 cápsulas com cocaína. Os GMs perceberam o momento em que o adolescente estava enterrando a droga em um terreno baldio. Na semana passada, um outro adolescente, de 16 anos, também foi apreendido no local pela GCM, além de cinco cápsulas com cocaína, três buchas de maconha e seis pedras de crack.



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O motoboy Aluízio Antônio da Silva, que coordena um grupo de whatsapp com cerca de 250 profissionais da área, entrou em contato com a redação para esclarecer sobre a atividade. Segundo ele, muitos criminosos utilizam a atividade como álibi para cometer crimes, o que acaba prejudicando os profissionais.



Em Alfenas, segundo Silva, são quase 350 motoboys profissionais prestando serviço. Só num grupo de whatsapp administrado por ele são 240 participantes. No caso do suspeito preso, citado nesta reportagem, Silva diz que nenhum dos integrantes o conhece como profissional que atua nesse tipo de atividade.



De acordo com o representante da categoria, os motoboys possuem registros profissionais e passam por cursos – renovados a cada cinco anos - para poderem realizar a atividade profissional. O contratante pode conferir o registro profissional que consta na própria carteira nacional de habilitação (CNH) do motoboy.



Em Alfenas, Silva explica que a categoria está discutindo a criação de uma entidade que possa, além de ajudar nas demandas dos motoboys, ser um ponto de referência para a própria população na hora de contratar um profissional. Essa seria uma forma de diferenciar, para os moradores, os profissionais e pessoas que utilizam a atividade como álibi.



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